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	<description>Pela restauração da honestidade na vida política! Monarquia Já</description>
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		<title>2017 &#8211; Retrospectiva/Perspectiva 2018</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jan 2018 13:04:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ação Monárquica]]></category>
		<category><![CDATA[Cartilha Monarquista]]></category>
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					<description><![CDATA[⏱️ Tempo estimado: 3 minutos ⏱️ Você está lendo há 00:00 Salve Império do Brasil! Salve Dom Luiz! Salve Monarquia brasileira! 2017 foi um ano sui generis para a Causa Monárquica! Como monarquista desde a infância, vejo o ano que passou como um momento histórico de grande importância para os...]]></description>
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    </div><p>Salve Império do Brasil! Salve Dom Luiz! Salve Monarquia brasileira!</p>
<p>2017 foi um ano sui generis para a Causa Monárquica!</p>
<p>Como monarquista desde a infância, vejo o ano que passou como um momento histórico de grande importância para os que defendem esta causa.</p>
<p>Os movimentos favoráveis à monarquia se multiplicaram pela internet em geral conduzindo o debate a um bom nível.</p>
<p>Republicanos descobriram as mentiras históricas que lhes contavam os professores de ensino fundamental e médio e aderiram a forma de governo monárquica.</p>
<p>A Família Imperial brasileira, toda ela engajada na divulgação do sistema monárquico, passou a ser mais solicitada para palestras, eventos, entrevistas. O nosso site apresentou durante o ano muitas notícias e matérias sobra a Ação Monárquica dos Príncipes Imperiais. Foi destaque em <a href="http://monarquista.com.br" target="_blank" rel="noopener">Monarquista</a> a realeza mundial, com menção especial para a Rainha da Inglaterra, Elizabeth II o mais longo reinado da história contemporânea..</p>
<p>O   <a href="http://monarquista.com.br" target="_blank" rel="noopener">Monarquista</a> tem divulgado com frequência suas postagens nas redes sociais,  principalmente aquelas que fornecem orientação aos novos admiradores da Monarquia, como a <a href="http://monarquista.com.br/category/cartilha/" target="_blank" rel="noopener">Cartilha Monarquista</a> cuja leitura é muito importante para quem deseja conhecer e restaurar o Império do Brasil.</p>
<p>Este acentuado crescimento do ideal monárquico, apresentou no ano de 2017 dois fatores importantes: o destaque entre políticos nacionais de variados escalões e na Mídia brasileira.</p>
<p>O Congresso Nacional abriu suas portas para homenagear duas das principais figuras da história do Brasil: nossa primeira Imperatriz, dona Leopoldina e Dom Pedro II.</p>
<p>O Senado Federal não tem sido alheio ao crescente interesse da nação brasileira pela Monarquia e em outubro apresentou a exposição <a href="http://monarquista.com.br/exposicao-fallas-do-throno-no-senado-federal/" target="_blank" rel="noopener">Fallas do Trono.</a></p>
<p>Importantes representantes da Mídia nacional apresentaram sua simpatia pela Monarquia durante o ano de 2017. Destacamos <a href="http://monarquista.com.br/pingos-nos-is-com-d-bertrand-por-joice-hasselmann/" target="_blank" rel="noopener">Joice Hasselmann</a> e <a href="http://monarquista.com.br/assista-a-entrevista-de-dom-bertrand-a-danilo-gentili/" target="_blank" rel="noopener">Danilo Gentili</a></p>
<p>A influência dos monarquistas está crescendo e nas redes sociais podemos verificar a ação de cabos eleitorais de um possível candidato a Presidência da República, no caso, Jair Bolsonaro. A ação marketeira destes cabos eleitorais em postagens, seja no facebook ou no whatsapp, de gentil e insistente passa a agressiva e melodramática quando são contestados. Entram nos grupos como se fossem admiradores da Monarquia e, paulatinamente, vão desviando o tema das postagens para falar do pré-candidato, exaltando suas pretensas qualidades de combatente da corrupção e da desordem política do Brasil.</p>
