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	<title>Ação Monárquica &#8211; Monarquia J&aacute;!</title>
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	<description>Pela restauração da honestidade na vida política! Monarquia Já</description>
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	<title>Ação Monárquica &#8211; Monarquia J&aacute;!</title>
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		<title>DIANTE DO CAOS POLÍTICO, MONARQUIA EM AÇÃO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Sep 2026 19:35:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ação Monárquica]]></category>
		<category><![CDATA[Analise Política]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Império do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Monarquia Parlamentar Constitucional]]></category>
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					<description><![CDATA[⏱️ Tempo estimado: 14 minutos ⏱️ Você está lendo há 00:00 Manifesto pela Restauração da Monarquia Parlamentar Constitucional no Brasil PREÂMBULO — UMA NAÇÃO DIANTE DE SEU DESTINO O Brasil atravessa um período de profundas tensões institucionais. A relação entre os Poderes da República, a confiança dos cidadãos nas instituições,...]]></description>
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<h2 class="wp-block-heading">Manifesto pela Restauração da Monarquia Parlamentar Constitucional no Brasil</h2>



<h3 class="wp-block-heading">PREÂMBULO — UMA NAÇÃO DIANTE DE SEU DESTINO</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil atravessa um período de profundas tensões institucionais. A relação entre os Poderes da República, a confiança dos cidadãos nas instituições, a segurança jurídica e a responsabilidade daqueles que exercem funções públicas são temas que exigem atenção e reflexão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As recentes controvérsias envolvendo o Supremo Tribunal Federal, as disputas sobre competências entre autoridades e as dificuldades de estabelecer limites claros entre os diferentes Poderes revelam a importância de discutir, com seriedade, o funcionamento das instituições brasileiras. A crise não deve ser examinada apenas à luz das personalidades que ocupam os cargos, mas também dos mecanismos constitucionais que organizam e limitam o exercício do poder.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É diante dessa realidade que reafirmamos nosso compromisso com o estudo e a divulgação do ideal monárquico, apresentando a Monarquia Parlamentar Constitucional como uma proposta de organização do Estado brasileiro, a ser examinada à luz da História, do Direito e das necessidades do Brasil contemporâneo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não nos move o ressentimento contra os que pensam de maneira diferente. Não nos move a nostalgia vazia de um passado idealizado. Move-nos a convicção de que uma Nação deve conhecer sua História, compreender suas instituições e ser capaz de discutir seu futuro sem se submeter à superficialidade das disputas políticas circunstanciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Monarquia em Ação nasce desse compromisso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não como uma fuga do presente, mas como uma proposta que procura extrair da experiência histórica brasileira elementos para a reflexão sobre o futuro nacional.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">I — O BRASIL E SUA EXPERIÊNCIA HISTÓRICA</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em 1808, a chegada da Família Real portuguesa ao Brasil transformou profundamente a vida política, econômica e cultural da colônia. A abertura dos portos, a criação de instituições e o desenvolvimento da estrutura administrativa contribuíram para a formação das condições que antecederam a Independência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 7 de setembro de 1822, o Brasil proclamou sua independência. Sob a Monarquia, o novo Estado enfrentou o desafio de consolidar sua unidade territorial, organizar suas instituições e afirmar sua existência diante das demais nações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O período imperial foi marcado por realizações importantes, mas também por contradições profundas. A escravidão, a desigualdade social, os conflitos políticos e as limitações da cidadania fazem parte dessa mesma história e devem ser reconhecidos com honestidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estudar o Império não significa ignorar suas falhas. Significa recusar o esquecimento seletivo e compreender o conjunto da experiência nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A consolidação da unidade brasileira, o desenvolvimento de instituições de governo, a continuidade da chefia de Estado e a projeção internacional alcançada no século XIX são elementos que merecem ser examinados, comparados e debatidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A História não é um altar para a adoração irrefletida, nem um tribunal para a condenação simplista. É uma fonte de conhecimento para aqueles que desejam compreender o caminho percorrido pela Nação.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">II — A PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA E O DEBATE SOBRE A FORMA DE GOVERNO</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em 15 de novembro de 1889, um movimento militar derrubou a Monarquia e instaurou a República no Brasil. A mudança de regime ocorreu sem uma consulta popular prévia que permitisse à Nação manifestar sua vontade sobre a substituição da forma de governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir daquele momento, o País iniciou uma nova trajetória institucional, marcada por diferentes Constituições, períodos de autoritarismo, experiências democráticas e crises políticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Reconhecemos que a República faz parte da realidade histórica e constitucional do Brasil contemporâneo. A crítica à forma republicana de governo, porém, permanece legítima enquanto objeto de estudo e de debate público, desde que realizada por meios pacíficos, legais e democráticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A questão que colocamos à sociedade brasileira é a seguinte:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A forma de governo que adotamos é necessariamente a mais adequada para garantir a continuidade do Estado, a estabilidade institucional, a responsabilidade da chefia da Nação e a harmonia entre os Poderes?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa pergunta não deve ser respondida por preconceitos, slogans ou lealdades partidárias. Exige conhecimento histórico, reflexão constitucional e disposição para examinar diferentes modelos de organização política.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É nesse espaço de estudo e debate que apresentamos a proposta da restauração monárquica.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">III — A CRISE INSTITUCIONAL E A RESPONSABILIDADE DO PODER</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Estado brasileiro está organizado em três Poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário. A Constituição estabelece atribuições e limites para cada um deles, buscando impedir a concentração do poder e garantir o funcionamento das instituições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A independência entre os Poderes não deve ser confundida com isolamento ou ausência de controles recíprocos. A harmonia institucional exige que cada Poder exerça suas competências, respeite as atribuições dos demais e se submeta às regras constitucionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando decisões judiciais, atos administrativos ou iniciativas legislativas suscitam controvérsias sobre os limites de competência, o País necessita de mecanismos legítimos para esclarecer responsabilidades e preservar a confiança pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Legislativo deve exercer sua função de representação e fiscalização. O Executivo deve administrar o Estado e executar as políticas públicas dentro da Constituição e das leis. O Judiciário deve assegurar a aplicação do Direito, a proteção dos direitos e a imparcialidade de suas decisões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nenhum Poder político deve ser colocado acima da Constituição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nenhuma autoridade, independentemente do cargo que ocupa, deve estar dispensada de responsabilidade, transparência e controle institucional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A discussão monárquica parte de uma preocupação essencial: como estruturar a chefia do Estado e os mecanismos de equilíbrio institucional de modo a reduzir a dependência da estabilidade nacional em relação às disputas eleitorais e às ambições circunstanciais dos ocupantes do poder?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não apresentamos essa questão como uma solução automática para todos os problemas brasileiros. Apresentamo-la como uma questão constitucional que merece ser estudada e debatida.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">IV — A MONARQUIA CONSTITUCIONAL E O PODER MODERADOR</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Monarquia Parlamentar Constitucional que defendemos inspira-se na experiência histórica do Império brasileiro e busca considerar as exigências institucionais do século XXI.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seu fundamento não deve ser a concentração ilimitada de autoridade em uma pessoa, mas a organização constitucional das funções do Estado, com responsabilidades definidas e mecanismos de controle.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na tradição constitucional brasileira, o Poder Moderador foi estabelecido pela Constituição de 1824 como uma atribuição do Imperador, destinada à manutenção da independência, do equilíbrio e da harmonia entre os demais Poderes políticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A experiência histórica do Poder Moderador precisa ser examinada em seu contexto, inclusive quanto às prerrogativas imperiais, à estrutura política do período e às limitações da representação da época.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao defender sua consideração em uma proposta contemporânea, entendemos que não basta reproduzir fórmulas do passado. É necessário discutir sua função, seus limites e suas garantias.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que compreendemos como função do Poder Moderador</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O Poder Moderador, na concepção que propomos para debate, deverá ser estudado como um instrumento constitucional de equilíbrio institucional, destinado a contribuir para a continuidade do Estado e para a preservação da harmonia entre os Poderes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sua eventual organização em um modelo contemporâneo exigiria definição clara de competências, limites jurídicos, mecanismos de responsabilização e garantias contra o abuso de autoridade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A chefia de Estado não deve ser confundida com a administração cotidiana do Governo. A distinção entre a representação permanente da Nação e a condução política de um governo pode constituir um dos elementos centrais da reflexão monárquica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta de uma Monarquia Parlamentar Constitucional moderna deve responder a questões concretas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Como o chefe de Estado atuaria em crises entre os Poderes?</li>



