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	<title>Ação Monárquica &#8211; Monarquia J&aacute;!</title>
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	<description>Pela restauração da honestidade na vida política! Monarquia Já</description>
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	<title>Ação Monárquica &#8211; Monarquia J&aacute;!</title>
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		<title>Entre Tiaras, Ordens e Dinastias: o banquete da realeza europeia e a permanência da Civilização Cristã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 17:13:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ação Monárquica]]></category>
		<category><![CDATA[Nobreza Européia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Aniversário Rei da Suécia]]></category>
		<category><![CDATA[Carl XVI Gustaf]]></category>
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					<description><![CDATA[Em tempos marcados pela velocidade das redes sociais, pela fugacidade das opiniões e pela constante tentativa de dissolução das tradições, um acontecimento ocorrido recentemente na Europa chamou a atenção até mesmo daqueles pouco afeitos ao universo das monarquias: o jantar comemorativo pelos 80 anos do rei Carl XVI Gustaf, realizado...]]></description>
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<p>Em tempos marcados pela velocidade das redes sociais, pela fugacidade das opiniões e pela constante tentativa de dissolução das tradições, um acontecimento ocorrido recentemente na Europa chamou a atenção até mesmo daqueles pouco afeitos ao universo das monarquias: o jantar comemorativo pelos 80 anos do rei Carl XVI Gustaf, realizado em Estocolmo, reuniu praticamente todas as casas reinantes da Europa, além de representantes da antiga nobreza continental.</p>



<p>As imagens rapidamente percorreram o mundo digital. Salões iluminados por candelabros, damas trajando tiaras históricas, cavalheiros ostentando ordens dinásticas, herdeiros de tronos milenares conversando sob tetos dourados, numa atmosfera que parecia desmentir, silenciosamente, toda a narrativa revolucionária construída nos últimos séculos.</p>



<p>E talvez esteja justamente aí o aspecto mais interessante do episódio.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A Revolução proclamou o fim da nobreza. A História respondeu com permanência</h2>



<p>Há 237 anos, a Revolução Francesa anunciava ao mundo o esmagamento definitivo da monarquia e da aristocracia cristã europeia. Em nome da igualdade absoluta, procurava-se não apenas derrubar reis, mas destruir costumes, símbolos, hierarquias, cerimônias e até mesmo o senso de beleza ligado à civilização tradicional.</p>



<p>Mais tarde, há 109 anos, a Revolução Russa avançaria ainda mais profundamente nesse intento, declarando guerra não somente às coroas, mas à própria ideia de ordem orgânica da sociedade.</p>



<p>Os palácios deveriam tornar-se museus vazios.<br>As linhagens deveriam desaparecer.<br>Os títulos seriam reduzidos a notas de rodapé.<br>E a nobreza, segundo os profetas revolucionários, sobreviveria apenas como caricatura literária.</p>



<p>Entretanto, transcorridos mais de dois séculos desde Paris e mais de um século desde Petrogrado, eis que o mundo observa novamente reis, rainhas, príncipes e casas dinásticas exercendo influência cultural, simbólica e até política.</p>



<p>Não se trata apenas de sobrevivência biológica de famílias antigas. Há algo mais profundo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A força invisível das instituições orgânicas</h2>



<p>O professor Plinio Corrêa de Oliveira observava frequentemente que certas instituições possuem raízes tão profundamente ligadas à natureza humana e à Civilização Cristã que resistem mesmo após violentas tentativas de destruição.</p>



<p>A nobreza tradicional europeia pertence a essa categoria.</p>



<p>Ela representa — quando fiel à sua missão histórica — não apenas privilégio, como afirmam os slogans modernos, mas continuidade, memória, dever, representação histórica e serviço.</p>



<p>Ao contemplar as fotografias do jantar em Estocolmo, nota-se algo que o espírito contemporâneo dificilmente consegue reproduzir: a naturalidade da hierarquia. Não a hierarquia opressiva caricaturada pela propaganda revolucionária, mas a hierarquia harmônica, revestida de formas, símbolos e responsabilidades.</p>



<p>Cada ordem honorífica, cada brasão, cada precedência à mesa, cada gesto cerimonial revela uma concepção de sociedade muito diversa daquela produzida pelo igualitarismo moderno.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O fascínio contemporâneo pela realeza</h2>



<p>É curioso perceber que, mesmo em sociedades profundamente secularizadas, a figura da realeza continua despertando interesse espontâneo.</p>



<p>Milhões acompanham casamentos reais, funerais de soberanos, jubileus, coroações e cerimônias de Estado. As redes sociais amplificam aquilo que muitos imaginavam sepultado: o encanto pela continuidade histórica.</p>



<p>Por quê?</p>



<p>Porque o homem não vive apenas de utilidade prática.<br>Ele necessita de símbolos.<br>Necessita de elevação.<br>Necessita de beleza.<br>Necessita contemplar algo que transcenda a banalidade cotidiana.</p>



<p>A monarquia tradicional, especialmente em suas expressões europeias, ainda preserva fragmentos desse universo simbólico que durante séculos moldou a Cristandade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Uma lição silenciosa para o Ocidente</h2>



<p>O banquete oferecido pelo rei da Suécia talvez tenha produzido, sem discursos ideológicos, uma poderosa lição histórica.</p>



<p>Enquanto muitas instituições modernas envelhecem rapidamente, tornam-se descartáveis ou perdem legitimidade em poucas décadas, as antigas casas dinásticas continuam atravessando guerras, revoluções, crises econômicas e transformações culturais.</p>



<p>Há nisso um ensinamento.</p>



<p>As civilizações não se sustentam apenas sobre contratos econômicos ou sistemas administrativos. Elas necessitam de alma, memória e continuidade histórica.</p>



<p>Talvez seja precisamente por isso que, mesmo após séculos de ataques revolucionários, a nobreza europeia ainda desperte respeito, curiosidade e até admiração em amplos setores do público contemporâneo.</p>



