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	<title>Opinião &#8211; Monarquia J&aacute;!</title>
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	<description>Pela restauração da honestidade na vida política! Monarquia Já</description>
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	<title>Opinião &#8211; Monarquia J&aacute;!</title>
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		<title>A monarquia republicana: a ilusão do povo e a realidade da elite</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Oct 2025 10:45:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Analise Política]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[Costuma-se dizer que a República nasceu para garantir a soberania do povo, a alternância no poder e o fim dos privilégios hereditários. Na teoria, esse modelo seria o oposto da monarquia. Mas, ao observarmos a política brasileira contemporânea, o que encontramos é uma contradição: um sistema que, embora se proclame...]]></description>
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<p>Costuma-se dizer que a República nasceu para garantir a soberania do povo, a alternância no poder e o fim dos privilégios hereditários. Na teoria, esse modelo seria o oposto da monarquia. Mas, ao observarmos a política brasileira contemporânea, o que encontramos é uma contradição: um sistema que, embora se proclame republicano, reproduz velhas práticas de concentração de poder. É a chamada <strong>“monarquia republicana”</strong> – uma república que veste a roupagem moderna de um regime, mas conserva vícios de outro.</p>



<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://monarquista.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Yo-escuta-so.mp3"></audio></figure>



<p><strong>O Palácio de Quatro Anos: a busca pela eternidade</strong></p>



<p>A crítica à monarquia tradicional apontava para o reinado vitalício e a sucessão por sangue. A República, em contrapartida, prometia limites de mandato e renovação constante. Mas a prática mostra outra realidade: políticos transformam sua trajetória em uma carreira sem fim. Reeleições sucessivas, alternância de cargos e herdeiros políticos perpetuam nomes no cenário público, quase como dinastias disfarçadas.</p>



<p>O que muda, em essência, é o ritual. Em vez da herança automática, temos eleições que muitas vezes apenas legitimam figuras já consolidadas, controladas por máquinas partidárias. A promessa de transitoriedade se dilui em carreiras vitalícias sustentadas por estratégias eleitorais.</p>



<p><strong>O Colégio Eleitoral Oculto: quem realmente escolhe?</strong></p>



<p>A ideia central da República é o voto popular. No entanto, a liberdade do eleitor é mais limitada do que parece. Não se trata de uma escolha aberta, mas de uma seleção previamente filtrada pelos partidos políticos.</p>



<p>As cúpulas partidárias funcionam como um <strong>“colégio de cardeais”</strong>, decidindo quem pode ou não disputar o trono republicano. O povo escolhe entre os “ungidos” por essas estruturas, em um processo em que a representatividade real se dissolve em alianças, coligações e financiamentos. A imagem do cidadão comum ascendendo ao poder perde espaço para o jogo interno de interesses.</p>



<p><strong>A Corte Republicana: privilégios que superam coroas</strong></p>



<p>Se havia um sonho de que a República extinguiria os excessos da monarquia, a realidade foi outra. A elite política brasileira ostenta benefícios que fariam inveja a muitas realezas. Salários acima da média nacional, auxílios diversos, aposentadorias especiais e uma máquina de privilégios tornam-se marcas de um sistema distante da vida do cidadão comum.</p>



<p>Para se ter uma dimensão, cada deputado federal custa em torno de <strong>R$ 200 mil mensais</strong> ao contribuinte, somando salários, verbas de gabinete e auxílios. No fim do ano, o valor ultrapassa <strong>R$ 2 milhões por parlamentar</strong>. Se na monarquia os privilégios vinham de berço, na República eles surgem do cargo – mas permanecem igualmente concentrados em poucos.</p>



<p><strong>O retorno do debate monárquico</strong></p>



<p>O desencanto com a República, incapaz de cumprir seus próprios ideais, reacende discussões sobre a monarquia como alternativa. Em um modelo constitucional e parlamentarista, o monarca, por ser hereditário e desvinculado da política partidária, poderia atuar como árbitro neutro e símbolo de unidade. Já o governo, exercido por representantes eleitos, ficaria submetido à renovação periódica e ao controle popular.</p>



<p>Nesse arranjo, o poder pessoal perde espaço, e o foco retorna à estabilidade e ao bem comum. É um paradoxo: a solução para uma República esvaziada pode estar justamente naquilo que ela prometeu substituir.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Conclusão: entre a ilusão e a realidade</h3>



<p>A chamada “monarquia republicana” mostra que o problema não está apenas no rótulo do regime, mas na prática do poder. A República, que deveria ser a expressão da <strong>res publica</strong> – a coisa pública, de todos –, transformou-se em um palco de elites, perpetuação e privilégios.</p>



<p>Revisitar nossas formas de governo talvez não seja nostalgia, mas uma necessidade. Se a República falha em romper com as velhas práticas, pode ser hora de refletir se uma monarquia moderna, limitada pela Constituição e pelo Parlamento, não ofereceria mais equilíbrio, representatividade e justiça social do que a república de fachada que conhecemos hoje.</p>



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		<title>Monarquia: Uma alternativa estável para o futuro do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Sep 2025 11:35:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ação Monárquica]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[👑Depois de mais de um século de República, o Brasil já teve dezenas de presidentes envolvidos em escândalos, processos e condenações. A sucessão de crises políticas, os ciclos de polarização e o clima de instabilidade constante levantam uma pergunta inevitável: será que um sistema monárquico constitucional não traria mais estabilidade,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>👑<strong>Depois de mais de um século de República, o Brasil já teve dezenas de presidentes envolvidos em escândalos, processos e condenações.</strong> A sucessão de crises políticas, os ciclos de polarização e o clima de instabilidade constante levantam uma pergunta inevitável: será que um sistema monárquico constitucional não traria mais estabilidade, continuidade e responsabilidade ao poder?</p>



<p>Este artigo não propõe um retorno ao passado, e muito menos um golpe de Estado, mas sim um olhar para o futuro com base na experiência de países que mantiveram suas monarquias e prosperaram — como Reino Unido, Suécia, Espanha, Noruega, Japão e Canadá.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">⚖️ Estabilidade institucional</h2>