<li>Quais seriam os limites de suas atribuições?</li>



<li>Quais atos exigiriam procedimentos constitucionais específicos?</li>



<li>Como seriam preservadas a liberdade política, a representação popular e a independência do Judiciário?</li>



<li>Quais mecanismos permitiriam responsabilizar autoridades por eventuais abusos?</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Não desejamos que essas perguntas sejam ignoradas. Desejamos que sejam enfrentadas com estudo e seriedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Poder Moderador, se considerado em uma futura estrutura constitucional, deverá ser definido por uma Constituição e não pela vontade pessoal de quem ocupar a Coroa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A restauração monárquica que propomos não pode prescindir do debate sobre o Estado de Direito, as liberdades civis e a responsabilidade pública.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">V — UMA PROPOSTA PARA O BRASIL DO SÉCULO XXI</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil de hoje não é o Brasil do século XIX. Sua população, sua economia, sua estrutura social, suas relações internacionais e suas necessidades institucionais são profundamente diferentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma proposta de restauração monárquica precisa reconhecer essa realidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O futuro regime deverá ser discutido considerando a dignidade dos cidadãos, a igualdade perante a lei, a liberdade de expressão, a participação política, a responsabilidade fiscal, o desenvolvimento econômico e a proteção dos direitos fundamentais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A tradição monárquica brasileira pode oferecer referências históricas para essa reflexão, mas a legitimidade de qualquer mudança de regime dependeria da vontade nacional, expressa por meios constitucionalmente reconhecidos e democraticamente legítimos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não defendemos a imposição de uma forma de governo pela força. Não defendemos a supressão do debate político. Não defendemos a perseguição daqueles que discordam da Monarquia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Defendemos o direito de estudar, discutir e apresentar uma proposta institucional à sociedade brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A forma de governo deve ser examinada em função de suas instituições, de suas responsabilidades e de suas consequências para a vida nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil merece um debate que não se limite à alternância de partidos e personalidades, mas alcance as estruturas que organizam o exercício do poder.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">VI — NOSSO COMPROMISSO COM A NAÇÃO</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Monarquia em Ação não é um encontro de saudosistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é um instrumento para a satisfação de ambições pessoais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é um espaço destinado à distribuição de títulos, honrarias ou privilégios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É uma proposta de estudo, reflexão e participação cívica em torno da restauração monárquica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Reconhecemos que brasileiros de diferentes convicções políticas podem participar desse debate. A defesa da Monarquia Parlamentar Constitucional não deve ser confundida com a adesão obrigatória a um partido, candidato ou programa de governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A causa monárquica precisa ser capaz de dialogar com a sociedade, apresentar argumentos e acolher o exame crítico de suas próprias propostas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acreditamos que a construção de um ideal nacional exige mais do que entusiasmo. Exige conhecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Exige mais do que discursos. Exige responsabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Exige mais do que a crítica às instituições existentes. Exige capacidade de apresentar alternativas e discutir seus fundamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, convocamos aqueles que desejam conhecer e examinar o ideal monárquico a participar de uma tarefa de formação e reflexão.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">VII — MONARQUIA EM AÇÃO: ESTUDAR, COMPREENDER, COMPARTILHAR E AGREGAR</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A restauração de uma forma de governo não pode ser reduzida a uma palavra de ordem. Uma proposta institucional exige cidadãos preparados para compreender sua História, conhecer seus fundamentos e participar do debate público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nosso compromisso se expressa em quatro verbos:</p>