<p>No fundo, o homem moderno pode até proclamar a ruptura com o passado — mas continua procurando, consciente ou inconscientemente, os vestígios da ordem perdida.</p>
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		<title>O Pulmão do Império: como o golpe de 1889 sufocou a Floresta da Tijuca e o futuro do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 10:34:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ação Monárquica]]></category>
		<category><![CDATA[Dom Pedro II]]></category>
		<category><![CDATA[Império do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[República]]></category>
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					<description><![CDATA[A Floresta da Tijuca não é apenas uma maravilha natural; ela é um monumento vivo à previdência de Sua Majestade Imperial, Dom Pedro II. Enquanto o mundo mergulhava na Revolução Industrial sem olhar para trás, o Império do Brasil executava a maior recuperação ambiental do século XIX. Hoje, ao olharmos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Floresta da Tijuca não é apenas uma maravilha natural; ela é um monumento vivo à previdência de <strong>Sua Majestade Imperial, Dom Pedro II</strong>. Enquanto o mundo mergulhava na Revolução Industrial sem olhar para trás, o Império do Brasil executava a maior recuperação ambiental do século XIX.</p>



<p>Hoje, ao olharmos para as cicatrizes da urbanização desordenada no Rio de Janeiro, é impossível não questionar: o que teria sido da nossa capital se a República não tivesse interrompido o projeto de nação da Dinastia de Bragança?</p>



<h2 class="wp-block-heading">Um Monarca à frente de seu tempo</h2>



<p>Em 1844, o Rio de Janeiro enfrentava uma crise hídrica severa. Compreendendo a relação direta entre a cobertura florestal e a manutenção dos mananciais, Dom Pedro II tomou uma decisão audaciosa: desapropriar fazendas de café para devolver a terra à natureza.</p>



<p>Sob a gestão de Manuel Archer, e mais tarde do Barão de Escragnolle, estima-se que cerca de <strong>um bilhão de árvores</strong> tenham sido plantadas manualmente entre 1846 e 1860. Sem tecnologia moderna, apenas com o esforço humano e a visão científica do Imperador, o projeto recuperou integralmente a região, garantindo água para a população e criando o que hoje conhecemos como o maior parque florestal urbano do mundo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O abandono republicano e o surgimento das favelas</h2>



<p>O declínio da Floresta da Tijuca e a crise social do Rio de Janeiro têm um marco zero: <strong>15 de novembro de 1889</strong>. O golpe militar que derrubou a Monarquia não apenas exilou a Família Imperial, mas abandonou os projetos estruturantes que visavam integrar os ex-escravizados à sociedade.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>O Fato Oculto:</strong> O plano de Dom Pedro II e da Princesa Isabel previa apoio financeiro e terras para os libertos após a Lei Áurea. Com o golpe, esse auxílio foi cancelado. Sem amparo e sem emprego, a população marginalizada ocupou as encostas e terras públicas — áreas que o Império preservava.</p>
</blockquote>



<h3 class="wp-block-heading">Comparativo: A floresta ontem e hoje</h3>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><td><strong>Período</strong></td><td><strong>Status da Gestão</strong></td><td><strong>Impacto Ambiental</strong></td></tr></thead><tbody><tr><td><strong>Império (1844-1889)</strong></td><td>Reflorestamento sistemático e proteção.</td><td>Recuperação de 100% da área planejada.</td></tr><tr><td><strong>República Inicial</strong></td><td>Abandono e fragmentação administrativa.</td><td>Início do desmatamento e ocupação irregular.</td></tr><tr><td><strong>Atualidade</strong></td><td>Pressão urbana e queimadas.</td><td>Restam apenas <strong>36%</strong> da área original imperial.</td></tr></tbody></table></figure>



<h2 class="wp-block-heading">O &#8220;E Se?&#8221; que a História confirma</h2>



<p>Estudos realizados por instituições como o IHGB indicam que a continuidade do projeto monárquico por apenas mais 12 anos teria mudado a face do Brasil. Estima-se que <strong>87% das favelas atuais</strong> e grande parte dos índices de criminalidade urbana não existiriam se o plano de integração social e preservação de terras da Coroa tivesse sido concluído.</p>



<p>A República recebeu uma floresta pujante e um plano de reforma social; entregou abandono e desordem urbana. A degradação de 64% da área original da Tijuca é o retrato físico do descaso republicano com o patrimônio natural e humano.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Um legado que resiste</h3>



<p>Apesar de reduzida, a Floresta da Tijuca permanece como o maior símbolo do Brasil que deu certo. Ela é a prova de que a Monarquia Brasileira não pensava em mandatos de quatro anos, mas em séculos. Preservar o que resta da Tijuca é, antes de tudo, um ato de respeito à nossa história imperial.</p>
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		<title>Instituto Histórico e Geográfico do ES vai debater legado de dom Pedro II</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Dec 2025 11:11:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ação Monárquica]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo (IHGES) prepara uma programação especial para celebrar os 200 anos de nascimento do imperador Dom Pedro II. A atividade integra a tradicional “Dezembrada”, evento anual da instituição, e contará com a palestra “Pedro II e a perpetuidade monárquica”, conduzida pela pesquisadora Cibele Camargos. Doutoranda em História pela Ufes (Universidade Federal...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O <strong>Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo</strong> (IHGES) prepara uma programação especial para celebrar os 200 anos de nascimento do imperador<strong> Dom Pedro II</strong>. A atividade integra a tradicional<strong> “Dezembrada”,</strong> evento anual da instituição, e contará com a palestra “Pedro II e a perpetuidade monárquica”, conduzida pela pesquisadora <strong>Cibele Camargos</strong>.</p>



<p>Doutoranda em História pela <strong>Ufes</strong> (Universidade Federal do ES) e integrante efetiva do Instituto, ela se dedica desde 2017 ao estudo da Dinastia Bragança no Brasil.</p>



<p>Durante seus trabalhos, Cibele estabeleceu uma forte interlocução com o Arquivo Histórico do Museu Imperial de Petrópolis, onde teve acesso ao acervo de correspondências da família imperial brasileira.</p>



<p>Esse acesso foi autorizado por&nbsp;<strong>dom Pedro Carlos de Orléans e Bragança</strong>, descendente do imperador, permitindo um aprofundamento significativo nas pesquisas. A historiadora também desenvolveu investigações no Arquivo do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, ampliando a compreensão sobre o funcionamento da casa dinástica.</p>



