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	<title>Bolsonáro &#8211; Monarquia J&aacute;!</title>
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	<description>Pela restauração da honestidade na vida política! Monarquia Já</description>
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	<title>Bolsonáro &#8211; Monarquia J&aacute;!</title>
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		<title>O legado de Bolsonaro será a volta da Monarquia? A mídia começa a falar disso.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Apr 2019 11:06:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ação Monárquica]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="container">
<blockquote><p><em><strong>A mídia brasileira já começa falar em &#8220;legado&#8221; como se o governo de Bolsonáro, que apenas acaba de completar 100 dias, já estivesse terminando seu mandato. Todo movimento, histórico ou político, sempre começa com pequenas manifestações, pequenos sinais. Este é um deles que, provavelmente, poderá reverter em grande mudança para o futuro do País.</strong></em></p>
<p><em><strong>A Monarquia parlamentarista é um sistema de governo com muita estabilidade e progresso. Entre os 10 países de primeiro mundo, 8 são monarquias. O Monarca governa para o povo, por isso não está ligado a nenhum partido politico, sendo que estes, se sucedem democraticamente na pessoa do Primeiro Ministro. Portanto, se este for o legado do Presidente Bolsonaro, ficará para a história.</strong></em></p></blockquote>
<p><a href="https://www.revistaforum.com.br/deputado-diz-que-mourao-concorda-que-legado-de-bolsonaro-deve-ser-mudanca-de-regime-para-monarquia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Deputado diz que Mourão concorda que legado de Bolsonaro deve ser mudança de regime para monarquia</strong></a></p>
<p class="description"><strong>Monarquistas iniciam ocupação dos espaços de poder na Capital e planejam para o futuro tornar Brasília a Capital do Império Brasileiro</strong></p>
</div>
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<div class="wp-caption-text"><a href="https://www.revistaforum.com.br/autor/georgemarques/">Por George Marques</a></div>
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<div class="col-lg-8 col-md-8 col-sm-12 col-xs-12">
<div class="author">Monarquistas estão animados com a perspectiva de mudança de regime no país. Durante o II Encontro Monárquico de Brasília ocorrido nesta quinta-feira (12) em um hotel no centro de Brasília, o deputado federal Luiz Philiphe de Orleans e Bragança confessou a cerca de 200 pessoas que o vice-presidente Hamilton Mourão teria concordado com uma mudança de regime do presidencialismo para a monarquia. Segundo ele, esse seria o legado futuro da gestão do presidente Jair Bolsonaro (PSL).</div>
<div class="text">
<p>“Mudança no regime tem que ser o legado. Previdência não deixa legado. É isso que a gente tem que fazer. E Mourão concordou”, disse o deputado federal Luiz Philiphe, o 29º da lista para assumir o trono.</p>
<p>Em caso de instalação da novo regime, haveria o retorno da família Orleans e Bragança ao poder. Dom Luis Gastão de Orleans e Bragança é o chefe da Casa Imperial do Brasil, primeiro na linha de sucessão ao trono brasileiro. Don Bertrand, tio de Luiz Philipe, é o segundo.</p>
<p>Procurada, a vice-presidência não se pronunciou até o fechamento da matéria. A Fórum mantem espaço aberto.</p>
<p><strong>Mudanças na democracia direta</strong></p>
<p>Como deputado federal Luiz Philipe iniciou os movimentos para mudanças no regime de representação brasileiros. <a href="https://www.revistaforum.com.br/deputado-propoe-a-bolsonaro-projeto-que-pode-revogar-mandatos/">Sugeriu a Bolsonaro o recall de mandato</a> para tirar do poder presidente com mandato impopular.</p>
<p><strong>Gente diferenciada</strong></p>
<p>O encontro faz parte da iniciativa para tornar Brasília a capital do império brasileiro. Esquerdistas não eram bem-vindos naquele ambiente. Logo na entrada recebi um folder “Diga Sim à Monarquia”, que incluía oposição ao casamento gay, o fim das demarcações de terras indígenas e a proibição do aborto em qualquer circunstância.</p>
