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	<title>Entrevista Dom Luiz &#8211; Monarquia J&aacute;!</title>
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	<description>Pela restauração da honestidade na vida política! Monarquia Já</description>
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		<title>Entrevista de Dom Luiz para a Folha em Março de 2008</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Mar 2008 18:42:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Analise Política]]></category>
		<category><![CDATA[Dom Luiz]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista Dom Luiz]]></category>
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					<description><![CDATA[⏱️ Tempo estimado: 14 minutos ⏱️ Você está lendo há 00:00 Príncipe imperial vive &#8220;sem luxo nem esplendor&#8221; em casa alugada em SP REGIANE SOARES da Folha Online04/03/2008  11h13 Há 200 anos a família real portuguesa chegou ao Brasil sem saber o que ia encontrar na colônia e muito menos qual seria o...]]></description>
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<header><b style="font-size: 16px;">REGIANE SOARES </b>da <b style="font-size: 16px;">Folha Online</b><time datetime="2008-03-04 11:13">04/03/2008 <i class="sprite icon-clock rs_skip"></i> 11h13</time><br />
<img decoding="async" class="alignright" src="http://f.i.uol.com.br/folha/brasil/images/08060163.jpg" alt="Dom Luiz disse que a República trouxe perecimento da moralidade política" border="0" /><br />
Há 200 anos a família real portuguesa chegou ao Brasil sem saber o que ia encontrar na colônia e muito menos qual seria o futuro da dinastia Bragança. Hoje, a monarquia cedeu espaço para a república e o herdeiro dinástico da família imperial vive à sombra do regime presidencialista na expectativa de um dia governar o país. Em entrevista à <b>Folha Online</b>, dom Luiz de Orleans e Bragança, 69, contou como é viver em São Paulo sem as regalias usufruídas por dom João 6º e Carlota Joaquina no século 19.Chefe da Casa Imperial Brasileira e herdeiro dinástico, dom Luiz diz que vive &#8220;sem luxo nem esplendor&#8221;. Ele nasceu na França, estudou química mas nunca exerceu a profissão. Mora com um de seus irmãos, dom Bertrand de Orleans e Bragança, em uma casa alugada em Higienópolis, bairro nobre da capital paulista. Apesar de bem localizado e grande, o imóvel é um sobrado simples e que requer reparos na pintura e no jardim. A decoração da casa também é simples e não tem nenhum móvel da época da monarquia. Apenas as fotografias ou pinturas de seus pais, avós e bisavós, em especial da princesa Isabel, indicam que naquele lugar vive um nobre.Apoiado em uma bengala e vestido com um terno cinza com risca de giz, dom Luiz recebeu a reportagem na sala de visitas da Casa Imperial do Brasil onde um grande brasão imperial contrasta com uma imagem de nossa senhora de Fátima. Católico praticante, o príncipe disse que divide seu tempo entre orações e o trabalho como representante da família imperial brasileira. Afirmou que não recebe nenhum recurso do governo brasileiro e vive de doações de monarquistas em melhores condições financeiras.</p>
<p>Durante a entrevista, de quase duas horas, dom Luiz se empolgou ao falar sobre a crise na política nacional e riu ao comentar a questão dos cartões de crédito corporativo do governo federal. &#8220;A República trouxe consigo um perecimento da moralidade pública e política e nós chegamos ao auge hoje em dia&#8221;, disse o príncipe, que defende a monarquia como forma de solucionar parte dos problemas na política brasileira.</p>
<p>Quando o assunto é a disputa da família imperial pela herança dinástica &#8211;herdeiros do primeiro filho da princesa Isabel, dom Pedro de Alcântara Orleans e Bragança, que abdicou da dinastia ao se casar, reivindicam o trono inexistente no Brasil&#8211;, dom Luiz prefere não se aprofundar no assunto e limita-se a dizer que é reconhecido internacionalmente como herdeiro dinástico.</p>
<p>Leia a seguir os principais trechos da entrevista com dom Luiz de Orleans e Bragança.</p>
<p><b>Folha Online &#8211; Como é viver hoje como herdeiro dinástico 200 anos após a chegada da família real ao Brasil?</b><br />
