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	<title>Escravidão &#8211; Monarquia J&aacute;!</title>
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	<description>Pela restauração da honestidade na vida política! Monarquia Já</description>
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		<title>BBC Brasil: O primeiro barão negro do Império</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Nov 2018 21:16:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História]]></category>
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					<description><![CDATA[A história esquecida do 1º barão negro do Brasil Império, senhor de mil escravos Marcus Lopes De São Paulo para a BBC News Brasil 15 julho 2018 Um próspero fazendeiro e banqueiro do Brasil nos tempos do Império, dono de imensas fazendas de café, centenas de escravos, empresas, palácios, estradas de ferro,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4 class="story-body__h1">A história esquecida do 1º barão negro do Brasil Império, senhor de mil escravos</h4>
<div class="byline"><span class="byline__name">Marcus Lopes </span><span class="byline__title">De São Paulo para a BBC News Brasil </span>15 julho 2018</div>
<div class="story-body__inner">
<p class="story-body__introduction">Um próspero fazendeiro e banqueiro do Brasil nos tempos do Império, dono de imensas fazendas de café, centenas de escravos, empresas, palácios, estradas de ferro, usina hidrelétrica e, para completar a cereja do bolo, de um título de barão concedido pela própria <a class="story-body__link" href="https://www.bbc.com/portuguese/brasil-44091469">Princesa Isabel</a>. A biografia do empresário mineiro Francisco Paulo de Almeida, o Barão de Guaraciaba, não seria muito diferente de outros nobres da época não fosse um detalhe importante: ele era negro em um <a class="story-body__link" href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-43078878">país de escravos</a>.</p>
<p>No ano em que a Lei Áurea completa 130 anos, vale a pena conhecer a trajetória do primeiro e mais bem-sucedido barão negro do Império, um personagem praticamente desconhecido na História do Brasil. Empreendedor de mão cheia e com grande visão de negócios em um país ainda essencialmente agrário, ele tem uma trajetória que lembra a de outro barão empreendedor do Império, este bem mais famoso: o Barão de Mauá.</p>
<ul class="story-body__unordered-list">
<li class="story-body__list-item"><a class="story-body__link" href="https://www.bbc.com/portuguese/brasil-44570778">A história do quilombo que ajudou a erguer Brasília &#8211; e teme perder terras para condomínios de luxo</a></li>
<li class="story-body__list-item"><a class="story-body__link" href="https://www.bbc.com/portuguese/brasil-44091474">Abolição da escravidão em 1888 foi votada pela elite evitando a reforma agrária, diz historiador</a></li>
</ul>
<p>Com um patrimônio acumulado de 700 mil contos de réis, que garantia ao dono status de bilionário na época em que viveu, Almeida nasceu em Lagoa Dourada, na época um arraial próximo a São João del Rei, no interior de Minas Gerais, em 1826.</p>
<p>A origem da sua família é pouco conhecida. Filho de um modesto comerciante local chamado Antônio José de Almeida, na certidão de batismo consta como nome da mãe apenas &#8220;Palolina&#8221;, que teria sido uma escrava. &#8220;Infelizmente não sabemos o destino de Palolina e a quem ela pertencia, mas, sim, ela era escrava&#8221;, afirma o historiador Carlos Alberto Dias Ferreira, autor do livro <i>Barão de Guaraciaba &#8211; Um Negro no Brasil Império</i>.</p>
<figure class="media-portrait has-caption full-width"><span class="image-and-copyright-container"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="responsive-image__img js-image-replace" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/624/cpsprodpb/CF92/production/_102483135_c72ae9e6-6f7f-48dc-9100-edcd778f5417.jpg" alt="Mônica de Souza Destro, trineta do barão" width="683" height="1024" data-highest-encountered-width="624" /></span></figure>
<figure class="media-portrait has-caption full-width"><span class="image-and-copyright-container">D<span class="off-screen">ireito de imagem: </span><span class="story-image-copyright">MÔNICA DE SOUZA DESTRO / ARQUIVO DA FAMÍLIA</span></span><figcaption class="media-caption"><span class="media-caption__text">A secretária administrativa Mônica de Souza Destro, trineta do barão, é hoje a guardiã da história da família</span></figcaption></figure>