<p>A Causa Monárquica não está atrelada a nenhum partido ou candidato. Nossa meta não é consertar a República, cujo vício, a corrupção, não tem conserto, mas de restaurar a forma de governo Monárquica, mais adequada ao desenvolvimento humano, social e econômico.</p>
<p>Os monarquistas são livres para votar no candidato que melhor lhes convém, contudo, devem estar atentos a não ser companheiros de viagem de candidaturas não declaradas e sem um programa explicito e adequado ao combate à corrupção imanente na política nacional.</p>
<p>Quanto mais cresce o ideal monarquista na atualidade, mais nós devemos estar atentos para as falsas lideranças políticas que surgirão querendo assumir o comando e ambicionar cargos de Primeiro Ministro no futuro Império do Brasil. Estejamos atentos e vigilantes!</p>
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		<title>Cartilha Monarquista &#8211; parte 5</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2015 14:43:00 +0000</pubDate>
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<p>Tudo que é bom é &#8220;rei&#8221;, é real.</p>
<p>No Brasil, o imaginário popular está impregnado da imagem de realeza: o Rei Pelé, a Rainha das Atrizes, o Rei da voz, o Príncipe das Peixadas, a Imperatriz Leopoldinense, o Império Serrano e um sem-número de designações que buscam transmitir qualidade e liderança são provas desse fato. O próprio adjetivo real associa veracidade e autenticidade. Um brasão de armas ou uma coroa figuram em todo produto que busca apresentar-se como fino e requintado.</p>
<p>Um pouco de História</p>
<p>Uma das alegações republicanas para a derrubada da Monarquia era o que eles chamavam de custo excessivo da Família Imperial.</p>
<p>Compare e comprove: embora o orçamento Geral do Império tivesse crescido às vezes entre 1841 e 1889, a verba de manutenção da Casa Imperial se manteve a mesma, ou seja, 800 contos de réis anuais.</p>
<p>Esse valor significaria 67 contos de réis mensais: pouco mais da metade do ordenado de 120 contos por mês atribuída ao primeiro Presidente republicano. Mordomia e República, estas sim nasceram de mãos dadas no Brasil.</p>
<p>D. Pedro II, quando no exílio, se recusou a aceitar a quantia de 5 mil contos de réis, oferecida pelos golpistas republicanos, indagando com que autoridade dispunham de um dinheiro que não lhes pertencia, mas sim ao povo brasileiro.</p>
<p>Essa quantia era o equivalente a quatro toneladas e meia de ouro. Ao recusar a mordomia, D. Pedro II deu ao País mais um exemplo de desprendimento e probidade. Infelizmente, esse exemplo não frutificou na República. Pelo contrário.</p>
<p>A participação popular na proclamação da República foi praticamente nula. Receando que o povo chamasse o Imperador de volta, a República manteve os monarquistas na ilegalidade por quase um século.</p>
<p>Somente em 1988 foi derrubada a famigerada Cláusula Pétrea, preceito constitucional que proibia discutir a República e a Federação. No Império, entretanto, o Partido Republicano funcionou sem restrições e com inteira liberdade de organização e propaganda. Chegou mesmo a ter representantes na Câmara dos Deputados: uma bancada de apenas dois deputados no final do Império, o que dava bem a medida de sua impopularidade.</p>
<p>Implantada a República, nada disso foi permitido aos monarquistas, numa gritante diferença de tratamento. Quem, de fato, acreditava em democracia e liberdade?</p>
<h4><em><strong>Levar a sério a proposta da Monarquia Parlamentar é considerar uma opção real de mudança.</strong></em></h4>
<h4><em><strong>O Brasil precisa de um Imperador.</strong></em></h4>
<h4><em><strong>Viva Dom Luiz!</strong></em></h4>