<p>Repúblicas presidencialistas, como a brasileira, concentram muito poder em uma única figura — o presidente — e, por isso, tornam o país vulnerável a choques políticos e pessoais. Uma crise envolvendo o presidente costuma paralisar todo o sistema.</p>



<p>Nas monarquias constitucionais, a figura do monarca atua como chefe de Estado simbólico e neutro, enquanto o governo efetivo é chefiado por um primeiro-ministro eleito pelo Parlamento. Isso garante continuidade ao Estado mesmo quando há mudanças de governo, evitando rupturas e crises institucionais prolongadas.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">💰 Menor custo e menor personalismo</h2>



<p>Campanhas presidenciais são caríssimas e tendem a se transformar em disputas personalistas e polarizadas. Em uma monarquia parlamentarista, o foco das eleições está em partidos e propostas, não em figuras messiânicas.</p>



<p>Além disso, a ausência de reeleição para o chefe de Estado elimina o incentivo para o uso da máquina pública em benefício pessoal ou eleitoral, um problema recorrente na política brasileira.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">🏛️ Neutralidade e responsabilidade</h2>



<p>Um monarca não governa, não legisla e não decide políticas públicas: ele cumpre funções protocolares e atua como árbitro neutro do sistema. Isso reduz o risco de aparelhamento político do cargo de chefe de Estado e impede que a estabilidade do país dependa da popularidade momentânea de um único indivíduo.</p>



<p>Enquanto o Parlamento e o primeiro-ministro governam e podem ser substituídos a qualquer momento por voto de desconfiança, o monarca garante que as regras do jogo sejam respeitadas e que as instituições continuem funcionando.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">📉 Menor propensão à corrupção de topo</h2>



<p>Chefes de Estado monárquicos não precisam financiar campanhas, nem conquistar apoio de grupos econômicos para chegar ao poder. Essa característica diminui o risco de corrupção na cúpula e permite que os escândalos que surgem sejam mais facilmente isolados ao nível do governo, sem paralisar toda a nação.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">📈 Continuidade e identidade nacional</h2>



<p>Um monarca simboliza a história e a unidade nacional. Seu papel contínuo ajuda a construir políticas de longo prazo e amortecer os impactos de mudanças bruscas de governo.</p>



<p>Em repúblicas presidencialistas, a troca de presidentes costuma significar o abandono de planos de governo anteriores — mesmo que sejam bons para o país — o que gera desperdício, descontinuidade e instabilidade.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">📜 A experiência brasileira</h2>



<p>Durante o Império, o Brasil teve apenas dois monarcas em 67 anos. Foi um período de estabilidade, avanços sociais, consolidação do território e modernização das instituições. Já na República, o país acumula mais de 40 presidentes — muitos depostos, cassados, renunciantes ou condenados judicialmente.</p>



<p>Não se trata de idealizar o passado, mas de reconhecer que o modelo republicano brasileiro produziu um histórico de crises constantes, enquanto a Monarquia Constitucional mostrou-se mais estável e previsível.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">👁️ Uma proposta para o futuro</h2>



<p>Defender a monarquia hoje não significa voltar ao século XIX, mas sim propor um sistema democrático moderno, com Parlamento eleito pelo povo e um primeiro-ministro responsável pelo governo, sob a supervisão de um chefe de Estado imparcial e estável.</p>



<p>Com menos personalismo, menos corrupção e mais continuidade institucional, o Brasil poderia sair do ciclo de crises e construir políticas de longo prazo, livres das disputas eleitorais destrutivas que paralisam o país.</p>



<p><strong>Talvez seja hora de rediscutirmos o modelo que abandonamos há mais de um século.</strong></p>
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		<title>Charles III: Efeitos de sua Coroação e o Futuro da Commonwealth</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Nov 2024 18:29:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Analise Política]]></category>
		<category><![CDATA[Charles III]]></category>
		<category><![CDATA[Nobreza Européia]]></category>
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		<category><![CDATA[Realeza]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O aniversário de Charles III marca também um ano de grandes mudanças na monarquia britânica, com sua coroação consolidando uma nova fase para a coroa. Desde sua ascensão ao trono em maio, Charles tem assumido o papel de monarca com um estilo diferente daquele praticado por sua mãe, a Rainha Elizabeth II, que reinou por mais de 70 anos. As transições e adaptações têm refletido tanto nos britânicos quanto nos povos dos países que o reconhecem como chefe de Estado, além de despertarem expectativas sobre o futuro da Commonwealth.</p>



<p><strong>Efeitos sobre os Britânicos: uma monarquia adaptada aos tempos modernos</strong></p>



<p>A coroação de Charles III foi marcada por uma série de mudanças que começaram a ser sentidas pelo público britânico. Um ponto central tem sido sua tentativa de modernizar a imagem da monarquia. Ao longo de seu reinado, Charles tem procurado associar a monarquia a causas sociais e ambientais, refletindo preocupações atuais com sustentabilidade e preservação ambiental — temas pelos quais ele se destacou como príncipe de Gales.</p>



<p>A recepção do público britânico tem sido mista. Alguns valorizam esse enfoque renovado, enquanto outros, que nutriam grande admiração pela figura da Rainha Elizabeth, têm sentido que a monarquia atravessa um momento de ajuste. A postura de Charles, mais direta e envolvida em temas de política social, tem o apoio de muitos jovens e ativistas, mas também encontra resistência entre tradicionalistas. Ainda assim, o monarca tem usado de seu poder simbólico para apoiar questões sociais urgentes, como a igualdade racial e a pobreza, buscando manter a relevância da monarquia para as novas gerações.</p>



<p><strong>A Commonwealth e o Impacto Internacional</strong></p>



<p>Charles III não é apenas o rei do Reino Unido, mas também chefe de Estado de outros 14 países da Commonwealth, incluindo Canadá, Austrália e Nova Zelândia. Desde a sua coroação, as discussões sobre o papel da monarquia nesses países cresceram significativamente. A continuidade desse vínculo está em questão, e, embora Charles tenha enfatizado seu compromisso com o bem-estar dos países membros, a perspectiva de algumas nações que querem seguir o caminho de Barbados, que se tornou uma república em 2021, parece cada vez mais provável.</p>