<p>Na palestra, o público poderá conhecer reflexões sobre a formação dos símbolos da <strong>monarquia brasileira</strong> e o papel central do reinado de Dom Pedro II na consolidação desse regime.</p>



<p>A pesquisadora abordará ainda como se estruturou uma cultura política ligada aos Bragança, que acabou gerando a percepção de continuidade da monarquia mesmo após a Proclamação da República, em 1889.</p>



<p>A Dezembrada marca o encerramento anual das atividades do IHGES, reunindo homenagens, debates, lançamentos de livros e a apresentação da nova edição da Revista do Instituto.</p>



<p>Em sua 29ª edição, o evento apresentará o número 82 da publicação e obras inéditas dos associados<strong>&nbsp;Geraldo Magela da Silva Araújo, Gilber Rubim Rangel e Getúlio Marcos Pereira Neves</strong>.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-programacao"><strong>Programação</strong></h4>



<p>A participação é aberta ao público e não exige inscrição prévia.<br><strong>Dia:&nbsp;</strong>10 de dezembro<br><strong>Horário:</strong>&nbsp;18h<br><strong>Local:</strong>&nbsp;Na sede do Instituto, localizada na Avenida República, nº 374, em Vitória.</p>



<p><strong><a href="https://www.folhavitoria.com.br/cultura/instituto-historico-e-geografico-do-es-vai-debater-legado-de-dom-pedro-ii/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Folha de Vitória</a></strong></p>
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		<title>Por que alguns demonizam venefícios sociais, mas aceitam os privilégios políticos &#8211; O exemplo de Dom Pedro II</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Dec 2025 11:19:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ação Monárquica]]></category>
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					<description><![CDATA[Em debates públicos no Brasil, especialmente após a polarização dos últimos anos, um fenômeno chama atenção:a indignação seletiva com o gasto público. Enquanto benefícios sociais destinados aos mais pobres — como Bolsa Família, BPC ou Vale-Gás — são tratados por muitos como “esmola”, “dependência” ou “gasto inútil”, os privilégios concedidos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em debates públicos no Brasil, especialmente após a polarização dos últimos anos, um fenômeno chama atenção:<br><strong>a indignação seletiva</strong> com o gasto público.</p>



<p>Enquanto benefícios sociais destinados aos mais pobres — como Bolsa Família, BPC ou Vale-Gás — são tratados por muitos como “esmola”, “dependência” ou “gasto inútil”, os privilégios concedidos à elite política passam quase despercebidos. E não são poucos: auxílio-moradia, verba de gabinete, apartamentos funcionais, passagens aéreas, cota postal, carro oficial e uma série de regalias que pouco dialogam com a realidade social brasileira.</p>



<p>Mas como explicar essa contradição?<br>Por que um auxílio de R$ 600 ao trabalhador pobre gera escândalo, enquanto privilégios de dezenas de milhares de reais para políticos são tratados como “normais”?</p>



<p>Este artigo busca responder a essa pergunta, analisando custos, contexto histórico e comparações internacionais.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Quanto custam os benefícios sociais — e quanto custam os privilégios políticos?</strong></h3>



<p>Uma das justificativas mais comuns para criticar programas sociais é o suposto “peso para o Estado”. No entanto, os números contam outra história.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>1.1 Programas sociais: baixo custo, alto retorno</strong></h4>



<ul class="wp-block-list">
<li>Bolsa Família (cerca de 21 milhões de famílias): <strong>aprox. 0,5% do PIB</strong>.</li>



<li>BPC/LOAS (benefício de um salário mínimo a idosos carentes ou pessoas com deficiência): <strong>menos de 1% do PIB</strong>.</li>



<li>Vale-Gás, Auxílio Creche, ações de assistência: frações ainda menores.</li>
</ul>



<p>Além disso, estudos econômicos mostram que <strong>cada R$ 1 investido em benefício social retorna entre R$ 1,50 e R$ 1,80</strong> à economia via consumo, movimentação do comércio e tributos indiretos.</p>



<p>Ou seja: <strong>programas sociais não quebram o Estado — sustentam a economia real</strong>.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>1.2 Privilégios políticos: custo alto, retorno quase nulo</strong></h4>



<p>A soma anual das regalias do alto escalão político brasileiro ultrapassa <strong>bilhões de reais</strong>. Aqui entram:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Verba parlamentar e cota de exercício do mandato</li>



<li>Auxílio-moradia (mesmo para quem tem imóvel em Brasília)</li>



<li>Apartamentos funcionais</li>



<li>Carros oficiais</li>



<li>Cotas de combustível</li>



<li>Passagens aéreas ilimitadas</li>



<li>Verbas de gabinete (com milhares de assessores)</li>



<li>Diárias de viagem</li>



<li>Planos de saúde especiais</li>



<li>Aposentadorias diferenciadas (para alguns grupos)</li>
</ul>



<p>Além disso, parlamentos estaduais e câmaras municipais replicam boa parte desse modelo, multiplicando o gasto.</p>



<p>E ao contrário dos programas sociais, <strong>os privilégios políticos não geram retorno econômico mensurável</strong>. São despesas de manutenção de poder.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Como a República criou uma elite política com regalias</strong></h3>



<p>Para entender o presente, é preciso olhar para trás.</p>



<p>Quando o Brasil proclamou a República (1889), rompeu-se com a monarquia que, apesar de suas limitações, tinha um imperador conhecido por austeridade e senso de serviço público. Dom Pedro II arcava com gastos pessoais e culturais e tratava sua função como missão, não como privilégio.</p>



<p>A República, entretanto, inaugurou:</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>2.1 A política profissionalizada</strong></h4>



<p>O político passou a ser uma carreira, com salários, benefícios e proteção institucional.<br>A elite agrária e posteriormente urbana assumiu o controle do Estado, criando mecanismos para garantir estabilidade, imunidade e regalias.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>2.2 Federalização dos privilégios</strong></h4>



<p>Assembléias legislativas e câmaras municipais copiaram o modelo federal, transformando cada ente federativo em centro de gasto político.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>2.3 Baixíssima responsabilização</strong></h4>



<p>Poucos processos administrativos, punições raras, regras brandas.<br>No Brasil, o mandato político se tornou <strong>blindagem social</strong> e não serviço público.</p>