<h3 class="wp-block-heading">ESTUDAR</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Estudar a História do Brasil, a formação do Estado nacional, a experiência imperial, as Constituições brasileiras e as diferentes formas de governo adotadas pelas nações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estudar o Poder Moderador, suas origens, sua aplicação histórica e os desafios de sua eventual adaptação a uma ordem constitucional contemporânea.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estudar para que a defesa do ideal não dependa de versões simplificadas da História, mas do conhecimento e da reflexão.</p>



<h3 class="wp-block-heading">COMPREENDER</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Compreender o funcionamento das instituições, as responsabilidades dos Poderes, os direitos dos cidadãos e os princípios que sustentam o Estado de Direito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Compreender que a restauração monárquica é uma proposta institucional que precisa ser discutida em seus aspectos jurídicos, políticos e sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Compreender também as objeções daqueles que defendem outras formas de governo, porque o debate público se fortalece quando as ideias são examinadas com honestidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">COMPARTILHAR</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Compartilhar conhecimento, documentos históricos, estudos, artigos e reflexões que contribuam para o esclarecimento da sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Compartilhar sem distorcer os fatos, sem atribuir a adversários intenções que não foram demonstradas e sem transformar a discussão política em hostilidade pessoal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ideal monárquico deve ser apresentado com clareza, dignidade e responsabilidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">AGREGAR</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Aproximar pessoas interessadas no estudo da Monarquia Parlamentar Constitucional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aglutinar esforços em torno de uma proposta de reflexão nacional, respeitando a pluralidade de convicções políticas e a liberdade de consciência de cada cidadão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Construir espaços de diálogo, estudo e participação nos quais o ideal monárquico possa ser conhecido, discutido e examinado publicamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A união em torno de uma ideia não exige que todos pensem de maneira idêntica sobre todos os assuntos. Exige clareza sobre o propósito comum e respeito às diferenças.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">VIII — UMA CONVOCAÇÃO AO ESTUDO E AO DEBATE</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Aos que desejam conhecer a Monarquia Parlamentar Constitucional, convidamos ao estudo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aos que já defendem o ideal monárquico, convidamos à formação, ao aprofundamento e à responsabilidade na divulgação de suas convicções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aos que discordam, oferecemos o diálogo respeitoso e o direito de examinar criticamente nossa proposta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aos que se preocupam com o futuro do Brasil, propomos que a discussão sobre a forma de governo não seja tratada como assunto encerrado sem que seus fundamentos sejam conhecidos e debatidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil possui uma História que merece ser estudada em sua inteireza. Possui instituições que devem ser compreendidas e fiscalizadas. Possui desafios que exigem cidadãos dispostos a participar da vida nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Monarquia em Ação deseja contribuir para esse processo por meio do estudo, da divulgação e do debate público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não prometemos que uma mudança de regime resolveria, por si só, todos os problemas do Brasil. Reconhecemos que nenhuma estrutura institucional dispensa a responsabilidade dos cidadãos, a qualidade da administração pública, a justiça e a participação social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Defendemos, contudo, que a Monarquia Parlamentar Constitucional deve permanecer como uma possibilidade a ser examinada no debate sobre o futuro do País.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Que a História seja conhecida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Que as instituições sejam compreendidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Que as ideias sejam compartilhadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Que os cidadãos possam se reunir, estudar e dialogar sobre o futuro nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A Monarquia em Ação começa pelo conhecimento, fortalece-se no debate e se expressa na participação cívica.</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">IX — DECLARAÇÃO FINAL</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nós, que reconhecemos valor na experiência histórica da Monarquia brasileira e desejamos estudar a possibilidade de sua restauração, declaramos nosso compromisso com a divulgação responsável desse ideal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Defendemos que a discussão sobre a forma de governo seja realizada por meios pacíficos, legais e democráticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Defendemos o estudo da História nacional, o conhecimento das instituições e a reflexão sobre os mecanismos que podem favorecer a estabilidade do Estado e a responsabilidade do poder.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Defendemos o diálogo com brasileiros de diferentes convicções, sem exigir uniformidade partidária ou ideológica como condição para a participação no debate monárquico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E convidamos todos aqueles que desejam conhecer essa proposta a se aproximar, estudar, compreender, compartilhar e participar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O futuro do Brasil pertence à Nação. O debate sobre suas instituições merece ser realizado com seriedade, conhecimento e responsabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>MONARQUIA EM AÇÃO: UM IDEAL PARA ESTUDAR, UM DEBATE PARA APROFUNDAR, UMA PROPOSTA PARA CONHECER E COMPARTILHAR.</strong></p>