<p>Durante suas visitas oficiais, Charles se esforçou para realçar o valor da Commonwealth como uma aliança de cooperação e apoio mútuo, sem forçar uma agenda que impeça o desejo de independência de qualquer membro. Essa abordagem menos paternalista, e mais colaborativa, tem como objetivo fortalecer os laços enquanto respeita a autonomia de cada país. Charles compreende que sua posição de chefe da Commonwealth não deve ser uma imposição, mas sim uma escolha de cada nação envolvida.</p>



<p><strong>O Futuro da Commonwealth: Cooperação e Identidade Nacional</strong></p>



<p>O futuro da Commonwealth sob o reinado de Charles III é uma questão em aberto. Embora alguns países continuem a ter fortes laços históricos e culturais com o Reino Unido, as gerações mais jovens, especialmente em nações distantes do Reino Unido, questionam se a monarquia ainda é relevante para suas identidades nacionais. Charles, consciente disso, tem abordado a Commonwealth como um espaço de cooperação voluntária e de troca cultural, mais do que como uma entidade dominada pela coroa britânica.</p>



<p>A Commonwealth pode se transformar em uma aliança menos centrada na monarquia e mais voltada a iniciativas conjuntas, como programas ambientais, educação e desenvolvimento social. Charles tem incentivado esse movimento, acreditando que a força da Commonwealth reside em seu potencial de colaboração em questões globais, mais do que na sua associação com a monarquia britânica. Para Charles, essa visão pode garantir que o bloco mantenha a relevância em um cenário geopolítico em rápida transformação.</p>



<p><strong>O Rei como Símbolo de Renovação e Continuidade</strong></p>



<p>Charles III tem navegado um caminho complexo de adaptação da monarquia aos novos tempos, mantendo suas tradições e explorando novas maneiras de ser relevante para os britânicos e para a Commonwealth. Sua postura mais inclusiva e adaptada aos desafios contemporâneos sinaliza uma tentativa de preservar o papel da monarquia em um mundo cada vez mais globalizado e interconectado. Se o sucesso do reinado de Charles será ou não suficiente para garantir o futuro da monarquia em alguns países da Commonwealth, ainda não sabemos, mas ele certamente tem se esforçado para trazer a monarquia para mais perto dos tempos atuais e dos valores das próximas gerações.</p>
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		<title>O X da questão sob a ótica monarquista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Sep 2024 17:01:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Analise Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Como um monarquista que valoriza profundamente a soberania nacional e o amor à pátria, é natural que veja essa questão sob uma ótica que prioriza a integridade do país e a defesa dos interesses nacionais. Resumindo, um monarquista que ama sua pátria e preza pela soberania nacional provavelmente verá essa...]]></description>
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<p>Como um monarquista que valoriza profundamente a soberania nacional e o amor à pátria, é natural que veja essa questão sob uma ótica que prioriza a integridade do país e a defesa dos interesses nacionais.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Defesa da Soberania Nacional</strong>: Um monarquista tende a valorizar a soberania como um dos pilares fundamentais de um Estado forte e independente. Nesse sentido, é esperado que veja com preocupação qualquer tentativa de uma entidade estrangeira, seja uma empresa ou um indivíduo influente como Elon Musk, de desrespeitar as leis brasileiras. A soberania implica que o Brasil tem o direito de criar e fazer cumprir suas próprias leis, especialmente no que diz respeito à proteção de seus cidadãos contra conteúdos prejudiciais.</li>



<li><strong>Valorização da Ordem e da Tradição</strong>: Monarquistas frequentemente valorizam a ordem social, a estabilidade e a tradição. A proliferação de fake news e discursos de ódio pode ser vista como uma ameaça à coesão social e à estabilidade do país. Portanto, apoiar o cumprimento rigoroso das leis que visam controlar essas questões pode ser interpretado como uma defesa da ordem e do bem comum.</li>



<li><strong>Responsabilidade das Plataformas Digitais</strong>: Mesmo que um monarquista valorize a liberdade de expressão, ele também pode entender que essa liberdade deve ser exercida com responsabilidade. As plataformas digitais, como o X, têm um papel significativo na formação da opinião pública e, portanto, devem agir de acordo com as leis locais que buscam preservar a verdade e a justiça. Assim, a punição de violações por parte dessas plataformas pode ser vista como uma forma legítima de proteger a nação.</li>



<li><strong>Lealdade à Pátria</strong>: O amor à pátria é central para um monarquista. Nessa perspectiva, proteger a nação contra influências externas que possam comprometer a integridade das instituições e a segurança dos cidadãos é fundamental. Apoiar a aplicação das leis brasileiras e resistir a tentativas de minar a autoridade nacional seria uma expressão natural desse patriotismo.</li>



<li><strong>Respeito às Instituições</strong>: Um monarquista geralmente valoriza o respeito às instituições e à autoridade legítima. Nesse contexto, a Justiça brasileira, ao aplicar as leis do país, está cumprindo seu papel constitucional de proteger a ordem pública e a soberania. Defendê-la, portanto, é defender a própria estrutura do Estado.</li>
</ol>



<p>Resumindo, um monarquista que ama sua pátria e preza pela soberania nacional provavelmente verá essa questão como um teste crucial para a defesa da integridade e da independência do Brasil. Ele poderá apoiar as ações que garantam o respeito às leis nacionais e que protejam o país contra qualquer tentativa de violar sua soberania, mesmo sob o pretexto de defender a liberdade de expressão.</p>
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		<title>Nobreza e tradição, em Santa Terezinha, revelam que Monarquia não é apenas uma forma de governo, mas um estilo de vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2024 11:10:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Realeza]]></category>
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					<description><![CDATA[A paleta de cores sofisticada e bordados delicados, cada detalhe dos vestidos da realeza foi meticulosamente planejado para celebrar a riqueza, a nobreza e a tradição que a apicultura representa para a região. Essa conexão entre a nobreza dos trajes e a tradição apícola de Santa Terezinha demonstra que Monarquia,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A paleta de cores sofisticada e bordados delicados, cada detalhe dos vestidos da realeza foi meticulosamente planejado para celebrar a riqueza, a nobreza e a tradição que a apicultura representa para a região. Essa conexão entre a nobreza dos trajes e a tradição apícola de Santa Terezinha demonstra que Monarquia, mesmo em um contexto festivo, é uma expressão profunda de cultura e identidade.</p>