<p>Presente no encontro, a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) enalteceu os “novos tempos” do Brasil. “Temos um presidente conservador, o ministro Moro, a Damares, o Ricardo Salles, são pessoas diferenciadas, pessoas patriotas com valores diferenciados”.</p>
<p><strong>Estratégia para instalar a monarquia</strong></p>
<p>Aos presentes, jovens, mulheres, casais, negros, brancos, Zambelli explicou a estratégia para instalação da monarquia no Brasil. Segundo a deputada, antes de tudo, três pilares importantes precisam ser colocados em prática: menos estado, mais justiça penal e uma educação de verdade, que não seja em universidades, mas em casa (homescooling). “O Estado não é dono de nossos filhos”, disse.</p>
<p><strong>Clodovil é nosso rei</strong></p>
<p>Apesar do movimento ser contrário ao casamento gay, Zambelli disse que usava a camisa do ex-deputado Clodovil, um homossexual, como forma de quebrar preconceitos. Para esse grupo, Clodovil é um exemplo de como gays devem se comportar: sem levantar bandeiras e com comportamento heteronormativo.</p>
<p><strong>Imprensa amiga</strong></p>
<p>Zambelli elogiou <a href="https://www.bbc.com/portuguese/brasil-47728267">matéria da BBC News</a>, que, segundo ela foi positiva para quebrar o “preconceito” da sociedade contra o movimento monárquico.</p>
<p><strong>Monarquia é o melhor regime</strong></p>
<p>No evento era clara a defesa da mudança de regime do presidencialismo para a monarquia. “Acredito que seja o melhor sistema para resolver as bases da família”, defendeu Zambelli. Para a parlamentar um monarca possui um perfil melhor para “cuidar” do país.</p>
<p><strong>Parlamentarismo-monárquico</strong></p>
<p>No final de março, um adepto da causa, o procurador Gilberto Callado de Oliveira, foi nomeado representante da sociedade civil no Inep (Instituto Nacional de Estudos Educacionais Anísio Teixeira), órgão responsável pelo Enem (Exame Nacional do Ensimo Médio).</p>
<p>“Se o Bolsonaro colocou gente monarquista no governo, significa que ele não tem preconceito. Temos que presenteá-lo. Para instalarmos o parlamentarismo-monárquico, eu acho que a gente tem que se infiltrar em todos os partidos. É uma estratégia de guerra”, disse Zambelli.</p>
</div>
</div>
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</div>
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		<title>Vem aí um Chanceler Isopor???</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Nov 2018 22:15:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Analise Política]]></category>
		<category><![CDATA[Dom Pedro II]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[República]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonáro]]></category>
		<category><![CDATA[Mendigar cargos]]></category>
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					<description><![CDATA[Em Janeiro de 2019 o governo eleito pelas urnas este ano, dará seus primeiros passos. Contudo, já está trabalhando para a transição, escolhendo ministros e assessores. Desejamos que Jair Bolsonaro possa conduzir o País com equidade e segurança. O que nos causa desconforto, enquanto monarquistas, é a avides com que...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em Janeiro de 2019 o governo eleito pelas urnas este ano, dará seus primeiros passos. Contudo, já está trabalhando para a transição, escolhendo ministros e assessores.</p>
<p>Desejamos que Jair Bolsonaro possa conduzir o País com equidade e segurança.</p>
<p>O que nos causa desconforto, enquanto monarquistas, é a avides com que se procura bajular e enaltecer uma figura que em nada representa o ideal da restauração do Império do Brasil, pelo contrário, visa a manutenção da República igualitária e usurpadora.</p>
<p>Dom Pedo II, já em avançada idade, sua esposa, nossa Imperatriz, Dona Tereza Cristina, a Princesa Isabel, a Redentora, seu esposo e seus filhos, foram comunicados que deveriam sair do país e na mesma noite embarcados no navio que os levaria para o exílio. A Imperatriz morreria alguns meses depois e Dom Pedro II perto de um ano e pouco após a Proclamação da República pelos Militares republicanos.</p>