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		<title>Cartilha Monarquista &#8211; parte 4</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2015 14:41:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cartilha Monarquista]]></category>
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    </div><p><strong>10. Pergunta: E os partidos de Oposição?</strong></p>
<p>O Imperador garante a Oposição.</p>
<p>Na Monarquia Parlamentar quem manda é o governo eleito &#8211; e não o Imperador, que somente modera e arbitra para defender o povo quando este manifesta insatisfação com o governo. Não pertencendo a nenhum partido, o Imperador não age como os Presidentes de República que perseguem ou compram a Oposição para poder mandar sozinhos&#8230;</p>
<p>As Oposições podem ser muito mais eficazes tendo garantida a liberdade de manifestação daqueles que são contrários ao governo vigente.</p>
<p>Para que se corrijam as distorções e se reduzam as desigualdades de uma sociedade como a nossa, é importante que as Oposições &#8220;quebrem o pau&#8221; muito mais do que hoje.</p>
<p><strong>11. Pergunta: Quanto custa urna campanha presidencial?</strong></p>
<p>Uma fortuna! E quem paga é você&#8230;</p>
<p>A eleição de um Presidente da República custa uma fábula e nenhum candidato dispõe de muitos milhões de dólares para financiá-la pessoalmente. Tem de recorrer aos grandes grupos econômicos, e o resultado é que o Presidente eleito sobe ao poder com mil-e-um compromissos e &#8220;dividas eleitorais&#8221; que acabam conduzindo à corrupção e são pagas com o dinheiro da povo.</p>
<p>No regime parlamentar monárquico, com o voto distrital misto, o candidato aos cargos legislativos não precisará recorrer ao poder econômico para se eleger, pois sua campanha se limitará a uma área reduzida, isto é, ao distrito pelo qual concorre.</p>
<p><strong>12. Pergunta: E os lideres carismáticos?</strong></p>
<p>Na Monarquia, o carisma é um atributo da realeza.</p>
<p>Na Monarquia, o carisma se fixa na pessoa do Rei ou da Rainha, uma vez que eles simbolizarão o caráter permanente e a continuidade da Nação através de sua dinastia. É esse atributo da realeza que dificulta a emergência de lideres carismáticos, políticos messiânicos que, como a História comprova, acabam sempre instaurando tiranias e infelicitando o povo.</p>
<p><em><strong>Monarquia em Ação</strong></em><br />
<em><strong> Um grupo de amigos reunidos para divulgar, difundir, apoiar, os esforços de todos os brasileiros para restaurar a forma monárquica de governo.</strong></em></p>
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		<title>Cartilha Monarquista &#8211; parte 3</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2015 14:38:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cartilha Monarquista]]></category>
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					<description><![CDATA[⏱️ Tempo estimado: 4 minutos ⏱️ Você está lendo há 00:00 7. Pergunta: A Restauração da Monarquia seria legítima? A própria Monarquia é legítima. Na realidade, o governo provisório da república recém proclamada havia prometido à Nação, pelo Decreto n° 1, um Plebiscito que determinaria a permanência da República ou...]]></description>
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    </div><p><strong>7. Pergunta: A Restauração da Monarquia seria legítima?</strong></p>
<p>A própria Monarquia é legítima.</p>
<p>Na realidade, o governo provisório da república recém proclamada havia prometido à Nação, pelo Decreto n° 1, um Plebiscito que determinaria a permanência da República ou a Restauração do Império. Reconhecia, assim, claramente a sua ilegitimidade, por não ter sido consagrada pelo voto popular. A promessa, no entanto, não foi cumprida na ocasião, sendo &#8220;desarquivada&#8221; 104 anos mais tarde, quando, após a extinção da &#8220;cláusula pétrea&#8221;, realizou-se o Plebiscito de 1993, o qual, por falta de tempo hábil para a divulgação esclarecedora sobre a Monarquia, resultou no prolongamento da república presidencialista. Nem mesmo o Parlamentarismo, um sistema de governo que cobra responsabilidade do Congresso, conseguiu passar.</p>