<p>A Festa Regional do Mel, um dos eventos mais tradicionais de Santa Terezinha, revelou nesta terça-feira os novos trajes da realeza, marcando uma nova etapa na celebração desta festa que homenageia a produção local de mel.</p>



<p>Os novos trajes foram projetados com uma paleta de cores elegante, escolhida para refletir a riqueza e a nobreza associadas à produção de mel. Os vestidos da realeza são confeccionados em um tom profundo de marsala, que evoca sofisticação e simboliza a importância da apicultura para a região.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.jatv.com.br/fotos/940625/file/desktop/WhatsApp%20Image%202024-08-06%20at%2000.05.42.jpeg?1722943926" alt=""/></figure>



<p>Os bordados em arabescos, delicadamente aplicados em rose gold, adicionam um toque sutil de sofisticação. Esse detalhe não apenas embeleza os trajes, mas também reflete a luz de maneira encantadora, capturando a essência da festa.</p>



<p>As mangas amplas dos trajes são decoradas com pequenas flores, um detalhe que carrega um significado simbólico profundo. Essas flores representam as diversas variedades visitadas pelas abelhas em sua jornada para produzir mel, ressaltando a importância da biodiversidade e a interação entre a natureza e a apicultura.</p>



<p>Cada elemento dos trajes foi meticulosamente planejado para celebrar a beleza estética e valorizar a cultura local, destacando a dedicação e a essência da produção de mel em Santa Terezinha. Os trajes não apenas enaltecem o evento, mas também representam a ligação entre a tradição da apicultura e a comunidade.</p>



<p>A nova realeza da Festa Regional do Mel, com seus trajes elegantes e significativos, promete adicionar um toque especial à celebração, que já é um tributo à natureza e à rica tradição cultural da cidade.​</p>
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		<title>A Monarquia num sermão no interior de SC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jun 2024 12:01:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Analise Política]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[Domingo de manhã, dia de Missa numa capelinha no interior de Santa Catarina. O sermão proferido com muita propriedade pelo Pároco, tratava do Reino de Deus e a parábola da Semente de Mostarda. &#8220;Cristo veio introduzir uma nova forma de monarquia, não a monarquia política que os povos já estavam...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Domingo de manhã, dia de Missa numa capelinha no interior de Santa Catarina. O sermão proferido com muita propriedade pelo Pároco, tratava do Reino de Deus e a parábola da Semente de Mostarda.</p>



<p>&#8220;Cristo veio introduzir uma nova forma de monarquia, não a monarquia política que os povos já estavam acostumados, mas a monarquia espiritual e o reino espiritual&#8221;, afirmou o jovem pároco.</p>



<p>Voltando para casa, no caminho, fui meditando naquelas palavras. Gostaria de compartilhar com todos minha linha de pensamento:</p>



<p>O povo eleito, governado por profetas até certo período de sua história, cansou-se deste governo e pediu a Deus um rei, como os outros povos.</p>



<p>Os profetas não abandonaram de imediato o povo eleito, mas o acompanharam até que a monarquia estivesse estabelecida como forma de governo.</p>



<p>Quando Cristo se encarnou e veio redimir o gênero humano, a ideia de monarquia permanecia como forma de governo e erroneamente os apóstolos e discípulos de Jesus acreditavam que haveria uma restauração do Reino de Israel a sua antiga força e forma.</p>



<p>Na parábola Cristo não apenas ensina que isto não aconteceria, mas eleva o conceito de monarquia a um patamar muito mais amplo e elevado.</p>



<p>&#8220;Uma nova forma de monarquia&#8221; começando pela monarquia espiritual a partir da qual o comportamento, o conhecimento, o intelecto, a arte, a gastronomia, etc foi influenciada e elevou o ser humano.</p>



<p>As Revoluções surgidas no fim da Idade Média, interrompeu o processo de encaminhamento da humanidade rumo à monarquia ideal, maculando e confundindo os princípios, tornando o mundo um avesso ridículo da monarquia verdadeira.</p>



<p>Hoje, a maioria dos monarquistas tem uma visão tão antiga quando a dos judeus dos tempos de Cristo, achando que a restauração monárquica é apenas uma movimentação política sem relação com aquele ideal instituído por Jesus Cristo.</p>



<p>E você, o que acha? </p>
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		<title>O círculo católico da monarquia britânica e sua influência política</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jan 2024 12:24:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Analise Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nobreza Européia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[Houve um debate sobre o que significaria para a Igreja da Inglaterra quando o herdeiro da Coroa casar-se com uma mulher de fé católica. No dia 18 de dezembro de 2004, dois meses antes do anúncio do segundo casamento de Charles III, Boris Johnson, na época, editor da revista política...]]></description>
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<p>Houve um debate sobre o que significaria para a Igreja da Inglaterra quando o herdeiro da Coroa casar-se com uma mulher de fé católica.</p>



<p>No dia 18 de dezembro de 2004, dois meses antes do anúncio do segundo casamento de <strong>Charles III</strong>, <strong>Boris Johnson</strong>, na época, editor da revista política <em>O espectador</em>, publicou um editorial intitulado “Vamos nos casar”, onde afirmava que <strong>Camila Parker Bowles</strong> era católica.</p>



<p>Naqueles anos, houve um debate sobre o problema do futuro rei se casar com uma mulher divorciada; O então Arcebispo de Cantuária foi contra o casamento porque essa relação também tinha levado ao rompimento do seu <strong>casamento com Diana</strong>. Entretanto, o catolicismo de Camila ao qual Johnson se referia não teve nada a ver com essa controvérsia.</p>



<p>O editorial dizia textualmente: «há uma questão constitucional a resolver. Camila é católica. O Príncipe de Gales, por outro lado, sucederá à sua mãe à frente da Igreja da Inglaterra. (…) A integração de um católico romano na família real é algo com que concordaríamos de bom grado.”</p>



<p>Diante da informação tão relevante para a Coroa, para o sistema constitucional e para o establishment britânico, o professor de Direito Constitucional do King&#8217;s College London, Robert Blackburn, enviou uma carta ao Secretariado Privado da Rainha. Dois meses depois, interessou-se pelas consequências jurídicas da catolicidade de Camila.</p>