<b>Dom Luiz de Orleans e Bragança</b> &#8211; Vivemos sem luxo nem esplendor. Vivemos com os recursos que nós temos, que não são muito grandes. Alguns [dos herdeiros] têm empregos, outros vivem &#8211;como meu irmão d. Bertrand e eu&#8211; de auxílio de monarquistas que nos ajudam a tocar a vida mas sem nenhum luxo &#8211;como você pode ver essa casa não é um palacete, é uma casa média. Vivemos procurando tanto quanto possível lutar pelos interesses do Brasil, no campo ideológico e civil.</p>
<p><b>Folha Online &#8211; E o governo brasileiro, dá alguma ajuda financeira aos herdeiros da família real?</b><br />
<b>Dom Luiz</b> &#8211; Não, o governo não dá nada.</p>
<p><b>Folha Online &#8211; E de onde vêm os recursos?</b><br />
<b>Dom Luiz</b> &#8211; São recursos particulares de pessoas que tem uma certa folga e nos ajudam. São monarquistas brasileiros.</p>
<p><b>Folha Online &#8211; Então o senhor não recebe o laudêmio &#8211;taxa de 2,5% cobrada sobre qualquer transação imobiliária no centro histórico de Petrópolis que vai para a família imperial?</b><br />
<b>Dom Luiz</b> &#8211; Não, não recebo nada. Houve uma divisão nos anos 40 e o ramo da família de Petrópolis ficou com o laudêmio. E o ramo dinástico &#8211;o que herda a Coroa se for restaurada a monarquia&#8211; não ficou com nada.</p>
<p><b>Folha Online &#8211; E quem fez esse acordo? Foi o chefe da Casa Imperial da época?</b><br />
<b>Dom Luiz</b> &#8211; Foi uma questão complicada. Eu não gostaria de entrar nesse campo no momento.</p>
<p><b>Folha Online &#8211; É difícil carregar um nome não só longo mas com tanto significado em uma república como o Brasil e em um mundo globalizado?</b><br />
<b>Dom Luiz</b> &#8211; De um lado é difícil, de outro a gente nasceu e foi criado para isso. Agora, traz uma responsabilidade muito grande. As pessoas olham para nós como quem deveria ser exemplos e nós devemos manter uma linha, uma dignidade, uma compostura para evitar toda e qualquer coisa que possa desabonar esse nome.</p>
<p><b>Folha Online &#8211; E como é seu cotidiano? Como é a vida do príncipe imperial do Brasil hoje?</b><br />
<b>Dom Luiz</b> &#8211; Meu cotidiano é parecido com todos os paulistanos ou todos os brasileiros. Eu me levanto de manhã, faço as minhas orações, tomo café e depois tenho o meu trabalho [como chefe da Casa Imperial]. Tenho bastante correspondência [para ler e responder] e muitos contatos com os monarquistas de todo o Brasil. Recebo visitas de monarquistas de todo o Brasil e participo de congressos monárquicos bianuais. Também procuro atuar no campo ideológico e cível na Associação dos Fundadores &#8211;grupo dissidente da TFP (Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição, Família e Propriedade), uma entidade católica&#8211;, que procura pôr uma barreira à investida do esquerdismo e do comunismo aqui no Brasil muitas vezes sob o manto da Teologia da Libertação.</p>
<p><b>Folha Online &#8211; Então o senhor é contra a Teologia da Libertação. Como é esse trabalho?</b><br />
<b>Dom Luiz</b> &#8211; Escrevo artigos para algumas publicações, faço conferências e palestras. O próprio atual papa [Bento 16] quando era cardeal condenou a Teologia da Libertação, como sendo uma infiltração marxista na teologia católica. Ora, o marxismo é uma filosofia completamente atéia e materialista e não se coaduna com a religião católica. Porque o marxismo não vê no homem uma criatura de Deus com corpo e alma, portanto com necessidades materiais e espirituais e que deve dar &#8220;glória a Deus&#8221; e com isso trazer felicidade sobre a terra.</p>
<p><b>Folha Online &#8211; O senhor vai à missa? Em qual igreja?</b><br />
<b>Dom Luiz</b> &#8211; Vou à missa aos domingos em uma igrejinha particular aqui no bairro.</p>
<p><b>Folha Online &#8211; O senhor é solteiro?</b><br />
<b>Dom Luiz</b> &#8211; Sou solteiro, mas a questão da sucessão está assegurada pelo meu irmão dom Antonio. Meu irmão dom Bertrand é solteiro também. Mas dom Antonio tem quatro filhos &#8211;dois varões e duas mulheres&#8211; e tenho uma outra irmã casada com dois filhos também. A sucessão está largamente assegurada. Era preciso haver uma catástrofe que matasse todo mundo [para não haver herdeiros ao trono].</p>
<p><b>Folha Online &#8211; O princípio da igualdade de nascimento ainda existe? Ou seja, os príncipes só se casam com princesas &#8211;e vice versa&#8211; se não eles têm de abrir mão da herança dinástica?</b><br />