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		<title>A Tradição em Tempos Digitais: O Pronunciamento de Dom Rafael e o Futuro do Movimento Monárquico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 12:05:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ação Monárquica]]></category>
		<category><![CDATA[Dom Rafael]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[Recentemente, o Príncipe Imperial do Brasil, Dom Rafael de Orleans e Bragança, manifestou-se de forma direta aos seus apoiadores e ao público brasileiro por meio de sua presença no Instagram.]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Recentemente, o Príncipe Imperial do Brasil, Dom Rafael de Orleans e Bragança, manifestou-se de forma direta aos seus apoiadores e ao público brasileiro por meio de sua presença no Instagram.<sup></sup> Em um contexto em que o debate sobre os rumos e as regras de sucessão da Casa Imperial ganha visibilidade, a fala do Príncipe lança luz sobre o papel da representatividade monárquica no século XXI.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Comunicação Direta com o Povo Brasileiro</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Historicamente acostumada aos canais institucionais e notas formais emitidas pela Casa Imperial, a causa monárquica presencia uma importante evolução no diálogo institucional. A utilização de redes sociais por membros da Família Imperial não apenas aproxima a figura dos príncipes do cotidiano dos cidadãos, mas reafirma o compromisso com a transparência, o respeito e a constante modernização dos meios de contato com a sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao se posicionar publicamente, Dom Rafael demonstra maturidade ao liderar pelo exemplo, estabelecendo uma ponte indispensável entre os ideais de estabilidade e a realidade conectada do Brasil contemporâneo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Unidade e Continuidade Histórica</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O momento pede reflexão e coesão por parte do movimento monárquico. Os recentes acontecimentos reforçam pontos centrais para a causa:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Fidelidade aos Princípios:</strong> A adesão aos valores fundamentais da Casa Imperial permanece sendo a espinha dorsal de sustentação do movimento.</li>



<li><strong>Serenidade e Respeito:</strong> O respeito ao Chefe da Casa Imperial, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, alinha-se ao apoio fraternizado a Dom Rafael.</li>



<li><strong>Construção do Futuro:</strong> A presença ativa nas redes permite levar a mensagem de um Brasil soberano, próspero e institucionalmente sólido a uma nova geração de jovens e famílias.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">O Papel do Monarquista Hoje</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para além de debates pontuais, a mensagem que fica é clara: o verdadeiro compromisso do monarquista é com a causa da Pátria. O trabalho contínuo nos Círculos Monárquicos, a promoção da história nacional e o estudo das instituições imperiais continuam sendo os pilares para a construção de um país consciente de suas raízes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento monárquico brasileiro segue firme, sustentado na fé, no dever e no amor incondicional ao Brasil.</p>



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		<title>Casamento, tradição e sucessão: a decisão de Dom Bertrand e o futuro da Casa Imperial Brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 21:01:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ação Monárquica]]></category>
		<category><![CDATA[Analise Política]]></category>
		<category><![CDATA[Dom Bertrand]]></category>
		<category><![CDATA[Dom Rafael]]></category>
		<category><![CDATA[Império do Brasil]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">O anúncio feito por Dom Bertrand de Orléans e Bragança durante o XXXVI Encontro Monárquico Nacional representa um dos acontecimentos mais significativos da história recente do movimento monarquista brasileiro. Ao declarar que não reconhecerá como dinástico o casamento de seu sobrinho, Dom Rafael de Orléans e Bragança, o atual chefe da Casa Imperial redefine a linha sucessória do Ramo de Vassouras, caso o matrimônio venha a se concretizar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão provocou repercussão entre monarquistas e estudiosos da história do Brasil, sobretudo porque levanta uma questão pouco conhecida: afinal, a Constituição do Império exigia realmente um casamento dinástico?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta é mais complexa do que parece.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que dizia a Constituição de 1824?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ao contrário do que muitos imaginam, a Constituição do Império não determinava expressamente que o Imperador ou o Príncipe Imperial só poderiam casar-se com membros de casas reais ou soberanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto constitucional tratava do casamento como uma questão de Estado, exigindo sua aprovação pela Assembleia Geral. O artigo 105 estabelecia que o Imperador não poderia contrair matrimônio sem essa autorização, sob pena de ser considerado abdicação da Coroa. O mesmo princípio era aplicado ao herdeiro do trono.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Percebe-se, portanto, que a preocupação do legislador era assegurar o controle institucional sobre um ato capaz de influenciar a sucessão da Coroa, e não estabelecer critérios de nobreza para o futuro cônjuge.</p>