<p>O nome, porém, provoca discussões entre os descendentes do barão, já que, por um erro de grafia no registro, &#8220;Palolina&#8221;, na verdade, seria Galdina Alberta do Espirito Santo, esposa de Antônio e considerada pelo próprio barão sua legítima mãe. &#8220;Certamente seu pai ou mãe tinham ascendência negra, mas não existe nenhum registro provando que ele era filho de escravo ou escrava&#8221;, afirma a trineta do barão e guardiã da história da família, a secretária administrativa Mônica de Souza Destro, que mora em Juiz de Fora (MG).</p>
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</ul>
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</div>
<p>Ainda na adolescência, Almeida começou a vida como ourives fabricando botões e abotoaduras em sua terra natal, na região aurífera de Minas. Nos intervalos, tocava violino em enterros, onde recebia algumas moedas como pagamento e os tocos das velas que sobravam do funeral, que utilizava para estudar à noite. Por volta dos 15 anos, tornou-se tropeiro entre Minas e a Corte, no Rio de Janeiro.</p>
<p>Nessas idas e vindas, ganhou dinheiro comprando e vendendo gado, conheceu muitos fazendeiros e negociantes nos caminhos das tropas e começou a comprar terras na região de Valença, no interior fluminense, para plantar café.</p>
<p>Após casar-se com dona Brasília Eugênia de Almeida, com quem teve 16 filhos, tornou-se sócio do seu sogro, que também era fazendeiro e negociante no Rio de Janeiro.</p>
<figure class="media-landscape has-caption full-width"><span class="image-and-copyright-container"><img decoding="async" class="responsive-image__img js-image-replace" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/624/cpsprodpb/1660/production/_102482750_cpiadeumdosdocumentosdemnicaquecontaahistriadebarodeguaraciaba.jpg" alt="Certidão de batismo de um dos filhos do barão" width="976" height="549" data-highest-encountered-width="624" /><span class="off-screen">Direito de imagem </span><span class="story-image-copyright">MÔNICA DE SOUZA DESTRO / ARQUIVO DA FAMÍLIA</span></span><figcaption class="media-caption"><span class="media-caption__text">Certidão de batismo de um dos 16 filhos do barão: Com a morte do sogro, ele assumiu os negócios e sua fortuna disparou</span></figcaption></figure>
<p>Após a morte do sogro, assumiu todos os negócios e sua fortuna disparou: comprou sete fazendas de café espalhadas pelo Vale do Paraíba fluminense e interior de Minas. Apenas na fazenda Veneza, em Valença, possuía mais de 400 mil pés de café e cerca de 200 escravos. Levando-se em consideração que ele tinha outras áreas produtoras de café, o barão pode ter tido até mil escravos, segundo Ferreira.</p>
<p>&#8220;Não se trata de uma contradição ele ter sido negro e dono de escravos, pois tinha consciência do período em que vivia e precisava de mão de obra para tocar suas fazendas. E a mão de obra disponível era a escrava&#8221;, diz Ferreira.</p>
<p>&#8220;Ainda que nos cause repúdio hoje em dia, o contexto de escravidão era uma coisa normal e era mão de obra que existia naquele tempo&#8221;, completa Mônica, que prepara uma biografia do seu ancestral, ainda sem data para ser publicada.</p>
<figure class="media-landscape has-caption full-width"><span class="image-and-copyright-container"><img decoding="async" class="responsive-image__img js-image-replace" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/624/cpsprodpb/8B90/production/_102482753_fazpocinho-2.jpg" alt="Imagem mostra uma das fazendas do Barão de Guaraciaba" width="976" height="549" data-highest-encountered-width="624" /><span class="off-screen">Direito de imagem </span><span class="story-image-copyright">MÔNICA DE SOUZA DESTRO / ARQUIVO DA FAMÍLIA</span></span><figcaption class="media-caption"><span class="media-caption__text">Imagem mostra uma das fazendas do barão, que teve cerca de mil escravos no conjunto de suas propriedades, o que historiador não vê como contradição: &#8220;Essa era a mão de obra disponível&#8221;</span></figcaption></figure>
<p>Em sociedade com outros empreendedores com quem mantinha contato, Guaraciaba tornou-se banqueiro e fundou dois bancos: o Mercantil de Minas Gerais e o Banco de Crédito Real de Minas Gerais. A diversificação empresarial não parou por aí.</p>
<p>Em um período em que as ferrovias começavam a rasgar o território nacional, participou da construção da Estrada de Ferro Santa Isabel do Rio Preto (depois incorporada pela Rede Mineira de Viação), cujos trilhos passavam por suas propriedades, em Valença.</p>
<p>A ferrovia, que ligava Valença a Barra do Piraí e se tornou importante para escoar o café do Vale do Paraíba, foi inaugurada por D. Pedro 2º em 1883. Teriam começado aí as boas relações entre Guaraciaba e a família real, que culminariam na concessão do título de barão pela princesa Isabel, regente na ausência do pai, em 1887.</p>