<b>Dom Luiz</b> &#8211; Na Casa Imperial do Brasil sim. Pelo seguinte: normalmente todo príncipe é educado não tanto em função de seus próprios interesses mas em função dos interesses de seu país e de seu povo. E os maridos têm de estar de acordo. E se fizer um casamento com uma pessoa que não foi educada desse jeito pode trazer uma série de complicações, erros e uma série de problemas. E para o bem do país, é preciso que eles sejam casados entre famílias principescas.</p>
<p><b>Folha Online &#8211; E foi uma opção do senhor não casar?</b><br />
<b>Dom Luiz</b> &#8211; Foi, para poder me dedicar à causa monárquica no Brasil e os interesses da nação pátria.</p>
<p><b>Folha Online &#8211; Então o que o senhor pensa sobre a forma com que o nosso país está sendo governado?</b><br />
<b>Dom Luiz</b> &#8211; Eu acho que é só abrir os jornais pra ver. [risos] Hoje o jornal que eu leio normalmente tem páginas e páginas sobre a questão dos tais cartões de crédito [do governo federal]. Eu pergunto: Isso é um bom sintoma? Houve escândalos no ano passado um atrás do outro. Eu pergunto: Está certo isso? Nós temos ameaça de um apagão por falta de energia e por falta de investimentos em infra-estrutura. Eu pergunto: Isso é favorável ao Brasil? A república trouxe consigo um perecimento da moralidade pública e política e nós chegamos ao auge hoje em dia.</p>
<p><b>Folha Online &#8211; E qual o futuro que o senhor vê para o Brasil?</b><br />
<b>Dom Luiz</b> &#8211; Eu vejo o Brasil numa situação bem grave hoje em dia mas com recursos ainda &#8211;recursos de alma do povo brasileiro e naturais quase inesgotáveis&#8211; e com a possibilidade de sair da crise em que se encontra e se tornar realmente um país de primeiro plano no mundo inteiro. Agora, é preciso uma série de reformas e de limpeza em toda a nossa política e nossa vida pública.</p>
<p><b>Folha Online &#8211; Mas o senhor acha que é necessário mudar apenas os personagens ou o sistema político?</b><br />
<b>Dom Luiz</b> &#8211; Eu acho que a monarquia ajudaria enormemente a resolver os problemas. Pelo seguinte: o soberano não é eletivo e, portanto, não está vinculado nem a partidos nem a grupos de interesses e nem a forças econômicas. O seu interesse é o interesse da nação. Por uma razão muito simples: se ele governar bem, quem vai se aproveitar disso é ele mesmo e seus filhos. Se ele governar mal, o castigo cai sobre ele mesmo e seus filhos. Quer dizer, o interesse do soberano e da nação formam um só e não há essa preocupação que há na república da próxima eleição. Isso não existe na monarquia. Mais uma vez eu digo: o interesse do rei e do imperador é uno com o interesse da nação e isso é uma coisa que tem também a capacidade de moralizar toda a política porque ele se torna um exemplo incorrupto e incorruptível para toda a nação. E por via de conseqüência, toda a máquina política a estrutura da nação se torna moralizada. Com isso, os problemas do país se resolvem muito mais facilmente sem que entrem rixas entre partidos políticos ou grupos de interesses. O soberano é um árbitro, é um juiz imparcial que pode ajudar a harmonizar tudo isso.</p>
<p><b>Folha Online &#8211; O senhor acredita que a monarquia possa mesmo voltar ao Brasil?</b><br />
<b>Dom Luiz</b> &#8211; Eu acho que sim e vou lhe dar um exemplo. Houve um plebiscito em 1993 [para a escolha entre a forma &#8211;República ou Monarquia Constitucional&#8211; e sistema de governo &#8211;Presidencialismo ou Parlamentarismo] e nós tivemos 13% dos votos válidos. Entretanto, isso foi realizado em condições muito pouco propícias, porque quando foi proclamada a república o governo provisório disse que convocaria um plebiscito para ver se o povo brasileiro queria continuar com a monarquia ou aceitar a república. E ele esperou 99 anos para realizar isso. E não só isso: estabeleceu nas sucessivas constituições uma cláusula pétrea que rezava que não se podia pôr em causa a forma republicana de governo. Ora, depois de 99 anos começar tendo mais de 10% dos votos válidos é um colosso para qualquer corrente de opinião. É preciso dizer que quando houve a Constituinte de 1988 eu escrevi para os deputados e senadores uma carta mostrando como essa cláusula pétrea era antidemocrática e contrariava os princípios que aqueles parlamentares diziam defender. Eles foram sensíveis a esses argumentos e aboliram a cláusula pétrea. Convocaram o plebiscito, mas não