<p>A República militarista implantada comoveu a nação, regou o solo pátrio de sangue monarquista e conduziu o país ao maior período de instabilidade que perdura até hoje.</p>
<p>Tendo os sucessivos governos republicanos assaltado a nação e exaurido suas forças econômicas, sociais, humanas, volta agora um regime para-militar, a cavalo da revolta da Opinião Pública diante da corrupção e se pretende colocar a casa em ordem.</p>
<p>Em vão trabalharão para pacificar o país se não for feito um desagravo ao Imperador deposto e a devolução do Brasil ao Regime Monarquista.</p>
<p>Nas redes sociais, monarquistas inexperientes e afoitos, sugerem que o futuro Presidente, convide um Príncipe para ocupar o cargo de Ministro do Exterior. Até fazem abaixo-assinado, tuitaço, etc&#8230; para isso.</p>
<p>Não haveria nenhum inconveniente que um Príncipe fosso escolhido para compor um Ministério. Que monarquistas passem a mendigar este cargo, com afoiteza e servilismo é incongruente com o ideal monárquico! Ao aceitar o cargo mendigado, o príncipe ficaria totalmente nas mãos do seu benfeitor, tornando-se um fantoche e não um servidor da Pátria.</p>
<p>Dom Pedro II certamente se envergonharia desta atitude, ele que tanto fez pelo Brasil e que tanto sofreu em mãos militares por ser bom, honesto e fiel ao País e a seu povo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Os bastidores da política nacional&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Feb 2018 22:14:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Analise Política]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[República]]></category>
		<category><![CDATA[Alvaro Dias]]></category>
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		<category><![CDATA[Eleições 2018]]></category>
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					<description><![CDATA[Aparentemente, o eleitor só percebe leves ondas no mar político nacional. Descartar a candidatura de Lula, despolarizou as eleições que poderiam levar de volta ao governo os militares através da candidatura de Bolsonario, cuja campanha era criada e mantida pelo medo que o povo tem da volta do candidato da...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Aparentemente, o eleitor só percebe leves ondas no mar político nacional.</p>
<p>Descartar a candidatura de Lula, despolarizou as eleições que poderiam levar de volta ao governo os militares através da candidatura de Bolsonario, cuja campanha era criada e mantida pelo medo que o povo tem da volta do candidato da esquerda petista.</p>
<p>Lula descartado, como fica o panorama?</p>
<p>A República, para se legitimar, necessita obrigatoriamente dar ares de ser democrática e liberal. Uma eleição republicana (realizada com nomes impostos e sem possibilidade que o povo possa escolher outros que não aqueles apresentados) é realizada com a falsa sensação de liberdade, quando na realidade o eleitor NÃO TEM ESCOLHA!</p>
<p>A cada 4 anos o eleitor paga impostos que serão utilizados nesta encenação republicana. Nos bastidores da República (e que nós pobres mortais, você inclusive, não tem acesso) é escolhido o nome do próximo presidente. Os partidos políticos são informados e começam a se preparar para dar ares de legitimidade a eleição. Os partidos nanicos apresentam candidatos, mesmo sabendo que não tem chance, mas felizes com o capital que fluirá para seus cofres. Os grandes partidos se cotizam e começam a negociar os valores do apoio para o candidato escolhido e para o rival que polarizará as eleições naquele ano. Tudo para dar impressão ao eleitor que é ele que escolherá o futuro presidente, o futuro governador, o futuro senador, o futuro deputado&#8230; etc.</p>
<p>Há sempre um risco de dar tudo errado&#8230; como o que aconteceu com a última eleição em que a Dilma se reelegeu, Por um triz ela quase perdeu. Entretanto, sempre haverá uma carta na manga, onde o candidato escolhido por quem manda na República, é eleito.</p>