<p>O título foi concedido por &#8220;merecimento e dignidade&#8221;, em especial pela dedicação de Guaraciaba à Santa Casa de Valença, onde foi provedor. Mas entrar para a nobreza tinha um custo fixo e tabelado pela Corte: 750 mil réis.</p>
<p>Sempre atento às oportunidades de negócios que chegavam com o progresso, Almeida foi sócio fundador da primeira usina hidrelétrica do país, inaugurada em 1889, em Juiz de Fora (MG). A Companhia Mineira de Eletricidade, que construiu a usina, também foi responsável pela iluminação pública elétrica em Juiz de Fora. O barão, claro, foi um dos participantes e financiadores da modernidade que aumentou o conforto da população.</p>
<figure class="media-landscape has-caption full-width"><span class="image-and-copyright-container"><img loading="lazy" decoding="async" class="responsive-image__img js-image-replace" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/624/cpsprodpb/14CAF/production/_102476158_barao-palacio.jpg" alt="Palácio Amarelo construído pelo Barão de Guaraciaba e sede, hoje, da Câmara Municipal de Petrópolis" width="976" height="549" data-highest-encountered-width="624" /><span class="off-screen">Direito de imagem </span><span class="story-image-copyright">ASSESSORIA DA CÂMARA DE PETRÓPOLIS</span></span><figcaption class="media-caption"><span class="media-caption__text">Antiga mansão do Barão de Guaraciaba, chamada de Palácio Amarelo, hoje é sede da Câmara Municipal de Petrópolis, no Rio de Janeiro</span></figcaption></figure>
<p>Dono de um estilo de vida condizente com a nobreza imperial, o Barão de Guaraciaba possuía uma confortável residência na Tijuca, no Rio de Janeiro, e outra em Petrópolis, destino de veraneio preferido dos ricos e da nobreza.</p>
<p>Na cidade serrana construiu uma mansão que posteriormente foi chamada de Palácio Amarelo e que hoje abriga a Câmara Municipal. Também fazia diversas viagens para a Europa, principalmente para Paris, para onde mandou seus filhos para estudar.</p>
<p>&#8220;Guaraciaba distinguiu-se por ter sido financeiramente o mais bem-sucedido negro do Brasil pré-republicano. Ele se tornou o primeiro barão negro do Império, notabilizando-se pela beneficência em favor das Santas Casas&#8221;, afirma a historiadora e escritora Mary Del Priore.</p>
<p>Segundo ela, Almeida fazia parte de um pequeno grupo de mestiços de origem africana que conseguiram ascender financeira e socialmente.</p>
<figure class="media-landscape has-caption full-width"><span class="image-and-copyright-container"><img loading="lazy" decoding="async" class="responsive-image__img js-image-replace" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/624/cpsprodpb/F6A2/production/_102483136_b2ed9a53-9a77-4db4-ac98-81ff735b1d35.jpg" alt="Imagem mostra quadro com pintura do Barão de Guaraciaba" width="976" height="549" data-highest-encountered-width="624" /><span class="off-screen">Direito de imagem</span><span class="story-image-copyright">MÔNICA DE SOUZA DESTRO / ARQUIVO DA FAMÍLIA</span></span><figcaption class="media-caption"><span class="media-caption__text">Após a proclamação da República, Guaraciaba começou a se desfazer dos seus bens, mas viveu uma vida bastante confortável até sua morte</span></figcaption></figure>
<p>O racismo, porém, permanecia arraigado na sociedade brasileira, independentemente da posição financeira, diz Priore. Alguns desses empreendedores, a exemplo do Barão de Guaraciaba, conquistaram ou compraram seus títulos de nobreza junto ao Império, sendo por isso chamados na época de &#8220;barões de chocolate&#8221;, em alusão ao tom da pele.</p>
<p>&#8220;O sangue negro corria nas melhores famílias. Não faltavam casamentos de &#8216;barões de chocolate&#8217; com brancas&#8221;, completa a historiadora.</p>
<p>Após a proclamação da República, Guaraciaba começou a se desfazer dos seus bens, mas viveu uma vida bastante confortável até morrer, na casa de uma das filhas, no Rio de Janeiro, em 1901, aos 75 anos.</p>
<p>Seus herdeiros, inclusive alguns ex-escravos agraciados pelo dono e que permaneceram com o patrão após a alforria, receberam dinheiro e propriedades, e se espalharam pelos Estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais.</p>
<p>&#8220;Ele foi um grande empreendedor que acabou banqueiro, homem de negócios, fazendeiro e senhor de escravidão. É preciso empenho e coragem dos historiadores para estudar esses símbolos bem-sucedidos de mestiçagem&#8221;, diz Mary Del Priore, que resgata um pouco da história do Barão de Guaraciaba em seu livro <i>Histórias da Gente Brasileira</i>.</p>