<p>Poucos dias depois, a resposta &#8220;igualmente educada&#8221; que recebeu foi: &#8220;A Sra. Parker Bowles é membro da Igreja da Inglaterra, portanto a questão constitucional para a qual ela chama a atenção em sua carta não se coloca.&#8221; Foi assim que o Palácio de Buckingham resolveu a questão, ao anunciar que o <strong>&#8220;Triângulo Dourado&#8221;</strong>. Downing Street, Conselho de Ministros e Buckingham – já aprovara o casamento, após Carlos afirmar que Camilla era um assunto “inegociável”.</p>



<p>Curiosamente, dias depois do professor Blackburn ter enviado a carta e dois meses depois da publicação do editorial no <em>O Espectador</em>, Clarence House anuncia o casamento. Coincidentemente ou não, alguns anos de campanha de relações públicas para mudar a imagem que tinham dela &#8211; o &#8220;Projeto Rainha Camila&#8221; &#8211; evitam outro novo grande debate que complicaria ainda mais os planos de casamento e a morte do Príncipe de Gales Camilla se tornará rainha.</p>



<p><strong>Anos de suposta desqualificação</strong></p>



<p>Embora naquele momento o suposto catolicismo da Sra. Parker Bowles não tivesse sido revelado à imprensa, o mais grave era que isso impediria a ascensão de Charles ao trono fornecendo argumentos aos que preferiam, depois da <strong>morte de Elizabeth II</strong> a coroa fosse diretamente para o príncipe William.</p>



<p>A questão constitucional que precisava ser abordada era a revogação de algumas cláusulas da Declaração de Direitos de 1688 e do Ato de Acordo de 1701 que excluíam da Coroa qualquer católico ou qualquer pessoa que se casasse com um “papista” – como os anglicanos chamam os apostólicos romanos – e que foram aprovadas após a Revolução Gloriosa forçando a abdicação do católico Jaime II.</p>



<p>As disposições anticatólicas que permanecem na Constituição não codificada do Reino Unido proíbem apenas o herdeiro casar-se com um católico, mas não com uma pessoa de qualquer outra religião.</p>



<figure class="wp-block-image" id="m33393-33392-33394"><a href="https://www.eldebate.com/gente/20240115/la-reina-camila-circulo-catolico-monarquia-britanica_166684.html#809cbf55-5fd6-488e-b97b-927db92fc802"><img decoding="async" src="https://imagenes.eldebate.com/files/vertical_composte_image/uploads/2024/01/12/65a15f8e62e00.jpeg" alt="Rei Carlos III e Rainha Camilla presentes no dia de Natal em Sandringham, Norfolk, Inglaterra, 25 de dezembro de 2023"/></a><figcaption class="wp-element-caption">Rei Carlos III e Camila</figcaption></figure>



<p>Mas qual era a ligação de Camila com a Igreja Católica?</p>



<p>Em 1973 ela contraiu um casamento na Igreja Católica com<strong>Andrew Parker Bowles</strong> um oficial do exército católico, que estudou no Ampleforth College, uma escola beneditina, ou em Eton para as elites católicas junto com o Stonyhurst College of the Jesuits. Os filhos de Camila, <strong>Tom e Laura,</strong> foram educados na Igreja Romana e criados como tal. Camila possivelmente iria à missa dominical com sua família e sua filha Laura estudava na St. Mary&#8217;s School em Shaftesbury, Dorset.</p>



<p>Um ano após o casamento de Charles e Camilla, em abril de 2013, quando o príncipe <strong>Willian e Kate Middleton</strong> esperavam o seu primeiro filho, o Parlamento aprovou a Lei da Sucessão da Coroa para abolir a prevalência dos direitos dos homens sobre as mulheres. Naquela época, nove anos antes de Carlos ascender ao trono, estranhamente aproveitou-se a oportunidade para revogar as disposições legais que desqualificam aqueles que &#8220;casam com uma pessoa de fé católica romana&#8221; para suceder na Coroa. Além disso, foi dito que era retroativo, o que permitia que Carlos reinasse se fosse alegado que Camilla era católica.</p>



<p><strong>Era uma “Lei Camila”?</strong></p>



<p>Ano passado, quatro meses antes da <strong>coroação “gloriosa” </strong>de Charles e Camilla, conforme afirmou o Arcebispo de Canterbury, o Professor Blackburn publicou um artigo acadêmico intitulado “Casar-se: o curioso caso da alegada desqualificação de Charles do trono por Camilla”, onde incluiu a tese de Boris Johnson e concluindo que a Lei da Coroa de 2013, que acrescentou que os herdeiros da coroa poderiam se casar com uma católica, <strong>&#8220;foi aprovado às pressas pelo Parlamento.</strong> O Governo mal permitiu duas sessões na Câmara Comum, suspendendo o seu debate e escrutínio. ”Apesar da importância da segunda leitura parlamentar e das fases da comissão, ambos formulários processados ​​rapidamente no mesmo dia”.</p>



<p>O professor destacou: «o número de pessoas com possibilidade de sucessão ao trono é extremamente pequeno. “Este foi especificamente uma <strong>&#8216;Lei Camila&#8217;</strong> para evitar quaisquer reivindicações ou barreiras para que Carlos se tornasse rei devido ao seu casamento em 2005?”</p>



<p>Durante aquele acalorado debate parlamentar em 2013, o deputado conservador Jacob Rees-Mogg, um católico tradicionalista que mais tarde se tornou ministro no gabinete de Boris Johnson e líder da Câmara dos Comuns, protestou, como vimos nas actas parlamentares: &#8220;vamos debater a questão constitucional mais importante a que a Assembleia já legislou, ou seja, quem será o nosso soberano? Quem será elegível para receber talvez a posição mais importante do mundo? (…) aprovamos como uma medida de emergência como se fosse para combater um ataque terrorista ou uma pandemia&#8221;.</p>



<p>O mais surpreendente é que, de acordo com a lei anticatólica em vigor quando Charles se casou com Camilla em 2013, quando ela foi cassada, o Príncipe de Gales poderia ter sido legalmente desqualificado para suceder a sua mãe. No entanto, a monarquia tem muitos outros recursos porque, como diz Blackburn, “qual é o teste legal para ser um “papista?” (…) Uma pessoa pode decidir sobre a sua fé com total liberdade, se é anglicana, muçulmana, católica ou budista, de um dia para o outro&#8221;.</p>