<p>Ao longo do século XX, essas regalias foram se empilhando.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Comparação internacional: o contraste incômodo</strong></h3>



<p>Enquanto no Brasil benefícios políticos são vistos como parte natural do sistema, em outros países ocorre o oposto.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>3.1 Noruega, Suécia, Dinamarca</strong></h4>



<ul class="wp-block-list">
<li>Parlamentares usam transporte público.</li>



<li>Não há apartamentos funcionais luxuosos.</li>



<li>Auxílios são reembolsados apenas mediante comprovação rígida.</li>



<li>O salário é confortável, mas com regras firmes.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>3.2 Reino Unido</strong></h4>



<p>Após o escândalo das despesas parlamentares de 2009, todo gasto é público e amplamente fiscalizado. Parlamentares perderam mandato por abusos muito menores do que se vê no Brasil.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>3.3 Estados Unidos</strong></h4>



<p>Congressistas possuem benefícios, mas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>viagens devem ser totalmente justificadas;</li>



<li>contratação de familiares é proibida;</li>



<li>a opinião pública pune severamente qualquer abuso.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>3.4 Alemanha</strong></h4>



<p>A transparência é absoluta. Qualquer uso indevido de recurso público gera renúncia e destruição imediata da carreira política.</p>



<p><strong>Em resumo:</strong><br>O modelo brasileiro é um dos mais permissivos, caros e descolados da realidade social.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Um apanhado histórico desde os anos 1990: como surgiu a demonização do pobre</strong></h3>



<p>A partir dos anos 1990, com a redemocratização consolidada e as disputas ideológicas mais claras, ocorreu um fenômeno comunicacional importante:</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>4.1 A consolidação da narrativa anti-pobre</strong></h4>



<p>Programas sociais passaram a ser fortemente associados a “compra de votos”, mesmo sem evidências estruturais disso.<br>A figura do beneficiário foi estigmatizada como “preguiçoso”, “vagabundo”, “dependente”.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>4.2 A polarização aumentou a distorção moral</strong></h4>



<p>Com a ascensão de Lula e a ampliação de programas sociais, atacar o pobre virou forma indireta de atacar a esquerda.<br>Assim, a crítica deixou de ser econômica e virou <strong>identitária</strong>.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>4.3 A internet amplificou preconceitos</strong></h4>



<p>Memes, vídeos e desinformação reforçaram a ideia de que beneficiar o pobre é “esmola” ou “privilégio”, e não política pública.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>4.4 Ao mesmo tempo, críticos silenciavam sobre privilégios políticos</strong></h4>



<p>Como esses privilégios atingem tanto direita quanto esquerda, eram menos explorados para mobilizar grupos políticos.</p>



<p>Resultado:<br><strong>Criou-se uma cultura política que aplaude benefícios a quem está no topo e condena ajuda a quem está embaixo.</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5. A contradição estruturante: indignação seletiva</strong></h3>



<p>Quando alguém se indigna com o pobre que recebe pouco, mas permanece indiferente ao político que recebe muito, essa atitude costuma nascer de:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>viés de mérito</em>: ver pobreza como falha moral;</li>



<li><em>identificação com elites</em>: desejo de ascender, mesmo que simbolicamente;</li>



<li><em>polarização</em>: atacar o “outro lado”, independentemente de argumentos;</li>



<li><em>naturalização do privilégio</em>: “nunca foi diferente mesmo”;</li>



<li><em>estigmas históricos</em>: o pobre é suspeito, o político é intocável.</li>
</ul>



<p>É uma contradição que revela mais sobre a psicologia social do que sobre a economia.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão: o problema não é o gasto — é o alvo</strong></h3>



<p>O Brasil investe pouco em quem mais precisa e muito em quem menos precisa.<br>A assistência social ajuda diretamente famílias vulneráveis e movimenta a economia.<br>As regalias políticas, ao contrário, mantêm uma elite distante, com custos altos e retorno quase nulo.</p>



<p>O silêncio diante dos privilégios e o barulho diante da ajuda aos pobres mostra que o debate público não é sobre contas públicas — é sobre <strong>ideologia, identidade e velhos preconceitos</strong>.</p>



<p>Enquanto a sociedade não tratar o privilégio político como problema e a assistência como solução, continuará presa a uma lógica desigual, atrasada e profundamente incoerente.</p>
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		<title>A Democracia Coroada: o Império como modelo de equilíbrio político</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 12:12:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ação Monárquica]]></category>
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					<description><![CDATA[João Camilo de Oliveira Torres e a redescoberta da monarquia constitucional brasileira Publicado originalmente em 1957, A Democracia Coroada, de João Camilo de Oliveira Torres, é uma das obras mais lúcidas e originais do pensamento político brasileiro. Longe de ser um simples tratado histórico, o livro apresenta uma interpretação filosófica...]]></description>
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<h3 class="wp-block-heading"><em>João Camilo de Oliveira Torres e a redescoberta da monarquia constitucional brasileira</em></h3>



<p>Publicado originalmente em 1957, <em>A Democracia Coroada</em>, de <strong>João Camilo de Oliveira Torres</strong>, é uma das obras mais lúcidas e originais do pensamento político brasileiro. Longe de ser um simples tratado histórico, o livro apresenta uma interpretação filosófica e institucional do <strong>Império do Brasil</strong> como uma experiência singular de <strong>democracia monárquica</strong> — uma forma de governo que conciliava liberdade, ordem e representação sob o manto da Coroa.</p>



<p>Para Torres, o grande mérito do sistema imperial foi justamente ter criado <strong>um equilíbrio entre autoridade e liberdade</strong>, algo que as repúblicas latino-americanas, fundadas sobre ideais abstratos e importados, jamais conseguiram alcançar.<br>Enquanto nossos vizinhos mergulhavam em ditaduras, golpes e populismos, o Brasil viveu, sob D. Pedro II, o período mais estável e civilizado de sua história política.</p>



<p><strong>O poder moderador: a chave da harmonia</strong></p>



<p>O conceito central da obra é o <strong>Poder Moderador</strong>, descrito não como um instrumento de autoritarismo, mas como o <strong>eixo regulador da democracia monárquica</strong>.<br>Torres interpreta o Moderador — inspirado na doutrina de Benjamin Constant e adaptado à realidade brasileira — como o poder que assegura o funcionamento independente dos demais: Legislativo, Executivo e Judiciário.</p>