<h2 class="wp-block-heading">De onde surgiu, então, a exigência do casamento dinástico?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Essa tradição não nasce diretamente da Constituição, mas das antigas normas da Casa de Bragança e do direito dinástico europeu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante séculos, as famílias reinantes procuraram preservar alianças entre casas soberanas. Casamentos considerados &#8220;desiguais&#8221; — quando um príncipe se unia a alguém sem origem dinástica — frequentemente impediam que seus descendentes herdassem os direitos ao trono.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a Proclamação da República, em 1889, o Brasil deixou de possuir instituições imperiais. A Assembleia Geral desapareceu, assim como o próprio Estado monárquico. Permaneceram, entretanto, a Família Imperial e suas tradições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse novo contexto, a chefia da Casa Imperial passou a interpretar que caberia ao chefe da família exercer a função anteriormente desempenhada pelas instituições do Império no que diz respeito à preservação das normas sucessórias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É justamente nessa tradição que Dom Bertrand fundamenta sua decisão.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Uma interpretação que não é unânime</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O episódio também revela que o tema está longe de ser consensual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há estudiosos que sustentam que as regras dinásticas permanecem plenamente válidas dentro da Casa Imperial, independentemente da inexistência do Império, pois representam a continuidade histórica da dinastia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros historiadores observam que a Constituição de 1824 jamais impôs expressamente a exigência de casamento dinástico e que, sem o Estado Imperial, essas normas possuem hoje natureza essencialmente familiar e simbólica, não jurídica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há ainda quem recorde que o próprio Dom Pedro II, em determinadas circunstâncias, demonstrou flexibilidade diante de casamentos considerados desiguais dentro da família, sugerindo que a tradição nem sempre foi aplicada de maneira absoluta.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A decisão de Dom Bertrand</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Foi com base nessa interpretação tradicional que Dom Bertrand comunicou publicamente que não reconhecerá como dinástico o casamento de Dom Rafael de Orléans e Bragança com a italiana Margherita delle Piane.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o entendimento do chefe da Casa Imperial, a futura esposa não pertence a uma casa soberana ou anteriormente reinante, requisito considerado indispensável pelas normas sucessórias adotadas pelo Ramo de Vassouras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso o casamento seja celebrado nessas condições, Dom Rafael perderá sua posição na linha sucessória da Casa Imperial, passando a sucessão para sua irmã, Dona Maria Gabriela de Orléans e Bragança.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Entre a tradição e o século XXI</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O episódio também suscita uma reflexão mais ampla.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diversas monarquias constitucionais europeias — como Reino Unido, Espanha, Suécia, Noruega, Dinamarca e Holanda — aboliram, ao longo das últimas décadas, as restrições relativas à origem familiar dos cônjuges de seus herdeiros. Atualmente, príncipes e princesas podem casar-se com cidadãos comuns sem perder seus direitos sucessórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras casas reais, especialmente aquelas que já não exercem poder político, optaram por preservar integralmente suas antigas normas dinásticas, entendendo que elas constituem parte essencial de sua identidade histórica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Casa Imperial Brasileira insere-se nesse segundo entendimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Um debate que ultrapassa a sucessão</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a decisão de Dom Bertrand não produza qualquer efeito jurídico perante a República Federativa do Brasil, ela possui importância histórica e institucional para aqueles que reconhecem a legitimidade da Casa Imperial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que definir quem ocupa o primeiro lugar numa linha sucessória sem efeitos legais perante o Estado brasileiro, o episódio recoloca em discussão uma questão permanente das monarquias: até que ponto uma instituição fundada na tradição deve adaptar-se às transformações da sociedade?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez essa seja a verdadeira importância do episódio. Não apenas decidir quem seria o sucessor de uma Coroa hoje inexistente, mas refletir sobre o delicado equilíbrio entre fidelidade à tradição e capacidade de dialogar com o seu tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É um debate que começou muito antes da Proclamação da República e que, ao que tudo indica, continuará despertando interesse entre historiadores, juristas e estudiosos das instituições brasileiras por muitos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Toda República possui uma história anterior à sua própria existência. No Brasil, essa história foi construída sob a Monarquia Constitucional. A Casa Imperial, embora não integre a estrutura do Estado, permanece como depositária de uma tradição que ajudou a formar a identidade nacional. Assim, quando seu chefe fala em nome da dinastia, não o faz como agente público, mas como representante de uma instituição histórica cuja existência é reconhecida social e culturalmente. É um papel sem poder político, mas não necessariamente sem significado institucional.</p>
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		<title>Monarquia e indicadores internacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 22:59:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ação Monárquica]]></category>
		<category><![CDATA[Império do Brasil]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">Os defensores da monarquia parlamentar frequentemente destacam exemplos internacionais contemporâneos para sustentar seus argumentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diversas das economias mais desenvolvidas do mundo atual são monarquias constitucionais, entre elas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Reino Unido;</li>



<li>Japão;</li>



<li>Suécia;</li>



<li>Noruega;</li>



<li>Dinamarca;</li>



<li>Holanda;</li>



<li>Bélgica;</li>



<li>Canadá;</li>



<li>Austrália.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esses países costumam apresentar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>altos índices de desenvolvimento humano;</li>