<p><strong>Vestígios anticatólicos</strong></p>



<p>Um exemplo de dois vestígios anticatólicos que ainda permanecem no Reino Unido é que Boris, que foi batizado católico, mudou-se para a Igreja de Inglaterra enquanto era estudante em Eton, possivelmente para facilitar as suas aspirações políticas. E <strong>Tony Blair</strong> preferiu esperar até ao final do mandato, em 2007, para requerer o ingresso na Igreja Católica, processo de conversação que a sua mulher incentivou e que foi acompanhado de perto por <strong>João Walsh,</strong> Capelão da Royal Air Force que há vários anos fornece ao primeiro-ministro leituras do teólogo Ratzinger. Para que o neto mais velho da rainha Elizabeth, Peter Phillips, filho da <strong>princesa Ana</strong>, não perca o seu direito ao trono, após se casar em 2008 com  <strong>Autumn Kelly,</strong> que desistiu de ser católica e se tornou anglicana, mas anos depois se divorciou. Por outro lado, o príncipe Michael de Kent, primo-irmão de Elizabeth II, teve que renunciar aos seus direitos dinásticos quando se casou com a baronesa alemã Marie-Christine von Reibnitz, uma católica, em 1978; Direitos que foram revertidos após mudança na lei em 2013.</p>



<figure class="wp-block-image" id="m33404-33403-33405"><a href="https://www.eldebate.com/gente/20240115/la-reina-camila-circulo-catolico-monarquia-britanica_166684.html#f0e2bd3a-8ab7-4615-9e82-acbd58aba5ee"><img decoding="async" src="https://imagenes.eldebate.com/files/vertical_composte_image/uploads/2023/05/06/6456394ca8e02.jpeg" alt="As únicas mulheres com coroa ou tiara serão Camilla com peça grande Mary de Teck, Kate e sua filha Charlotte com tiaras florais."/></a><figcaption class="wp-element-caption">Princesa de Gales</figcaption></figure>



<p>Quando perguntamos a Sarah, sacristã da Capela de São Jorge, no Castelo de Windsor, se a Rainha Camilla é católica, ela riu e disse que “só as pessoas do seu círculo íntimo poderiam saber disso”. Talvez Boris, o único primeiro-ministro a casar com uma católica durante o seu mandato, seja um deles. De qualquer forma, Camila não seria a única católica nesta monarquia ligada a um anglicanismo que atravessa os nossos momentos mais difíceis.</p>



<p>A<strong> Duquesa de Kent,</strong> Catherine Worsley, esposa de Eduardo, duque de Kent, primo-irmão de Elizabeth II, converteu-se ao catolicismo em 1994. Os dois filhos da família, Nicholas Windsor, seguiram os passos de sua mãe e de seu primogênito, George Windsor, conde de Santo André, casado com uma católica, Sylvana Tomaselli. O duque de Norfolk, Edward Fitzaland-Howard, que tem a prerrogativa histórica de organizar grandes cerimónias reais, como o funeral de Elizabeth II e a coroação de Carlos III, pertence, tal como os seus antepassados, à Igreja Católica Romana. No seio de Isabel II, a Princesa Margarida, que pertence à Alta Igreja, também chamada de Anglo-Católica por ser a ministra da Igreja Anglicana mais próxima da Igreja Católica, considerou a possibilidade de converter-se e visitou o Papa Pio XII em inúmeras ocasiões. Como afirma<strong> Andrew Morton em </strong><em><strong>Elizabeth e Margarida</strong>,</em> “Sob a influência de um alto funcionário público, Derek Jennings, que se converteu ao catolicismo e mais tarde se tornou pai, ele conseguiu causar uma verdadeira ruptura.” E Noel Botham, em seu livro <em>Margaret: a última princesa real</em>, afirma que não se converteu ao catolicismo por lealdade à sua fé. Também capelão de Elizabeth II, Gavin Ashenden, converteu-se ao catolicismo há alguns anos devido à decadência da Igreja Anglicana.</p>



<p>Uma nova leitura também pode beneficiar a <strong>Princesa de Wale.</strong> Embora Kate Middleton tenha sido confirmada na Igreja Anglicana antes de se casar, poucos meses depois do nascimento do príncipe George, ela escolheu como babá<strong> dos herdeiros a espanhola María Teresa Turrión Borallo,</strong> uma mulher de convicções católicas e cujo único irmão é diácono.</p>



<p>Se a esposa do monarca e as consortes dos dois herdeiros do trono pudem ser católicas, e educar os filhos nesta fé, como requisito de casamentos mistos, abrem-se as nossas portas para que o futuro Rei seja católico.</p>



<p>Ser o chefe supremo da Igreja da Inglaterra é um título que, embora tenha importância simbólica, também não pode ser subestimado. Como um católico romano não pode atualmente aceder à Coroa, sabemos que no futuro este último vestígio legal será abolido e poderemos ver mais uma vez um monarca católico no Reino de Inglaterra.</p>



<p class="has-text-align-center"><a><strong>Cristina Munoz Osuna</strong></a></p>
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		<title>A Europa sem rainhas reinantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jan 2024 10:22:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ação Monárquica]]></category>
		<category><![CDATA[Nobreza Européia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[14 de janeiro foi o dia em que a rainha Margarida II abdicou do trono&#160;da Dinamarca após 52 anos como monarca. Foi o fim de uma era, mas também o início de uma Europa sem rainhas. Na Europa existem, atualmente, dez famílias reais, sendo que três são principados (Andorra, Mónaco...]]></description>
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<p>14 de janeiro foi o dia em que a rainha Margarida II abdicou do trono&nbsp;da Dinamarca após 52 anos como monarca. Foi o fim de uma era, mas também o início de uma Europa sem rainhas.</p>



<p>Na Europa existem, atualmente, dez famílias reais, sendo que três são principados (Andorra, Mónaco e Liechtenstein), e o Vaticano é uma monarquia eletiva. No Luxemburgo, a monarquia é representada pelo Grão-Duque. Atualmente sem rainhas, o cenário não deverá manter-se assim durante muito mais tempo</p>