<p>A esquerda comuno-socialista, perdeu sua força por causa de um erro tático: Lula impôs Dilma como sucessora e foi estrondosamente achincalhado pela escolha. Pretendia voltar como um salvador da Pátria, mas se esqueceu que estava ligado a Dilma por laços extremamente fortes que derrubaram por terra sua candidatura. Tentou varar o Brasil de Norte a Sul para sentir o calor do povo, mas só teve decepções. Sem forças políticas, em Belo Horizonte, joga a toalha e se propõe a fazer alianças com partidos de centro-esquerda como o PMDB e o PSDB para manter o náufrago PT boiando no lodaçal onde afundou.</p>
<p>No Brasil de hoje temos três forças atuantes que poderão fazer o País pender para a continuidade do <strong><em>status quo</em></strong> republicano ou para a volta da república militar ditatorial. A primeira força é a estrutura política cujo candidato para as próximas eleições já foi escolhido. A segunda, procura ficar escondida, e discretamente manipula seus atores para que Bolsonário seja eleito, E a terceira força?</p>
<p>A terceira força tem surgido e crescido em progressão matemática e é considerada como uma ameaça para as duas forças anteriores, pois a volta dela representa tudo o que o Brasil tem de melhor em sua história: a Monarquia! Herdeira de um passado glorioso, a Monarquia foi perseguida e proibida de se manifestar pelos militares que implantaram a República no Brasil em 1889. Mártires da Monarquia derramaram seu sangue em solo brasileiro pelo ódio da República.</p>
<p>As mentiras que por mais de 100 anos a República contou sobre o período monarquista de nossa história estão caindo por terra e as novas gerações estão descobrindo esta força chamada Império do Brasil.</p>
<p>A República militar, pretendente ao Planalto, sem o pivô petista que lhe dava legitimidade em sua campanha, partiu em busca de apoio nos diversos segmentos da sociedade, inclusive nos meios monarquistas, achando que esqueceríamos que foi um militar que derrubou a Monarquia, baniu a Família Imperial, proibiu que monarquistas se manifestassem, perseguiu e matou brasileiros, por serem monarquistas. Canudos, Anhatomirim, etc. estão aí para lembrar que não se pediu perdão por este crime cometido pelos militares republicanos.</p>
<p>O desastre lulo-petista desequilibrou as forças republicanas, obrigando o PMDB a assumir o governo antes do previsto. Pelo loteamento que os partidos fizeram da Presidência da República, segundo me contou um jovem petista, pouco antes do primeiro mandato de Lula, o PT ficaria 20 anos governando, depois viria o PMDB e depois voltaria o PSDB. Porém, a corrupção republicana desmascarada pelas constantes operações da Polícia Federal, obrigou a mudanças nesse esquema. Era preciso um outro nome!</p>
<p>Temos, então, para as próximas eleições de 2018, a força republicana cujo nome já foi escolhido: Alvaro Dias, do Podemos, antigo Partido Trabalhista Nacional. O Senador Alvaro Dias é um nome de consenso entre a classe política e aparentemente não foi maculado pelas investigações da Operação Lava-jato. Já a força militar republicana, escolheu Bolsonário, nome criado como um anti-lula e inflado artificialmente nas redes sociais e que poderá representar a volta do regime democrático de exceção.</p>
<p>Agora vem uma questão curiosa&#8230; como dar ares de legitimidade a esta eleição, quando os dois candidatos, frequentadores do Congresso Nacional (um no Senado e outro na Câmara dos Deputados) aparentemente sem inimizades entre si que polarize o pleito eleitoral? Bolsonário crescerá em cima dos partidos de esquerda, do sucesso da Intervenção militar no Rio de Janeiro, etc. mas, seu grande trunfo: Luiz Inácio Lula da Silva, está fora do páreo. Continuará crescendo após a prisão do petista? Tendo Lula colaborado com os militares na década de 1970, continuará sua colaboração agora, rugindo e espumando para assustar o eleitor e assim forçar a volta da república militar?</p>
<p>As urnas eletrônicas, cujo resultado depende não do botão que o eleitor apertar, mas do que foi decidido nos bastidores, apresentará o eleito já escolhido. Quem será?</p>
<p>&nbsp;</p>
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