<p><strong>8. Pergunta: Qual será o papel do Congresso na Monarquia?</strong></p>
<p>Um Congresso melhor, com o voto distrital misto.</p>
<p>Para que o povo possa se manifestar, cobrando responsabilidade dos políticos, é preciso adotar o voto distrital misto. É isto que vai permitir ao eleitor votar conscientemente e fiscalizar de fato seus representantes no Congresso.</p>
<p>A metade dos parlamentares passará a representar distritos, ou seja, regiões do país. Eles podem ser eleitos até por bairros ou grupos de bairros nas cidades. E terão de prestar contas regularmente de seus atos aos eleitores de seus distritos. O eleitor passa a ter um controle que nunca teve.</p>
<p>A outra metade, a ser eleita pelo critério proporcional, será proveniente de listas partidárias que obrigarão os partidos a apresentar candidatos cuja autoridade moral e competência elevem o nível das campanhas eleitorais, melhorando o padrão de qualidade das Câmaras.</p>
<p>A proposta do voto distrital misto inclui ainda a restauração da correta proporcionalidade da representação popular na Câmara dos Deputados. Acaba de vez com o absurdo de um eleitor de Roraima valer o voto de vinte paulistas, quinze mineiros ou doze fluminenses. A representação igualitária dos Estados no Senado continuará como é atualmente.</p>
<p>É claro que, com a reorganização da lei eleitoral, decorrente do voto distrital misto, haverá uma tendência natural de reagrupamento das forças políticas em torno de partidos realmente representativos da vontade popular.</p>
<p><strong>9. Pergunta: Na Monarquia não existem mais mordomias que na República?</strong></p>
<p>As Monarquias zelam pelo dinheiro público.</p>
<p>Nas Monarquias modernas não há cortes suntuosas. Os monarcas não exibem nem usufruem luxos desnecessários e não esbanjam os recursos públicos. Nos momentos difíceis, os monarcas são os primeiros a dar o exemplo: na crise do petróleo, houve monarcas europeus que passaram a andar de bonde e ônibus! Alguém já imaginou um Presidente fazendo isso no Brasil?</p>
<p>A Família Dinástica (Real ou Imperial) vive da dotação orçamentária a ela destinada pelo Poder Legislativo. As Monarquias modernas custam muito menos que as Repúblicas. Mesmo no passado, a nobreza brasileira era puramente nominal: os títulos mais importantes eram concedidos por mérito, não passavam de pai para filho e não geravam mordomias pagas com o dinheiro do povo.</p>
<p>Já os Presidentes, vêm e vão, nomeiam a parentada e os cabos eleitorais (que permanecem na folha de pagamento), deixam pesadas contas e projetos faraônicos a serem pagos com o sacrifício da Nação. Certamente você não esqueceu o desperdício de recursos que foi a Transamazônica, aquela estrada que liga nada a coisa nenhuma&#8230;</p>
<p><em><strong>Monarquia em Ação</strong></em><br />
<em><strong>Um grupo de amigos reunidos para divulgar, difundir, apoiar, os esforços de todos os brasileiros para restaurar a forma monárquica de governo.</strong></em></p>
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		<title>Cartilha Monarquista &#8211; parte 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2015 14:35:00 +0000</pubDate>
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    </div><p><strong>4. Pergunta: Qual é a função do Imperador?</strong></p>
<p>Estado e Governo são coisas diferentes.</p>
<p>Na Monarquia ocorre a separação entre o Estado, que é permanente, e o Governo, que é transitório. O Imperador é o Chefe do Estado; o Primeiro Ministro é o Chefe do Governo.</p>
<p>O Imperador não governa: ele é o &#8220;Quarto Poder&#8221; &#8211; um moderador e um árbitro neutro, isento, colocado acima das lutas partidárias e da influência dos grupos econômicos. O Imperador não pensa na próxima eleição, mas na próxima geração. E cuida de educar seu filho para sucedê-lo no trono.</p>
