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	<title>Princesa Isabel &#8211; Monarquia J&aacute;!</title>
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	<description>Pela restauração da honestidade na vida política! Monarquia Já</description>
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		<title>REPÚBLICA, 130 ANOS DEPOIS&#8230;   </title>
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		<pubDate>Sun, 10 Nov 2019 10:55:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Analise Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Por GASTÃO REIS no site: Diário de Petrópolis É sintomático o ambiente de brancas nuvens em que se passa o 15 de novembro. Parece mesmo, ao revés, uma descomemoração. É um dia em que se pensa em tudo para fazer no feriado, menos na suposta proclamação da república. Mas neste ano...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="_img-fluid foto-colunista-integra alignleft" src="https://diariodepetropolis.com.br/Conteudo/Dados_DRPTR14/acervo/3/201710/fotos/0440_x_0220_20171026042327_0OF8D.jpg" alt="" width="172" height="86" longdesc="https://www.diariodepetropolis.com.br/integra/19353;14091" /> Por GASTÃO REIS no site: <a href="https://www.diariodepetropolis.com.br/integra/gastao-reis-173500" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Diário de Petrópolis</a></p>
<p>É sintomático o ambiente de brancas nuvens em que se passa o 15 de novembro. Parece mesmo, ao revés, uma descomemoração. É um dia em que se pensa em tudo para fazer no feriado, menos na suposta proclamação da república. Mas neste ano de 2019 se completou o que se chama uma data redonda – 130 anos. Merecem registro duas inciativas, digamos, institucionais, sobre a república, mas que não partiram do povo: a do jornal O Estado de São Paulo e o lançamento de um livro.</p>
<p>O que salta aos olhos em ambos os casos é o tom de pedido de desculpas pelo que a república não foi capaz de realizar.  O parágrafo de abertura do editorial do Estadão, de 20 de outubro passado, diz tudo: “Ainda há muito que fazer, a exigir, a retificar, a aperfeiçoar para que se possa aplicar ao Brasil, com inteireza, o qualificativo de republicano.”. O livro, organizado por intelectuais de peso, Edmar Bacha, José Murilo de Carvalho, Joaquim Falcão, Marcelo Trindade, Pedro Malan e Simon Schwartzman, acaba se traindo no próprio título – 130 anos: Em busca da República.</p>
<p>O Estadão, lançando mão de ferramentas de última geração em matéria de comunicação, tuítes e hashtags, resolveu fazer uma ampla pesquisa na Biblioteca Nacional e nos seus próprios arquivos, que datam de 1875, quando foi fundado o jornal, o então A Província de São Paulo. A proposta é reproduzir os comentários de personagens históricos sobre o nascimento e a dita evolução da república brasileira. Para o Estadão, a república (merece o “r” minúsculo&#8230;) se caracteriza por dois pilares: a igualdade de todos perante a lei e o fato de ser o regime da lei, que garantiria o primeiro.</p>
<p>Entretanto, rigorosamente falando, república vem do latim, res publica, e significa coisa pública, interesse público, ou ainda, bem comum. Exatamente, o que a nossa desastrada experiência republicana não levou a sério até hoje. A prova contundente é o fato de o Brasil ocupar um desonroso primeiro lugar internacional em matéria de desigualdade social. Nada surpreendente face à declaração na época de Francisco Glicério, fundador, em 1872, e presidente do Partido Republicano Paulista: “Nosso objetivo é fundar a república, não libertar os escravos.” Ou seja, a luta contra a desigualdade não era prioridade. Compare-se a isto, a luta de Dom Pedro II e da Princesa Isabel, pela igualdade civil ao longo do século XIX a ponto de 95% da população de origem africana já não ser mais escrava quando Lei Áurea foi assinada em 13 de maio de 1888.</p>
<p>Pior: a proposta do último gabinete do Império de assentar os libertos ao longo da malha ferroviária, uma das maiores do mundo na época, para disporem de um pedaço de terra e renda para se sustentarem foi arquivada, de saída, pela república. Não satisfeita, boa parte de intelectualidade civil e militares se encantou com o positivismo e a doutrina do embranquecimento (!) do Brasil para que se tornasse uma nação próspera e civilizada. Preconceito!</p>
<p>Quanto ao livro, na Introdução: Uma perspectiva geral, feita por Pedro Malan, ele reproduz uma definição do que seria um regime democrático, ressaltando a diversidade; a legitimidade dos conflitos de razão e de interesse; a absoluta liberdade de opinião; o ideal da tolerância e da não violência, onde seria possível nos livrar de um mau governo sem derramamento de sangue; e resolução dos conflitos pelo livre debate das ideias e pela mudança de mentalidades. Cá para nós, caro leitor, isso tem a cara explícita do que ocorreu sob o Segundo Reinado com Dom Pedro II?</p>