<li>estabilidade institucional;</li>



<li>forte continuidade administrativa;</li>



<li>maior previsibilidade política;</li>



<li>elevados padrões de renda e qualidade de vida.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Naturalmente, estudiosos lembram que o sucesso dessas nações não decorre exclusivamente da forma de governo, mas também de fatores históricos, econômicos, culturais e institucionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, para os defensores do parlamentarismo monárquico, tais exemplos demonstrariam que a monarquia constitucional permanece plenamente compatível com modernidade, democracia e prosperidade econômica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Entre tradição e estabilidade</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O debate entre monarquia e república atravessa séculos e continua despertando interesse em diferentes partes do mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso brasileiro, a discussão frequentemente retorna à memória do período imperial como momento de unidade territorial, continuidade institucional e construção nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que nostalgia, o tema permanece ligado a reflexões sobre estabilidade política, identidade histórica e os caminhos possíveis para o futuro do Brasil.</p>
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		<title>Entre Tiaras, Ordens e Dinastias: o banquete da realeza europeia e a permanência da Civilização Cristã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 17:13:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ação Monárquica]]></category>
		<category><![CDATA[Nobreza Européia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Aniversário Rei da Suécia]]></category>
		<category><![CDATA[Carl XVI Gustaf]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">Em tempos marcados pela velocidade das redes sociais, pela fugacidade das opiniões e pela constante tentativa de dissolução das tradições, um acontecimento ocorrido recentemente na Europa chamou a atenção até mesmo daqueles pouco afeitos ao universo das monarquias: o jantar comemorativo pelos 80 anos do rei Carl XVI Gustaf, realizado em Estocolmo, reuniu praticamente todas as casas reinantes da Europa, além de representantes da antiga nobreza continental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As imagens rapidamente percorreram o mundo digital. Salões iluminados por candelabros, damas trajando tiaras históricas, cavalheiros ostentando ordens dinásticas, herdeiros de tronos milenares conversando sob tetos dourados, numa atmosfera que parecia desmentir, silenciosamente, toda a narrativa revolucionária construída nos últimos séculos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E talvez esteja justamente aí o aspecto mais interessante do episódio.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A Revolução proclamou o fim da nobreza. A História respondeu com permanência</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Há 237 anos, a Revolução Francesa anunciava ao mundo o esmagamento definitivo da monarquia e da aristocracia cristã europeia. Em nome da igualdade absoluta, procurava-se não apenas derrubar reis, mas destruir costumes, símbolos, hierarquias, cerimônias e até mesmo o senso de beleza ligado à civilização tradicional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais tarde, há 109 anos, a Revolução Russa avançaria ainda mais profundamente nesse intento, declarando guerra não somente às coroas, mas à própria ideia de ordem orgânica da sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os palácios deveriam tornar-se museus vazios.<br>As linhagens deveriam desaparecer.<br>Os títulos seriam reduzidos a notas de rodapé.<br>E a nobreza, segundo os profetas revolucionários, sobreviveria apenas como caricatura literária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, transcorridos mais de dois séculos desde Paris e mais de um século desde Petrogrado, eis que o mundo observa novamente reis, rainhas, príncipes e casas dinásticas exercendo influência cultural, simbólica e até política.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não se trata apenas de sobrevivência biológica de famílias antigas. Há algo mais profundo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A força invisível das instituições orgânicas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O professor Plinio Corrêa de Oliveira observava frequentemente que certas instituições possuem raízes tão profundamente ligadas à natureza humana e à Civilização Cristã que resistem mesmo após violentas tentativas de destruição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nobreza tradicional europeia pertence a essa categoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela representa — quando fiel à sua missão histórica — não apenas privilégio, como afirmam os slogans modernos, mas continuidade, memória, dever, representação histórica e serviço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao contemplar as fotografias do jantar em Estocolmo, nota-se algo que o espírito contemporâneo dificilmente consegue reproduzir: a naturalidade da hierarquia. Não a hierarquia opressiva caricaturada pela propaganda revolucionária, mas a hierarquia harmônica, revestida de formas, símbolos e responsabilidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada ordem honorífica, cada brasão, cada precedência à mesa, cada gesto cerimonial revela uma concepção de sociedade muito diversa daquela produzida pelo igualitarismo moderno.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O fascínio contemporâneo pela realeza</h2>



<p class="wp-block-paragraph">É curioso perceber que, mesmo em sociedades profundamente secularizadas, a figura da realeza continua despertando interesse espontâneo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Milhões acompanham casamentos reais, funerais de soberanos, jubileus, coroações e cerimônias de Estado. As redes sociais amplificam aquilo que muitos imaginavam sepultado: o encanto pela continuidade histórica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por quê?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque o homem não vive apenas de utilidade prática.<br>Ele necessita de símbolos.<br>Necessita de elevação.<br>Necessita de beleza.<br>Necessita contemplar algo que transcenda a banalidade cotidiana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A monarquia tradicional, especialmente em suas expressões europeias, ainda preserva fragmentos desse universo simbólico que durante séculos moldou a Cristandade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Uma lição silenciosa para o Ocidente</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O banquete oferecido pelo rei da Suécia talvez tenha produzido, sem discursos ideológicos, uma poderosa lição histórica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto muitas instituições modernas envelhecem rapidamente, tornam-se descartáveis ou perdem legitimidade em poucas décadas, as antigas casas dinásticas continuam atravessando guerras, revoluções, crises econômicas e transformações culturais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há nisso um ensinamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As civilizações não se sustentam apenas sobre contratos econômicos ou sistemas administrativos. Elas necessitam de alma, memória e continuidade histórica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez seja precisamente por isso que, mesmo após séculos de ataques revolucionários, a nobreza europeia ainda desperte respeito, curiosidade e até admiração em amplos setores do público contemporâneo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No fundo, o homem moderno pode até proclamar a ruptura com o passado — mas continua procurando, consciente ou inconscientemente, os vestígios da ordem perdida.</p>
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		<title>O Pulmão do Império: como o golpe de 1889 sufocou a Floresta da Tijuca e o futuro do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 10:34:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ação Monárquica]]></category>
		<category><![CDATA[Dom Pedro II]]></category>
		<category><![CDATA[Império do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[República]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">A Floresta da Tijuca não é apenas uma maravilha natural; ela é um monumento vivo à previdência de <strong>Sua Majestade Imperial, Dom Pedro II</strong>. Enquanto o mundo mergulhava na Revolução Industrial sem olhar para trás, o Império do Brasil executava a maior recuperação ambiental do século XIX.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, ao olharmos para as cicatrizes da urbanização desordenada no Rio de Janeiro, é impossível não questionar: o que teria sido da nossa capital se a República não tivesse interrompido o projeto de nação da Dinastia de Bragança?</p>