<p>Segundo ele, <strong>o Imperador não governava, mas impedia que os outros governassem mal</strong>. Sua função era garantir o equilíbrio das instituições, nomear gabinetes capazes, dissolver o Parlamento quando necessário e agir como árbitro supremo da nação — acima das paixões partidárias.</p>



<p>Para o autor, esse papel era possível porque o monarca <strong>não era um político de carreira, mas a encarnação da continuidade do Estado</strong>. O trono, portanto, representava a unidade nacional diante da fragmentação dos interesses regionais e partidários.</p>



<p><strong>A verdadeira democracia</strong></p>



<p>João Camilo sustenta que o Império brasileiro foi, em essência, <strong>uma democracia coroada</strong> — uma forma de governo representativo em que a autoridade era limitada pela Constituição e legitimada pela participação do povo.<br>Ele refuta o mito republicano de que o regime imperial seria aristocrático ou antipopular: ao contrário, lembra que <strong>as eleições, a liberdade de imprensa e o Parlamento eram realidades consolidadas já no século XIX</strong>, em contraste com a instabilidade crônica das repúblicas sul-americanas.</p>



<p>A monarquia brasileira, para Torres, não era um resquício do passado, mas <strong>uma construção moderna</strong>, que soube adaptar os princípios do liberalismo europeu à nossa realidade social e cultural.</p>



<p><strong>Crítica ao liberalismo e à república</strong></p>



<p>Um dos pontos mais fortes do livro é sua crítica ao <strong>liberalismo abstrato</strong>, que tentou transplantar modelos estrangeiros para um país de tradição orgânica e comunitária.<br>Para Torres, o liberalismo que inspirou a Primeira República era <strong>individualista, anticristão e desconectado da realidade nacional</strong>, ao passo que a monarquia imperial se apoiava em valores de continuidade, dever e serviço público.</p>



<p>A república, ao romper com a legitimidade tradicional, abriu espaço para a <strong>política dos interesses e dos grupos</strong>, transformando o Estado em instrumento de poder pessoal e não de bem comum.<br>Daí a tese central do autor: <strong>a queda da monarquia não representou progresso, mas o início da decadência política brasileira</strong>.</p>



<p><strong>A lição de João Camilo</strong></p>



<p>Mais do que um elogio nostálgico do passado, <em>A Democracia Coroada</em> é uma advertência.<br>Torres convida o leitor a repensar a política nacional à luz daquilo que o Brasil perdeu: a noção de que o poder deve servir ao povo, mas não ser refém dele.<br>A monarquia, em sua visão, <strong>reunia o princípio da autoridade legítima e o da liberdade responsável</strong>, formando um regime de equilíbrio raro — onde o rei reina, mas não governa; e o povo participa, mas não usurpa.</p>



<p>Hoje, num tempo em que a república se mostra esgotada em escândalos e crises sucessivas, a leitura de <em>A Democracia Coroada</em> recupera uma ideia essencial: <strong>a verdadeira democracia não é a tirania da maioria, mas a harmonia entre os poderes sob uma autoridade moral e estável</strong>.</p>



<p><strong>Conclusão</strong></p>



<p>João Camilo de Oliveira Torres ofereceu ao Brasil uma reflexão madura sobre a política e o poder.<br>Seu livro não é um manifesto reacionário, mas <strong>um tratado de prudência e realismo político</strong>.<br>Ao mostrar que o Império brasileiro foi capaz de unir democracia e monarquia, ele propõe uma visão alternativa ao caos partidário moderno.</p>



<p>Em tempos de desencanto com as instituições, <em>A Democracia Coroada</em> nos recorda que a verdadeira modernidade pode estar não em romper com o passado, mas em <strong>reconhecer que a Coroa, quando limitada pela Constituição, pode ser o mais democrático dos regimes.</strong></p>



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		<title>Senado analisa sugestão para Brasil voltar a ser monarquia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Sep 2025 11:02:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ação Monárquica]]></category>
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					<description><![CDATA[Esse assunto tem movimentado as redes sociais e gerado dúvidas, porque muitas postagens apresentam informações imprecisas. Para entender melhor: a Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado está analisando uma sugestão legislativa (SUG 9/2024) que propõe a convocação de um plebiscito em 2026 sobre a restauração da monarquia parlamentarista no...]]></description>
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<p>Esse assunto tem movimentado as redes sociais e gerado dúvidas, porque muitas postagens apresentam informações imprecisas.</p>



<p>Para entender melhor: a Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado está analisando uma sugestão legislativa (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/165546" rel="noreferrer noopener" target="_blank">SUG 9/2024</a>) que propõe a convocação de um plebiscito em 2026 sobre a restauração da monarquia parlamentarista no Brasil. A proposta surgiu no portal e-Cidadania, após reunir mais de 30 mil apoios populares — bem acima dos 20 mil necessários para ser analisada como sugestão.</p>



<p>O autor defende que o sistema republicano presidencialista é ineficiente, e que um regime monárquico parlamentarista permitiria maior autonomia dos partidos eleitos. Ele cita os exemplos de países como Espanha, Inglaterra e Dinamarca, que adotam esse modelo com baixos índices de corrupção e maior investimento público.</p>



<p>Caso seja aprovada, a sugestão será transformada em projeto de lei, que deverá ser aprovado pelo Senado e pela Câmara, para então ser convertido em Proposta de Emenda à Constituição (PEC). Uma vez aprovada, a PEC irá à promulgação, passando a valer o novo texto constitucional. Somente depois disso é que serão tomadas as providências para mudar a forma de governo. Há, portanto, muitas etapas a serem vencidas para que o Brasil volte a ser uma monarquia.</p>



<p><strong>Plebiscito e desinformação</strong></p>



<p>Essa não é a primeira vez que surge uma proposta de mudança da forma e do sistema de governo.</p>



<p>O Brasil foi uma monarquia entre 1822 e 1889, da Independência até a Proclamação da República. Desde então, o país adota o sistema presidencialista, com exceção de um breve período parlamentarista entre 1961 e 1963.</p>