foi feito em igualdade de condições. Primeiro pela falta de tempo para organizar os monarquistas. O Brasil é imenso e meus irmãos e eu percorremos esse país de norte a sul e de leste a oeste. Em segundo lugar, o tempo de preparação [do plebiscito] foi encurtado em vários meses: de 7 setembro para 21 de abril. Em terceiro lugar, os meios de comunicação praticamente só se falava de duas das três opções. Havia três opções: República parlamentar, República presidencialista e Monarquia parlamentar. E só se falava praticamente em República parlamentar e República presidencialista. A forma monárquica de governo foi posta de lado. Não só isso, estava previsto no decreto de convocação do plebiscito que cada corrente tivesse um espaço gratuito [de propaganda] na televisão. Entretanto, meus irmãos e eu não pudemos aproveitar desse espaço.</p>
<p><b>Folha Online &#8211; Por que?</b><br />
<b>Dom Luiz</b> &#8211; Por causa de manobras etc. e a coisa foi&#8230; Nós impetramos um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal e aquilo foi protelado para depois do plebiscito.</p>
<p><b>Folha Online &#8211; Mas teve propaganda dos monarquistas na TV&#8230;</b><br />
<b>Dom Luiz</b> &#8211; Sim, teve, mas por correntes que não eram inteiramente de acordo com as nossas idéias e ideais. E foi muito fraca. O fato de o herdeiro do trono e seu sucessor imediato não poderem aparecer foi realmente uma arbitrariedade colossal.</p>
<p><b>Folha Online &#8211; Foi o dom Gastão que apareceu na propaganda?</b><br />
<b>Dom Luiz</b> &#8211; Não, foi um sobrinho dele. Eu não pude aparecer, mesmo sendo chefe da Casa Imperial do Brasil.</p>
<p><b>Folha Online &#8211; Mas se o senhor era o chefe da Casa e herdeiro dinástico por que não pôde defender a monarquia no plebiscito? A família do dom Gastão conseguiu alguma decisão judicial?</b><br />
<b>Dom Luiz</b> &#8211; Não, não [teve decisão judicial]. Ele foi favorecido por certas correntes do parlamento, por alguns políticos.</p>
<p><b>Folha Online &#8211; O senhor acredita que isso prejudicou o plebiscito?</b><br />
<b>Dom Luiz</b> &#8211; Enormemente. E depois uma campanha contra a monarquia tremenda. Corria tudo que era boato: que seria restabelecida a escravidão, como se não fosse a monarquia que aboliu a escravidão. Os maiores absurdos e nós não pudemos interceder. Apesar disso, [tivemos] 13% dos votos válidos e uma coisa que não se sabe é que mais de mais 50% dos votos foram nulos ou em branco. De onde vem isso? O povo brasileiro é esperto, intuitivo, inteligente e percebeu que o jogo estava falsificado então se absteve.</p>
<p><b>Folha Online &#8211; Ainda assim o senhor acredita que a monarquia possa voltar?</b><br />
<b>Dom Luiz</b> &#8211; Acho que sim. Não hoje, mas amanhã, a médio-longo prazo, pode voltar. E eu acho que vai voltar. Por causa da insatisfação do povo, porque há &#8211;não só no Brasil, mas no mundo inteiro&#8211; uma tendência a voltar às antigas tradições aos antigos modos de ser uma moralidade mais severa. Uma corrente muito forte tanto no Brasil como no exterior. E essa corrente no Brasil pode ser determinante num certo momento. Poderia ser um novo plebiscito, depende muito das circunstâncias. Uma coisa que nós não queremos é um golpe de Estado porque um golpe de Estado sujeita o soberano à facção que o pôs no poder e ele perde sua independência e o carisma próprio da monarquia.</p>
<p><b>Folha Online &#8211; O senhor alguma vez foi consultado pelos governos brasileiros?</b><br />
<b>Dom Luiz</b> &#8211; Não. Normalmente os governos republicanos são ultradiscriminatórios. Eles nunca consultam as casas reais ou imperiais.</p>
<p><b>Folha Online &#8211; Também existe preconceito de achar que as casas imperiais são retrógradas?</b><br />
<b>Dom Luiz</b> &#8211; Pode ser isso também. Mas existe o medo que a opinião pública perceba que há algo diferente no país.</p>
<p><b>Folha Online &#8211; E como ficou a disputa pela herança dinástica com a família de dom Gastão?</b><br />
<b>Dom Luiz</b> &#8211; Praticamente não existe mais dúvida. No Brasil inteiro eu sou reconhecido como chefe da Casa e herdeiro dinástico. Esse é um problema que eu preferia não entrar nele porque são problemas familiares. Hoje em dia está completamente resolvido. Não há dúvida nenhuma em lugar nenhum.</p>
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