<h2 class="wp-block-heading">Um Monarca à frente de seu tempo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em 1844, o Rio de Janeiro enfrentava uma crise hídrica severa. Compreendendo a relação direta entre a cobertura florestal e a manutenção dos mananciais, Dom Pedro II tomou uma decisão audaciosa: desapropriar fazendas de café para devolver a terra à natureza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sob a gestão de Manuel Archer, e mais tarde do Barão de Escragnolle, estima-se que cerca de <strong>um bilhão de árvores</strong> tenham sido plantadas manualmente entre 1846 e 1860. Sem tecnologia moderna, apenas com o esforço humano e a visão científica do Imperador, o projeto recuperou integralmente a região, garantindo água para a população e criando o que hoje conhecemos como o maior parque florestal urbano do mundo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O abandono republicano e o surgimento das favelas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O declínio da Floresta da Tijuca e a crise social do Rio de Janeiro têm um marco zero: <strong>15 de novembro de 1889</strong>. O golpe militar que derrubou a Monarquia não apenas exilou a Família Imperial, mas abandonou os projetos estruturantes que visavam integrar os ex-escravizados à sociedade.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Fato Oculto:</strong> O plano de Dom Pedro II e da Princesa Isabel previa apoio financeiro e terras para os libertos após a Lei Áurea. Com o golpe, esse auxílio foi cancelado. Sem amparo e sem emprego, a população marginalizada ocupou as encostas e terras públicas — áreas que o Império preservava.</p>
</blockquote>



<h3 class="wp-block-heading">Comparativo: A floresta ontem e hoje</h3>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><td><strong>Período</strong></td><td><strong>Status da Gestão</strong></td><td><strong>Impacto Ambiental</strong></td></tr></thead><tbody><tr><td><strong>Império (1844-1889)</strong></td><td>Reflorestamento sistemático e proteção.</td><td>Recuperação de 100% da área planejada.</td></tr><tr><td><strong>República Inicial</strong></td><td>Abandono e fragmentação administrativa.</td><td>Início do desmatamento e ocupação irregular.</td></tr><tr><td><strong>Atualidade</strong></td><td>Pressão urbana e queimadas.</td><td>Restam apenas <strong>36%</strong> da área original imperial.</td></tr></tbody></table></figure>



<h2 class="wp-block-heading">O &#8220;E Se?&#8221; que a História confirma</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Estudos realizados por instituições como o IHGB indicam que a continuidade do projeto monárquico por apenas mais 12 anos teria mudado a face do Brasil. Estima-se que <strong>87% das favelas atuais</strong> e grande parte dos índices de criminalidade urbana não existiriam se o plano de integração social e preservação de terras da Coroa tivesse sido concluído.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A República recebeu uma floresta pujante e um plano de reforma social; entregou abandono e desordem urbana. A degradação de 64% da área original da Tijuca é o retrato físico do descaso republicano com o patrimônio natural e humano.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Um legado que resiste</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de reduzida, a Floresta da Tijuca permanece como o maior símbolo do Brasil que deu certo. Ela é a prova de que a Monarquia Brasileira não pensava em mandatos de quatro anos, mas em séculos. Preservar o que resta da Tijuca é, antes de tudo, um ato de respeito à nossa história imperial.</p>
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		<title>Instituto Histórico e Geográfico do ES vai debater legado de dom Pedro II</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Dec 2025 11:11:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ação Monárquica]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">O <strong>Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo</strong> (IHGES) prepara uma programação especial para celebrar os 200 anos de nascimento do imperador<strong> Dom Pedro II</strong>. A atividade integra a tradicional<strong> “Dezembrada”,</strong> evento anual da instituição, e contará com a palestra “Pedro II e a perpetuidade monárquica”, conduzida pela pesquisadora <strong>Cibele Camargos</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Doutoranda em História pela <strong>Ufes</strong> (Universidade Federal do ES) e integrante efetiva do Instituto, ela se dedica desde 2017 ao estudo da Dinastia Bragança no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante seus trabalhos, Cibele estabeleceu uma forte interlocução com o Arquivo Histórico do Museu Imperial de Petrópolis, onde teve acesso ao acervo de correspondências da família imperial brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse acesso foi autorizado por&nbsp;<strong>dom Pedro Carlos de Orléans e Bragança</strong>, descendente do imperador, permitindo um aprofundamento significativo nas pesquisas. A historiadora também desenvolveu investigações no Arquivo do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, ampliando a compreensão sobre o funcionamento da casa dinástica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na palestra, o público poderá conhecer reflexões sobre a formação dos símbolos da <strong>monarquia brasileira</strong> e o papel central do reinado de Dom Pedro II na consolidação desse regime.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisadora abordará ainda como se estruturou uma cultura política ligada aos Bragança, que acabou gerando a percepção de continuidade da monarquia mesmo após a Proclamação da República, em 1889.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Dezembrada marca o encerramento anual das atividades do IHGES, reunindo homenagens, debates, lançamentos de livros e a apresentação da nova edição da Revista do Instituto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua 29ª edição, o evento apresentará o número 82 da publicação e obras inéditas dos associados<strong>&nbsp;Geraldo Magela da Silva Araújo, Gilber Rubim Rangel e Getúlio Marcos Pereira Neves</strong>.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-programacao"><strong>Programação</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A participação é aberta ao público e não exige inscrição prévia.<br><strong>Dia:&nbsp;</strong>10 de dezembro<br><strong>Horário:</strong>&nbsp;18h<br><strong>Local:</strong>&nbsp;Na sede do Instituto, localizada na Avenida República, nº 374, em Vitória.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://www.folhavitoria.com.br/cultura/instituto-historico-e-geografico-do-es-vai-debater-legado-de-dom-pedro-ii/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Folha de Vitória</a></strong></p>
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		<title>Por que alguns demonizam venefícios sociais, mas aceitam os privilégios políticos &#8211; O exemplo de Dom Pedro II</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Dec 2025 11:19:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ação Monárquica]]></category>
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					<description><![CDATA[⏱️ Tempo estimado: 5 minutos ⏱️ Você está lendo há 00:00 Em debates públicos no Brasil, especialmente após a polarização dos últimos anos, um fenômeno chama atenção:a indignação seletiva com o gasto público. Enquanto benefícios sociais destinados aos mais pobres — como Bolsa Família, BPC ou Vale-Gás — são tratados...]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Em debates públicos no Brasil, especialmente após a polarização dos últimos anos, um fenômeno chama atenção:<br><strong>a indignação seletiva</strong> com o gasto público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto benefícios sociais destinados aos mais pobres — como Bolsa Família, BPC ou Vale-Gás — são tratados por muitos como “esmola”, “dependência” ou “gasto inútil”, os privilégios concedidos à elite política passam quase despercebidos. E não são poucos: auxílio-moradia, verba de gabinete, apartamentos funcionais, passagens aéreas, cota postal, carro oficial e uma série de regalias que pouco dialogam com a realidade social brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas como explicar essa contradição?<br>Por que um auxílio de R$ 600 ao trabalhador pobre gera escândalo, enquanto privilégios de dezenas de milhares de reais para políticos são tratados como “normais”?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este artigo busca responder a essa pergunta, analisando custos, contexto histórico e comparações internacionais.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Quanto custam os benefícios sociais — e quanto custam os privilégios políticos?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das justificativas mais comuns para criticar programas sociais é o suposto “peso para o Estado”. No entanto, os números contam outra história.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>1.1 Programas sociais: baixo custo, alto retorno</strong></h4>