<p>Em 1993, foi realizado plebiscito nacional, previsto na Constituição de 1988. O resultado manteve a república (66%) e o presidencialismo (56%). A monarquia recebeu 10% dos votos. A alta abstenção e muitos votos nulos mostraram pouco interesse dos brasileiros.</p>



<p>A campanha de dois meses teve muita desinformação, apesar de ainda nem existir redes sociais naquela época.</p>



<p>O plebiscito ocorreu após o impeachment de Collor, com Itamar Franco no governo. As campanhas usaram o impeachment como argumento para mudar o sistema de governo, mas não esclareceram bem a população. A desinformação foi tanta que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) precisou explicar a votação na TV.</p>



<p>Saiba mais sobre esse episódio histórico na reportagem &#8220;<a href="/noticias/especiais/arquivo-s/ha-30-anos-brasil-foi-as-urnas-decidir-se-teria-rei-e-primeiro-ministro" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Há 30 anos, Brasil foi às urnas decidir se teria rei e primeiro-ministro</a>&#8220;, publicada pela Agência Senado.</p>



<p>Fonte: <a href="https://www12.senado.leg.br/verifica/materias/2025/senado-analisa-sugestao-para-brasil-voltar-a-ser-monarquia"><strong>Senado Verifica</strong></a></p>
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		<title>Monarquia: Uma alternativa estável para o futuro do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Sep 2025 11:35:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ação Monárquica]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[👑Depois de mais de um século de República, o Brasil já teve dezenas de presidentes envolvidos em escândalos, processos e condenações. A sucessão de crises políticas, os ciclos de polarização e o clima de instabilidade constante levantam uma pergunta inevitável: será que um sistema monárquico constitucional não traria mais estabilidade,...]]></description>
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<p>👑<strong>Depois de mais de um século de República, o Brasil já teve dezenas de presidentes envolvidos em escândalos, processos e condenações.</strong> A sucessão de crises políticas, os ciclos de polarização e o clima de instabilidade constante levantam uma pergunta inevitável: será que um sistema monárquico constitucional não traria mais estabilidade, continuidade e responsabilidade ao poder?</p>



<p>Este artigo não propõe um retorno ao passado, e muito menos um golpe de Estado, mas sim um olhar para o futuro com base na experiência de países que mantiveram suas monarquias e prosperaram — como Reino Unido, Suécia, Espanha, Noruega, Japão e Canadá.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">⚖️ Estabilidade institucional</h2>



<p>Repúblicas presidencialistas, como a brasileira, concentram muito poder em uma única figura — o presidente — e, por isso, tornam o país vulnerável a choques políticos e pessoais. Uma crise envolvendo o presidente costuma paralisar todo o sistema.</p>



<p>Nas monarquias constitucionais, a figura do monarca atua como chefe de Estado simbólico e neutro, enquanto o governo efetivo é chefiado por um primeiro-ministro eleito pelo Parlamento. Isso garante continuidade ao Estado mesmo quando há mudanças de governo, evitando rupturas e crises institucionais prolongadas.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">💰 Menor custo e menor personalismo</h2>



<p>Campanhas presidenciais são caríssimas e tendem a se transformar em disputas personalistas e polarizadas. Em uma monarquia parlamentarista, o foco das eleições está em partidos e propostas, não em figuras messiânicas.</p>



<p>Além disso, a ausência de reeleição para o chefe de Estado elimina o incentivo para o uso da máquina pública em benefício pessoal ou eleitoral, um problema recorrente na política brasileira.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">🏛️ Neutralidade e responsabilidade</h2>



<p>Um monarca não governa, não legisla e não decide políticas públicas: ele cumpre funções protocolares e atua como árbitro neutro do sistema. Isso reduz o risco de aparelhamento político do cargo de chefe de Estado e impede que a estabilidade do país dependa da popularidade momentânea de um único indivíduo.</p>



<p>Enquanto o Parlamento e o primeiro-ministro governam e podem ser substituídos a qualquer momento por voto de desconfiança, o monarca garante que as regras do jogo sejam respeitadas e que as instituições continuem funcionando.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">📉 Menor propensão à corrupção de topo</h2>



<p>Chefes de Estado monárquicos não precisam financiar campanhas, nem conquistar apoio de grupos econômicos para chegar ao poder. Essa característica diminui o risco de corrupção na cúpula e permite que os escândalos que surgem sejam mais facilmente isolados ao nível do governo, sem paralisar toda a nação.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">📈 Continuidade e identidade nacional</h2>



<p>Um monarca simboliza a história e a unidade nacional. Seu papel contínuo ajuda a construir políticas de longo prazo e amortecer os impactos de mudanças bruscas de governo.</p>



<p>Em repúblicas presidencialistas, a troca de presidentes costuma significar o abandono de planos de governo anteriores — mesmo que sejam bons para o país — o que gera desperdício, descontinuidade e instabilidade.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">📜 A experiência brasileira</h2>



<p>Durante o Império, o Brasil teve apenas dois monarcas em 67 anos. Foi um período de estabilidade, avanços sociais, consolidação do território e modernização das instituições. Já na República, o país acumula mais de 40 presidentes — muitos depostos, cassados, renunciantes ou condenados judicialmente.</p>



<p>Não se trata de idealizar o passado, mas de reconhecer que o modelo republicano brasileiro produziu um histórico de crises constantes, enquanto a Monarquia Constitucional mostrou-se mais estável e previsível.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">👁️ Uma proposta para o futuro</h2>



<p>Defender a monarquia hoje não significa voltar ao século XIX, mas sim propor um sistema democrático moderno, com Parlamento eleito pelo povo e um primeiro-ministro responsável pelo governo, sob a supervisão de um chefe de Estado imparcial e estável.</p>



<p>Com menos personalismo, menos corrupção e mais continuidade institucional, o Brasil poderia sair do ciclo de crises e construir políticas de longo prazo, livres das disputas eleitorais destrutivas que paralisam o país.</p>