<p>Margarida da Dinamarca abdicou do cargo apenas um ano e quatro meses depois da morte de Isabel II e de se ter tornado na&nbsp;<a href="https://cnnportugal.iol.pt/rainha-margrethe-da-dinamarca/dinamarca/margarida-da-dinamarca-torna-se-a-rainha-ha-mais-tempo-no-trono/20220909/631b2cac0cf2f9a86eb4d11b">rainha no trono há mais tempo</a>. Apesar de ter afirmado várias vezes que ficaria no cargo &#8220;até cair&#8221;, os graves problemas de saúde que enfrentou no último ano levaram-na a ceder o lugar ao filho, o agora rei Frederico X.&nbsp;</p>



<p>Com isto, a última monarquia regida por uma mulher deu lugar a um rei acompanhado por uma rainha consorte, pelo menos até que a próxima rainha suba ao trono, o que poderá acontecer na próxima década e num país vizinho.&nbsp;</p>



<p>Na Suécia, a princesa herdeira Victoria sucederá ao pai, o rei Carl Gustaf, de 77 anos e&nbsp;<a href="https://www.reuters.com/world/europe/swedens-carl-xvi-gustaf-celebrates-50-years-king-2023-09-15/">há 50 anos no trono sueco</a>. Com 47 anos, Victoria será a próxima rainha que se segue &#8211; tornando-se a única rainha entre reis (acompanhados das rainhas consortes) &#8211; e depois de si o país também continuará a ser regido por uma mulher: a princesa Estele.</p>



<p>O país foi o primeiro a alterar a lei da sucessão, em 1980, tendo adotado a ordem de sucessão neutra em termos de género, ou seja, independentemente do primeiro filho do monarca ser menino ou menina era ele o herdeiro à coroa. Seguiram-se os Países Baixos em 1983, a Noruega em 1990, a Bélgica em 1991, Dinamarca em 2009, e Luxemburgo e Reino Unido, ambos em 2011. Atualmente, apenas Espanha, Mónaco e&nbsp;Liechtenstein mantém-me a lei da sucessão sem dar primazia ao primeiro filho independentemente do género. No caso de Espanha, onde a herdeira ao trono é a princesa Leonor, as mulheres apenas podem subir ao trono no caso de os reis não terem nenhum filho homem.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Futuro é feminino</h2>



<p>Na Europa existem, atualmente,&nbsp;<a href="http://cnnportugal.iol.pt/reis-da-holanda/reis-de-espanha/carlos-iii-ha-quase-nove-anos-que-a-europa-nao-assiste-a-uma-coroacao/20230425/642d4e300cf2665294dd91a4">dez famílias reais</a>, sendo que três são principados (Andorra, Mónaco e Liechtenstein), e o Vaticano é uma monarquia eletiva. No Luxemburgo, a monarquia é representada pelo Grão-Duque. Atualmente sem rainhas, o cenário não deverá manter-se assim durante muito mais tempo.&nbsp;Depois de&nbsp;<a href="https://cnnportugal.iol.pt/dinamarca/rei-da-dinamarca/ha-um-novo-rei-da-dinamarca-quem-e-frederico-x-o-sucessor-de-margarida-ii-que-recebe-a-monarquia-numa-bandeja-de-prata/20240114/65a3eca4d34e65afa2f9a5e4">Frederico X da Dinamarca ter sido proclamado rei</a>, devem seguir-se os príncipes Victoria da Suécia e Haakon da Noruega. Faz ainda parte desta geração o príncipe William do Reino Unido, que irá suceder ao rei Carlos III &#8211; que subiu ao trono em maio de 2023 após a morte de Isabel II.&nbsp;</p>



<p>Mas a próxima geração de monarcas é feminina: nos tronos da Europa seguem-se então a princesa Estele da Suécia, a princesa Ingrid Alexandra da Noruega, a princesa Amália dos Países Baixos, a princesa Isabel da Bélgica e a princesa Leonor de Espanha.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><a href="https://cnnportugal.iol.pt/europa/rainhas/a-europa-ficou-sem-rainhas-no-trono-mas-o-futuro-e-feminino/20240116/65a64fb6d34e65afa2f9b628#4481065c-a03e-4382-8d28-8e3e8c9b42ea"><img decoding="async" src="https://www.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/65a64d9bd34e65afa2f9b614/" alt=""/></a><figcaption class="wp-element-caption">Princesa Estele da Suécia, Princesa Ingrid Alexandra da Noruega, Príncipe Christian da Dinamarca, Princesa Amália dos Países Baixos e Princesa Isabel da Bélgica (KELD NAVNTOFT, KONGEHUSET)</figcaption></figure>



<p>As exceções são a Dinamarca com o príncipe Christian e o Reino Unido com o príncipe George, dois rapazes no meio de uma geração de princesas herdeiras ao trono, no caso das monarquias continuarem a existir quando for a sua vez de serem proclamados.&nbsp;</p>



<p><a href="https://cnnportugal.iol.pt/alberto-miranda/coroacao/a-funcao-do-principe-herdeiro-e-esperar-que-o-soberano-morra-entrevista/20230430/6435aac40cf2dce741b40ee1">Em entrevista à CNN Portugal</a>, pela altura da coroação de Carlos III, Alberto Miranda, especialista em realeza, lembrou que &#8220;as monarquias todas, mas a inglesa em particular, são fortes catalisadores da economia, do turismo&#8221;.</p>



<p>&#8220;A monarquia é uma grande instituição no Reino Unido. É aquela velha história de visitar o palácio de Buckingham quando se vai a Londres, de ver onde mora o rei, não é? E está muito presente no turismo internacional. É uma marca, a monarquia. E as monarquias todas, mas a inglesa em particular, são fortes catalisadores da economia, do turismo.&#8221;</p>