<p>O Imperador exerce o Poder Moderador, que, na República, vem sendo indevidamente desempenhado pelas torças armadas através de golpes e insurreições. O Monarca (Imperador ou Rei) é o fiel da balança e o fiscal do povo junto ao Governo. Sendo apartidário, convive facilmente com um Primeiro Ministro socialista, como ocorre na Espanha e na Suécia, ou com um Chefe de Governo conservador, como na Inglaterra.</p>
<p>Nós queremos um Imperador para nos defender do Governo. Queremos um Parlamento forte e responsável. Mas um Primeiro Ministro descartável. Se ele deixar a desejar, se for ruim, não teremos de agüentá-lo por quatro, cinco anos. Muda-se o Primeiro Ministro, mas o povo continua no poder através do Imperador.</p>
<p>E para se mudar o Governo, não é preciso nenhum golpe de Estado e, menos ainda, uma revolução.</p>
<p>Um jogo que acaba bem.</p>
<p>A República Presidencialista é como um jogo de futebol sem juiz. É o que acontece agora no Brasil: ninguém se entende. A República Parlamentarista é como um jogo de futebol onde o juiz pertence a um dos times. Já sabemos o que acontece quando o juiz é &#8220;ladrão&#8221;. A Monarquia Parlamentar é como um jogo de futebol onde o juiz é imparcial. Ele garante o respeito às regras. O jogo acaba bem. Vence o interesse do povo.</p>
<p><strong>5. Pergunta: Quem será o Imperador?</strong></p>
<p>Será o bisneto da princesa Isabel e do conde D’Eu – tataraneto de d. Pedro II, o último imperador a governar o Brasil. Seu nome é dom Luiz de Orleans e Bragança e atualmente vive em São Paulo (SP). Caso a República não tivesse sido proclamada, Dona Isabel, a filha de Pedro II, o teria sucedido, sendo nossa primeira imperatriz. Ela tinha dois irmãos, mas eles morreram ainda bebês e ela era a mais velha entre as duas mulheres.<br />
O herdeiro direto de Isabel seria seu filho mais velho, dom Pedro de Alcântara (1875-1940). Ele apaixonou-se pela condessa Maria Elizabeth Dobrzensky von Dobrzenicz, da Boêmia (na República Tcheca) – uma nobre que, apesar de condessa, não era herdeira de nenhum reino na Europa. Por isso, a princesa Isabel foi contra o casamento. Se quisesse ficar com ela, Pedro de Alcântara teria que renunciar a seus direitos ao trono. Sem esperanças de ver a monarquia restaurada, Pedro de Alcântara preferiu casar-se por amor, em Versalhes, na França, em 1908.<br />
A renúncia passava os direitos sucessórios da dinastia para o segundo filho da princesa Isabel, dom Luiz. Mas ele faleceu um ano e oito meses antes da mãe.<br />
Quando a Princesa Isabel faleceu, em 1921, seu neto, o príncipe dom Pedro Henrique se tornou o chefe da Casa Imperial Brasileira, aos 12 anos e morreu em 1981. A partir desta data, dom Luiz de Orleans e Bragança assumiu a chefia e as responsabilidades com a Casa Imperial do Brasil, tornando-se o legítimo sucessor de Dom Pedro II quando da restauração monárquica.</p>
<p><strong>6. Pergunta: O Parlamentarismo não pode funcionar com um Presidente?</strong></p>
<p>O Parlamentarismo só é viável com a Monarquia.</p>
<p>Se a Monarquia não desse tão certo, por que estaria o Japão mantendo, há tantos séculos, essa forma de governo? Por que teria a Espanha retornado à Monarquia, e está se dando tão bem? Em nosso país não há uma tradição de Parlamentarismo Republicano. A curta experiência que tivemos foi logo torpedeada e fracassou. Não adianta ser Parlamentarista e manter a República.</p>
<p>Só a Monarquia poderá assegurar o Parlamentarismo responsável e sua continuidade no Brasil. Quando necessário, o Imperador dissolverá o Congresso, nos termos da futura Constituição, convocando imediatamente novas eleições, ou seja, deixando o povo falar.</p>
<p><em><strong>Monarquia em Ação</strong></em><br />
<em><strong> Um grupo de amigos reunidos para divulgar, difundir, apoiar, os esforços de todos os brasileiros para restaurar a forma monárquica de governo.</strong></em></p>