</div>
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		<title>IMPÉRIO DO BRAZIL, POTÊNCIA GLOBAL</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jan 2016 17:13:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dom Pedro II]]></category>
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					<description><![CDATA[Daniel Torres 10 de janeiro às 22:39 · • &#8220;O IMPÉRIO converteu um país atrasado e pouco populoso em grande e forte nacionalidade, primeira potência sul-americana, considerada e respeitada em todo o mundo civilizado. O IMPÉRIO aboliu de fato a pena de morte, extinguiu a escravidão, deu ao Brasil glórias imorredouras,...]]></description>
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<div id="id_56953253ae8ab5b23537740" class="text_exposed_root text_exposed">
<p>• &#8220;O IMPÉRIO converteu um país atrasado e pouco populoso em grande e forte nacionalidade, primeira potência sul-americana, co<span class="text_exposed_show">nsiderada e respeitada em todo o mundo civilizado. O IMPÉRIO aboliu de fato a pena de morte, extinguiu a escravidão, deu ao Brasil glórias imorredouras, paz interna, ordem, segurança e, mas que tudo, liberdade individual como não houve jamais em país algum (na época). Quais as faltas ou crimes de D. PEDRO II, (&#8230;)? Quais os erros praticados que o tornou merecedor da deposição e exílio (&#8230;)? A RÉ-pública Brasileira, como foi proclamada, é uma obra de iniquidade A RÉ-pública se levantou sobre os broqueis da soldadesca amotinada, vem de uma origem criminosa, realizou-se por meio de um atentado sem precedentes na História e terá uma existência efêmera!&#8221;. (Visconde de Ouro Preto)</p>
<p>• A escravidão não foi um privilégio apenas do Brasil Colônia, Reino e Império; foi prática comum mundo afora. Como parâmetro, os EUA levaram 89 anos (1776 – 1865) após a sua independência, 23 anos a mais que no Império do Brasil 66 anos (1822 – 1888), para libertarem seus escravos. No Censo de 1860 nos EUA, a população escrava era de 3.953.761, enquanto que no Brasil esta população era de 1.584.600. Em 1887, no Brasil havia 600.000 escravos, e este número continuou caindo até 1888, ano em que a PRINCESA ISABEL assinou a Lei Áurea. Os EUA para libertarem seus escravos desencadearam uma sangrenta guerra entre o Norte e o Sul do país. Foi um período de guerra civil triste e difícil que dizimou cerca de 1.000.000 de pessoas entre civis e militares, onde 60% da população branca masculina na faixa etária adequada para o serviço militar morreu, o equivalente a 3% da população, que representaria hoje a 9.000.000 de vidas. “O conflito foi a guerra mais mortal na história dos Estados Unidos, resultando na morte de cerca de 750 mil soldados e um número indeterminado de vítimas civis (incluindo escravos)&#8221;.</p>
<p>• &#8220;O historiador John Huddleston estima o número de mortos em dez por cento de todos os homens do norte com idades entre os 20 e 45 anos e 30 por cento de todos os homens brancos do sul com idades entre 18 e 40 anos”. Cerca de um milhão de mortos apenas para antecipar em alguns anos a libertação de seus escravos que sobreviveram à guerra; enquanto que no Brasil &#8220;D. PEDROII conduziu com grande habilidade e sem traumas sociais a abolição pacífica da escravidão no país; promoveu a diversidade da etnia nacional e patrocinou a imigração em massa de europeus, principalmente italianos e alemães. Ele estava interessado em expandir as principais commodities agrícolas do nosso país, e para fazer do Brasil um grande produtor de algodão, após a derrota dos Estados Confederados durante a Guerra Civil dos EUA, o Imperador convidou com sucesso plantadores de algodão confederados para se instalarem no Brasil. Entre 1867 e 1871, pelo menos três mil famílias confederadas passaram pelo porto do Rio de Janeiro. A maioria deles se instalaram num povoado no Estado de São Paulo, fundando a Cidade de Americana.&#8221;</span></p>
<div class="text_exposed_show">
<p>A tragédia da experiência republicana brasileira definitivamente acabou com o Brasil. Defender este moralmente ilegítimo Regime RÉ-publicano Brasileiro é o mesmo que defender o Bandido que enganou, traiu, roubou e assassinou. A RÉ-pública principiou na ilegalidade inaugurando a primeira Ditadura Militar da História do Brasil, que para se manter assassinou 150.000 brasileiros, apenas nos seus sete primeiros anos de fracassos.</p>
<p>(Por Emanuel Nunes Silva)</p>
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