<p><strong>Talvez seja hora de rediscutirmos o modelo que abandonamos há mais de um século.</strong></p>
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		<title>Os Segredos Paranormais de Windsor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Feb 2025 17:07:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ação Monárquica]]></category>
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					<description><![CDATA[Point of view&#160;&#8211; 30 de outubro de 2024Alienígenas,&#160;círculos nas plantações, fantasmas, espíritos… Por séculos, a Família Real Britânica tem sido fascinada pelo estranho e pelo além. Um documentário recente,&#160;O Rei dos OVNIs, explora esse fascínio e os rumores que ligam a realeza a fenômenos inexplicáveis. Na foto em destaque: Rainha...]]></description>
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<p><a href="https://www.pointdevue.fr/auteur/point-de-vue">Point of view</a>&nbsp;&#8211; 30 de outubro de 2024<br>Alienígenas,&nbsp;<em>círculos nas plantações</em>, fantasmas, espíritos… Por séculos, a Família Real Britânica tem sido fascinada pelo estranho e pelo além. Um documentário recente,&nbsp;<em>O Rei dos OVNIs</em>, explora esse fascínio e os rumores que ligam a realeza a fenômenos inexplicáveis.</p>



<p class="has-text-align-center">Na foto em destaque: Rainha Elizabeth II, Rainha Mary e a Rainha Mãe Elizabeth em 11 de fevereiro de 1952 na Estação King&#8217;s Cross, Londres. Elas choram enquanto aguardam a chegada do caixão do Rei George VI.</p>



<p>Estamos em 1953, em algum lugar de uma residência rica no oeste de Londres. Em uma sala escura estão instaladas a&nbsp;<a href="https://www.pointdevue.fr/grand-angle/biographies/elizabeth-bowes-lyon">Rainha Mãe</a>,&nbsp;<a href="https://www.pointdevue.fr/grand-angle/biographies/prince-philip">o Príncipe Philip</a>, a Princesa Alexandra, sua mãe, a Princesa Marina, e a muito jovem&nbsp;<a href="https://www.pointdevue.fr/grand-angle/biographies/elisabeth-ii">Rainha Elizabeth II</a>. Todos estão reunidos para uma sessão espírita liderada pela médium Lilian Bailey. O objetivo é entrar em contato com o espírito de&nbsp;<a href="https://www.pointdevue.fr/grand-angle/biographies/george-vi">George VI</a>, o Rei que havia morrido alguns meses antes, e também com o do Duque de Kent, marido da Princesa Marina, que morreu em um misterioso acidente de avião em 1942. Diz a lenda que a Rainha Mãe ficou tão perturbada com esta sessão que voltou várias vezes para consultar Lilian Bailey.</p>



<p><strong>Espírito, você está aí?</strong></p>



<p>Em sua autobiografia&nbsp;<a href="https://www.pointdevue.fr/boutique/produit/le-suppleant"><em>Spare</em></a>, publicada em janeiro de 2023,&nbsp;<a href="https://www.pointdevue.fr/grand-angle/biographies/prince-harry">o Príncipe Harry</a>&nbsp;revela que chamou Sally Morgan, a vidente que&nbsp;<a href="https://www.pointdevue.fr/grand-angle/biographies/diana-spencer">a Princesa Diana</a>&nbsp;consultava regularmente, bem como outro guia com &#8220;poderes&#8221; para tentar entrar em contato com sua falecida mãe. Uma tendência ao espiritualismo que não é nova entre os membros da Família Real Britânica, já que já em seu tempo&nbsp;<a href="https://www.pointdevue.fr/grand-angle/biographies/reine-victoria">a Rainha Vitória</a>&nbsp;garantiu os serviços do clarividente Robert James Lees para se comunicar com seu falecido marido, o Príncipe Albert.</p>



<p>Baseado no documentário&nbsp;<em>The King of UFOs</em>, que explora a conexão dos Windsors com o paranormal – dirigido por Mark Christopher Lee, transmitido no&nbsp;<a href="https://www.primevideo.com/detail/The-King-of-UFOs/0L7ONZWB78OLN8F3LZ9PP314EW">Prime Video</a>&nbsp;– a realeza se sente muito confortável com os espíritos e fantasmas que assombram as paredes de suas casas. Assim, Richard Felix, um historiador paranormal entrevistado no documentário, nos garante que “todas as propriedades reais são assombradas. Eles sabem disso e testemunharam isso. (…) A Rainha Elizabeth conheceu sua homônima na biblioteca do Castelo de Windsor. O Rei [Carlos III, nota do editor] também viu o mesmo fantasma, e seu avô George VI viu Elizabeth I oito vezes nesta biblioteca antes da Segunda Guerra Mundial.”</p>



<p>Em um podcast da revista inglesa&nbsp;<em>Hello</em>, gravado em 2023, o mesmo especialista nos garantiu que Anmer Hall, a residência do&nbsp;<a href="https://www.pointdevue.fr/grand-angle/biographies/prince-william">Príncipe William</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="https://www.pointdevue.fr/grand-angle/biographies/kate-middleton">Kate</a>&nbsp;em Norfolk, é assombrada pelo fantasma de um padre católico que viveu na terra antes de ser executado por sua Fé. Avisado sobre isso antes de se mudar, o Príncipe William teria respondido: &#8220;Nenhuma mansão estaria completa sem seu fantasma, não é?&#8221; Richard Felix afirma que o próprio País de Gales já viu o fantasma do padre e até ouviu sua voz&#8230;</p>



<p><strong>Philip e Charles, uma paixão compartilhada por OVNIs</strong></p>



<p>O Duque de Edimburgo tinha uma grande paixão por todas as coisas OVNI e alienígenas. Um hobby herdado de seu tio, Lord Mountbatten, que gostava de contar sobre um encontro próximo do terceiro tipo que teve com uma máquina voadora prateada não identificada, que pousou um dia no jardim de sua propriedade em Hampshire. Um evento sobre o qual Mountbatten também escreveu um relatório oficial.</p>



<p>Um assinante fiel da revista&nbsp;<em>Flying Saucers</em>, o marido de Elizabeth II sempre teve curiosidade em ouvir os relatos de oficiais da Força Aérea Real que vivenciaram eventos inexplicáveis. O especialista britânico no assunto, John Hanson, autor de muitos livros lidos pelo Duque de Edimburgo, afirma ter recebido dezenas de cartas do secretário particular de Philip dizendo-lhe o quão interessantes ele achava suas obras. &#8220;Até Charles e William estão interessados nelas,&#8221; assegura Hanson.</p>