<p><a href="https://cnnportugal.iol.pt/perfil/andreia-miranda/618fa7850cf2c7ea0f085bae">Andreia Miranda</a></p>
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		<title>&#8220;Caindo na Real&#8221; comedia milionária para ridicularizar a Monarquia</title>
		<link>https://monarquista.com.br/caindo-na-real-comedia-milionaria-para-ridicularizar-a-monarquia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Dec 2023 18:06:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Analise Política]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Realeza]]></category>
		<category><![CDATA[República]]></category>
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					<description><![CDATA[Quem não entende de história, regimes políticos, democracia, resolve ridicularizar a Monarquia, presente hoje em 90 % dos países mais desenvolvidos do Planeta. O enredo envolve &#8220;uma carismática chapeira que vive em um Brasil do futuro, em meio a uma crise econômica e institucional sem precedentes&#8221; e que recebe &#8220;um...]]></description>
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<p>Quem não entende de história, regimes políticos, democracia, resolve ridicularizar a Monarquia, presente hoje em 90 % dos países mais desenvolvidos do Planeta.</p>



<p>O enredo envolve &#8220;<em>uma carismática chapeira que vive em um Brasil do futuro, em meio a uma crise econômica e institucional sem precedentes</em>&#8221; e que recebe &#8220;<em>um aviso oficial do governo revelando que (&#8230;) vem de uma linhagem direta da família Real e será nomeada Rainha do Brasil, que voltou a adotar a Monarquia como seu regime político</em>&#8220;.</p>



<p>&#8220;Esta é a premissa da comédia “Caindo na Real”, uma produção da Elo Studios em parceria com o Telecine, <em>Funcine Investimage – TIM e BNDES – </em>que iniciou suas filmagens em novembro deste ano em Brasília e no Rio de Janeiro&#8221; avisa a Redação do <a href="https://www.diariocarioca.com/entretenimento/cultura/cinema/divulgada-primeira-foto-de-belo-e-evelyn-castro-no-filme-caindo-na-real/"><strong>Diário Carioca</strong></a>.</p>



<p>Notem que a TIM e o BNDES patrocinam esta comédia, cujo único objetivo é denegrir o regime Monarquico, lançar a confusão entre aqueles que apoiam esta forma de governo e minar uma possível volta do Brasil á Monarquia.</p>



<p>&#8220;<em>Com direção de André Pellenz (“Minha Mãe é Uma Peça”, “Detetives do Prédio Azul”) e roteiro de Bia Crespo (“Galeria Futuro”, “A Sogra Perfeita”), o filme terá em seu elenco nomes como Evelyn Castro (vivendo sua primeira protagonista em um longa-metragem), Belo, Victor Lamoglia, Maria Clara Gueiros, Cissa Guimarães, Pedro Scooby, Maurício Manfrini e Caito Mainier, entre outros</em>&#8221; afirma a matéria do <a href="https://www.diariocarioca.com/entretenimento/cultura/cinema/divulgada-primeira-foto-de-belo-e-evelyn-castro-no-filme-caindo-na-real/"><strong>Diário Carioca</strong></a>.</p>



<p>&#8220;<em>Nossa ideia é trazer, por meio da comédia, debates importantes como a defesa da democracia e da presença feminina em espaços de liderança – em uma linguagem leve e divertida</em>”, comenta Jatir Eiró, Produtor-Executivo da Elo Studios.</p>



<p>&#8220;Caindo na Real&#8221; demonstra que a Monarquia é um tema que garante público e promete grande bilheteria, pois Reis e Rainhas atraem muito mais que presidentes e presidentas.</p>



<p></p>
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		<title>Monarquia: esquerda ou direita?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Aug 2023 20:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ação Monárquica]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[Os movimentos monárquicos pipocaram no Brasil após 2018 com a abertura de grupos em diversos Estados e cidades. O aumento repentino de monarquistas trouxe um problema: a falta de conhecimento da maioria mais jovem que desconhece a história do movimento monárquico brasileiro e o confunde com uma &#8220;contra-revolução reliciosa&#8221;. Estudo,...]]></description>
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<p>Os movimentos monárquicos pipocaram no Brasil após 2018 com a abertura de grupos em diversos Estados e cidades.</p>



<p>O aumento repentino de monarquistas trouxe um problema: a falta de conhecimento da maioria mais jovem que desconhece a história do movimento monárquico brasileiro e o confunde com uma &#8220;contra-revolução reliciosa&#8221;.</p>



<p>Estudo, a base principal para ser um bom monarquista!</p>



<p><strong>O que é a Monarquia?</strong></p>



<p>Quantos, dentre os jovens monarquistas sabem o que é esta forma de governo? Sabem quantas monarquias existem no mundo atualmente? Destas, quantas são católicas? Qual a monarquia mais antiga? Quantos tipos de monarquia existem? Pode haver monarquia eletiva? E o Presidente em um país, pode ser Rei em outro?</p>



<p>Putin, Kim Jong-un, Xi Jinping, Lula, etc são monarcas que se perpetuam no poder sem ter a hereditariedade como fator de legitimidade, assim como o fez Fidel Castro e tantos outros ditadores comunistas ou nazistas.</p>



<p>A Monarquia, como forma de governo está acima destas questões. Pessoalmente o monarquista poderá seguir uma orientação religiosa, política ou social, sem que sua posição interfira no desenvolvimento do seu compromisso monárquico.</p>



<p>Como pensa nosso Imperador de jure?</p>



<p>O Pró Monarquia, porta-voz da <strong><a href="https://monarquia.org.br/a-familia-imperial/" data-type="link" data-id="https://monarquia.org.br/a-familia-imperial/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Casa Imperial do Brasil</a></strong>, em seu perfil no <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.facebook.com/promonarquia/photos/a.1515099415393310/1608051539431430/?type=3&amp;locale=pt_BR" data-type="link" data-id="https://www.facebook.com/promonarquia/photos/a.1515099415393310/1608051539431430/?type=3&amp;locale=pt_BR" target="_blank"><strong>Facebook</strong></a>, assim define: &#8220;Na Monarquia, o chefe de Estado não pode ligar-se a partido político nem a grupos sectários, pois eles representam uma parcela da sociedade e o Monarca é de toda a nação&#8221;.</p>



<p>Afirma de forma categórica: &#8220;O Imperador é essencialmente apartidário e deve dar iguais condições a todos os grupos políticos, por isso que cabe a ele a chefia de Estado com a prerrogativa do Poder Moderador, somente interferindo na política interna da nação quando necessário, em períodos de crise ou de impasse. Por esta, e diversas outras razões, a Monarquia é o caminho “Para Frente”!&#8221;</p>
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