<p>Para o regime ser também republicano, Malan acrescenta a necessidade do monitoramento dos poderes da república, apelando para o dever cívico de cada um. Ele só se esqueceu de mencionar que é difícil pregar um prego sem martelo: o voto distrital puro, que nos foi negado pela república até hoje. Há, de fato, sólidas razões para o 15 de novembro passar em brancas nuvens.</p>
<p>Autor: <strong>Gastão Reis Rodrigues Pereira</strong></p>
<p><em><strong>Empresário e economista</strong></em>                                                     .</p>
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		<title>IMPÉRIO DO BRAZIL, POTÊNCIA GLOBAL</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jan 2016 17:13:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Daniel Torres 10 de janeiro às 22:39 · • &#8220;O IMPÉRIO converteu um país atrasado e pouco populoso em grande e forte nacionalidade, primeira potência sul-americana, considerada e respeitada em todo o mundo civilizado. O IMPÉRIO aboliu de fato a pena de morte, extinguiu a escravidão, deu ao Brasil glórias imorredouras,...]]></description>
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<p>• &#8220;O IMPÉRIO converteu um país atrasado e pouco populoso em grande e forte nacionalidade, primeira potência sul-americana, co<span class="text_exposed_show">nsiderada e respeitada em todo o mundo civilizado. O IMPÉRIO aboliu de fato a pena de morte, extinguiu a escravidão, deu ao Brasil glórias imorredouras, paz interna, ordem, segurança e, mas que tudo, liberdade individual como não houve jamais em país algum (na época). Quais as faltas ou crimes de D. PEDRO II, (&#8230;)? Quais os erros praticados que o tornou merecedor da deposição e exílio (&#8230;)? A RÉ-pública Brasileira, como foi proclamada, é uma obra de iniquidade A RÉ-pública se levantou sobre os broqueis da soldadesca amotinada, vem de uma origem criminosa, realizou-se por meio de um atentado sem precedentes na História e terá uma existência efêmera!&#8221;. (Visconde de Ouro Preto)</p>
<p>• A escravidão não foi um privilégio apenas do Brasil Colônia, Reino e Império; foi prática comum mundo afora. Como parâmetro, os EUA levaram 89 anos (1776 – 1865) após a sua independência, 23 anos a mais que no Império do Brasil 66 anos (1822 – 1888), para libertarem seus escravos. No Censo de 1860 nos EUA, a população escrava era de 3.953.761, enquanto que no Brasil esta população era de 1.584.600. Em 1887, no Brasil havia 600.000 escravos, e este número continuou caindo até 1888, ano em que a PRINCESA ISABEL assinou a Lei Áurea. Os EUA para libertarem seus escravos desencadearam uma sangrenta guerra entre o Norte e o Sul do país. Foi um período de guerra civil triste e difícil que dizimou cerca de 1.000.000 de pessoas entre civis e militares, onde 60% da população branca masculina na faixa etária adequada para o serviço militar morreu, o equivalente a 3% da população, que representaria hoje a 9.000.000 de vidas. “O conflito foi a guerra mais mortal na história dos Estados Unidos, resultando na morte de cerca de 750 mil soldados e um número indeterminado de vítimas civis (incluindo escravos)&#8221;.</p>
<p>• &#8220;O historiador John Huddleston estima o número de mortos em dez por cento de todos os homens do norte com idades entre os 20 e 45 anos e 30 por cento de todos os homens brancos do sul com idades entre 18 e 40 anos”. Cerca de um milhão de mortos apenas para antecipar em alguns anos a libertação de seus escravos que sobreviveram à guerra; enquanto que no Brasil &#8220;D. PEDROII conduziu com grande habilidade e sem traumas sociais a abolição pacífica da escravidão no país; promoveu a diversidade da etnia nacional e patrocinou a imigração em massa de europeus, principalmente italianos e alemães. Ele estava interessado em expandir as principais commodities agrícolas do nosso país, e para fazer do Brasil um grande produtor de algodão, após a derrota dos Estados Confederados durante a Guerra Civil dos EUA, o Imperador convidou com sucesso plantadores de algodão confederados para se instalarem no Brasil. Entre 1867 e 1871, pelo menos três mil famílias confederadas passaram pelo porto do Rio de Janeiro. A maioria deles se instalaram num povoado no Estado de São Paulo, fundando a Cidade de Americana.&#8221;</span></p>
<div class="text_exposed_show">
<p>A tragédia da experiência republicana brasileira definitivamente acabou com o Brasil. Defender este moralmente ilegítimo Regime RÉ-publicano Brasileiro é o mesmo que defender o Bandido que enganou, traiu, roubou e assassinou. A RÉ-pública principiou na ilegalidade inaugurando a primeira Ditadura Militar da História do Brasil, que para se manter assassinou 150.000 brasileiros, apenas nos seus sete primeiros anos de fracassos.</p>
<p>(Por Emanuel Nunes Silva)</p>
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