<p>Uma passagem de&nbsp;<em>The King of UFOs</em>&nbsp;também relata o depoimento de um mergulhador canadense que afirma ter visto em 1975, enquanto trabalhava em um projeto militar ultrassecreto em Sandy Point, na costa de Newfoundland, o Príncipe Charles pilotando uma estranha nave impulsionada por uma força eletromagnética desconhecida, que supostamente o levou a uma base da NASA. De acordo com o documentário, os Windsors têm seus próprios arquivos pessoais sobre fenômenos paranormais, uma coleção que é digna de rivalizar com a mantida pelo Vaticano. O Príncipe Philip até converteu a Rainha Elizabeth à sua paixão pelos&nbsp;<em>círculos</em>, nas plantações, aqueles padrões geométricos gigantes que aparecem de repente em campos ou grandes extensões.</p>



<p><strong>&#8216;Peço ao Rei que revele a verdade ao público&#8217;</strong></p>



<p>No caso de um pouso alienígena, a realeza poderia desempenhar um papel especial, como atuar como intermediários com os homenzinhos verdes? Esta é uma das questões levantadas pelo diretor do documentário, Mark Christopher Lee. “O Rei teria um papel central a desempenhar como chefe de estado, chefe da Igreja da Inglaterra e defensor de todas as religiões. Ele teria que preparar seu povo para uma mudança radical de paradigma, e o primeiro contato teria implicações políticas e espirituais. Com o aumento de avistamentos de OVNIs ao redor do mundo, pode estar mais perto do que pensamos e o Rei deveria estar se preparando para isso,” ele acredita.</p>



<p>“Eu também acho que tendo um interesse em OVNIs passado de seu pai, como Rei ele pode saber mais sobre a verdade. O Reino Unido, junto com os EUA, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, faz parte da Five Eyes Alliance. Nick Pope, entrevistado no filme, descobriu que o Reino Unido participou de briefings da Five Eyes sobre OVNIs e eu suspeito que o Rei Charles saiba a verdade. Então, eu aqui convoco nosso Rei a revelar a verdade ao público. Nós merecemos saber se não estamos sozinhos neste universo.” O Palácio de Buckingham ainda não respondeu ao pedido.</p>



<p>Postado em 30 de janeiro de 2025</p>
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		<title>CONCERTO de NATAL &#8211; Família Imperial 2024 &#8211; Banda do Corpo dos Fuzileiros Navais</title>
		<link>https://monarquista.com.br/concerto-de-natal-familia-imperial-2024-banda-do-corpo-dos-fuzileiros-navais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Dec 2024 10:24:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ação Monárquica]]></category>
		<category><![CDATA[Dom Bertrand]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Circulo Monárquico do Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Concerto de Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo dos Fuzileiros Navais]]></category>
		<category><![CDATA[Família Imperial]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o apoio do Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, a Banda Sinfônica do Corpo dos Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil apresentou o XIII Concerto de Natal da Família Imperial. O evento foi realizado na Igreja Nossa Senhora do Carmo da Antiga...]]></description>
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<p>Com o apoio do Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, a Banda Sinfônica do Corpo dos Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil apresentou o XIII Concerto de Natal da Família Imperial.</p>



<p>O evento foi realizado na Igreja Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé, Catedral da Coroação de D. João VI, D. Pedro I e D. Pedro II, no Centro Imperial do Rio de Janeiro. Durante o concerto, foram apresentadas obras musicais natalinas e cívicas. Este evento marcou a abertura das comemorações do Bicentenário de D. Pedro II, que será celebrado no biênio 2025 e 2026.</p>



<p>A Banda Sinfônica do Corpo dos Fuzileiros Navais, criada por D. João VI em 1809, é a mais antiga corporação musical militar do Brasil. Durante a apresentação, a banda incluiu números musicais executados por seus gaiteiros, mantendo viva a tradição escocesa.</p>



<p>A regência da orquestra e do coral esteve a cargo dos maestros Primeiro-Tenente Irineu Amaro da Rocha Neto e Capitão de Corveta Nerias Oliveira Morel.</p>



<p>O Príncipe Imperial e Chefe da Casa Imperial do Brasil, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, não pôde comparecer ao evento, mas foi representado por integrantes do Círculo Monárquico do Rio de Janeiro.</p>



<p>Confira trechos do concerto no link a seguir:</p>



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		<title>Castelos Reais na Inglaterra: Um Natal Encantado para o Público</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Nov 2024 11:06:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ação Monárquica]]></category>
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					<description><![CDATA[Neste Natal, os castelos reais da Inglaterra estão abrindo suas portas para eventos especiais, oferecendo ao público uma experiência única de celebração festiva. Como parte do esforço do Rei Charles para tornar as residências reais mais acessíveis e gerar recursos, locais icônicos como o Palácio de Buckingham, Castelo de Windsor...]]></description>
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<p>Neste Natal, os castelos reais da Inglaterra estão abrindo suas portas para eventos especiais, oferecendo ao público uma experiência única de celebração festiva. Como parte do esforço do Rei Charles para tornar as residências reais mais acessíveis e gerar recursos, locais icônicos como o Palácio de Buckingham, Castelo de Windsor e o Palácio de Holyroodhouse em Edimburgo prepararam atrações exclusivas para a temporada.</p>



<p>No <strong>Castelo de Windsor</strong>, um majestoso pinheiro de 6 metros adorna o St. George’s Hall, enquanto o Palácio de Holyroodhouse encanta os visitantes com decorações vitorianas e música natalina. A <strong>propriedade de Sandringham</strong>, por sua vez, oferece um percurso iluminado mágico, perfeito para toda a família, com luzes e decorações deslumbrantes.</p>



<p>Outros destaques incluem workshops de guirlandas natalinas no Palácio de Holyroodhouse e tours históricos em Kensington Palace, que revivem as tradições natalinas da Rainha Vitória. Até mesmo a <strong>Torre de Londres</strong> entra no clima, revelando como reis e rainhas do passado comemoravam esta data.</p>



<p>Os eventos não só celebram o espírito natalino, mas também reforçam a conexão da monarquia com o público, permitindo que pessoas de todas as idades vivenciem o encanto das tradições reais.</p>
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