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		<title>Cartilha Monarquista &#8211; parte 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2015 14:27:00 +0000</pubDate>
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    </div><h3>Esclareça aqui as suas dúvidas sobre a Monarquia Parlamentar.</h3>
<p><strong>1. Pergunta: Monarquia não é coisa do passado?</strong></p>
<p>As Monarquias, hoje, estão na liderança.</p>
<p>A Monarquia é a forma mais moderna, mais eficaz e mais barata de governo. Monarquia quer dizer também democracia, liberdade de expressão e de imprensa.</p>
<p>Monarquias são, hoje, os países mais liberais e mais adiantados do mundo, com a melhor distribuição de renda e os padrões de vida mais elevados. Os exemplos são Suécia, Noruega, Dinamarca, Holanda, Inglaterra, Bélgica, Espanha, Canadá, Austrália e Japão.</p>
<p>Juntas, essas nações são responsáveis por uma imensa fatia do chamado PIB mundial.</p>
<p>Entre os 25 países mais ricos e democráticos do mundo, 18 são Monarquias, ou seja, constituem a esmagadora maioria.</p>
<p>São países que fornecem, ainda, exemplos de socialismo que funciona na prática. Aí estão a Espanha e a Suécia para comprovar.</p>
<p><strong>2. Pergunta: E a Monarquia brasileira?</strong></p>
<p>O Brasil já foi do Primeiro Mundo.</p>
<p>No Império, o Brasil tinha uma moeda forte; possuía uma importante indústria naval e uma das maiores redes ferroviárias do mundo; instalou os primeiros sistemas de correios, telégrafos e comunicações telefônicas das Américas, e gozava de ampla liberdade de pensamento, expressão e imprensa, tendo conquistado, por tudo isso, a admiração e o respeito das demais nações.</p>
<p>No tempo de D. Pedro II, a auto-estima era elevada, como reconhecem historiadores isentos. O povo tinha orgulho de ser brasileiro.</p>
<p><strong>3. Pergunta: E a nossa República?</strong></p>
<p>O passado e o presente condenam a República.</p>
<p>O golpe militar de 15 de novembro de 1889 nos empurrou goela abaixo a República, passando por cima da vontade popular, que apoiava a Monarquia. A queda da Monarquia teve muito a ver com a abolição da escravatura.</p>
<p>Como seu pai, D. Pedro II, a Princesa Isabel jamais teve escravos e, ao assinar a &#8220;Lei Áurea&#8221;, deixou bem claras as suas convicções: perdeu a coroa mas não abriu mão de libertar os escravos; por outro lado, sua condição de herdeira do trono, futura Imperatriz, acirrou o preconceito machista dos generais que iriam derrubar a Monarquia.</p>
<p>A República nasceu sem legitimidade e apoiada pelos senhores de escravos. Deu no que deu.</p>
<p>Foram 12 estados de sitio, 17 atos institucionais, 6 dissoluções do Congresso, 19 rebeliões militares, 3 renúncias presidenciais, 3 presidentes impedidos de tomar posse, 4 presidentes depostos, 7 constituições diferentes, 2 longos períodos ditatoriais, 9 governos autoritários e um sem-número de cassações, banimentos, exílios, intervenções nos sindicatos e universidades, censura à imprensa e outras arbitrariedades. Nos últimos 65 anos até 1994, o único presidente civil eleito diretamente pelo povo que completou o seu mandato foi Juscelino Kubitschek; e outro, Getúlio Vargas, foi levado ao suicídio. Fernando Henrique Cardoso foi, nos últimos anos, o segundo presidente a conseguir idêntica proeza na república.</p>
<p>Ruy Barbosa, que viveu na Monarquia e foi um dos fundadores da República, deu a mão à palmatória e, já em 1914, afirmava:</p>
<p>&#8220;De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto. Esta foi a obra da República nos últimos anos.&#8221;</p>
<p>Imagine o que ele diria hoje!</p>
<p><em><strong>Monarquia em Ação</strong></em><br />
<em><strong> Um grupo de amigos reunidos para divulgar, difundir, apoiar, os esforços de todos os brasileiros para restaurar a forma monárquica de governo.</strong></em></p>
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