<ul class="wp-block-list">
<li>Bolsa Família (cerca de 21 milhões de famílias): <strong>aprox. 0,5% do PIB</strong>.</li>



<li>BPC/LOAS (benefício de um salário mínimo a idosos carentes ou pessoas com deficiência): <strong>menos de 1% do PIB</strong>.</li>



<li>Vale-Gás, Auxílio Creche, ações de assistência: frações ainda menores.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, estudos econômicos mostram que <strong>cada R$ 1 investido em benefício social retorna entre R$ 1,50 e R$ 1,80</strong> à economia via consumo, movimentação do comércio e tributos indiretos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja: <strong>programas sociais não quebram o Estado — sustentam a economia real</strong>.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>1.2 Privilégios políticos: custo alto, retorno quase nulo</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A soma anual das regalias do alto escalão político brasileiro ultrapassa <strong>bilhões de reais</strong>. Aqui entram:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Verba parlamentar e cota de exercício do mandato</li>



<li>Auxílio-moradia (mesmo para quem tem imóvel em Brasília)</li>



<li>Apartamentos funcionais</li>



<li>Carros oficiais</li>



<li>Cotas de combustível</li>



<li>Passagens aéreas ilimitadas</li>



<li>Verbas de gabinete (com milhares de assessores)</li>



<li>Diárias de viagem</li>



<li>Planos de saúde especiais</li>



<li>Aposentadorias diferenciadas (para alguns grupos)</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, parlamentos estaduais e câmaras municipais replicam boa parte desse modelo, multiplicando o gasto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E ao contrário dos programas sociais, <strong>os privilégios políticos não geram retorno econômico mensurável</strong>. São despesas de manutenção de poder.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Como a República criou uma elite política com regalias</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Para entender o presente, é preciso olhar para trás.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o Brasil proclamou a República (1889), rompeu-se com a monarquia que, apesar de suas limitações, tinha um imperador conhecido por austeridade e senso de serviço público. Dom Pedro II arcava com gastos pessoais e culturais e tratava sua função como missão, não como privilégio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A República, entretanto, inaugurou:</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>2.1 A política profissionalizada</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O político passou a ser uma carreira, com salários, benefícios e proteção institucional.<br>A elite agrária e posteriormente urbana assumiu o controle do Estado, criando mecanismos para garantir estabilidade, imunidade e regalias.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>2.2 Federalização dos privilégios</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Assembléias legislativas e câmaras municipais copiaram o modelo federal, transformando cada ente federativo em centro de gasto político.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>2.3 Baixíssima responsabilização</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Poucos processos administrativos, punições raras, regras brandas.<br>No Brasil, o mandato político se tornou <strong>blindagem social</strong> e não serviço público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo do século XX, essas regalias foram se empilhando.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Comparação internacional: o contraste incômodo</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto no Brasil benefícios políticos são vistos como parte natural do sistema, em outros países ocorre o oposto.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>3.1 Noruega, Suécia, Dinamarca</strong></h4>



<ul class="wp-block-list">
<li>Parlamentares usam transporte público.</li>



<li>Não há apartamentos funcionais luxuosos.</li>



<li>Auxílios são reembolsados apenas mediante comprovação rígida.</li>



<li>O salário é confortável, mas com regras firmes.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>3.2 Reino Unido</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Após o escândalo das despesas parlamentares de 2009, todo gasto é público e amplamente fiscalizado. Parlamentares perderam mandato por abusos muito menores do que se vê no Brasil.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>3.3 Estados Unidos</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Congressistas possuem benefícios, mas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>viagens devem ser totalmente justificadas;</li>



<li>contratação de familiares é proibida;</li>



<li>a opinião pública pune severamente qualquer abuso.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>3.4 Alemanha</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A transparência é absoluta. Qualquer uso indevido de recurso público gera renúncia e destruição imediata da carreira política.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Em resumo:</strong><br>O modelo brasileiro é um dos mais permissivos, caros e descolados da realidade social.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Um apanhado histórico desde os anos 1990: como surgiu a demonização do pobre</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A partir dos anos 1990, com a redemocratização consolidada e as disputas ideológicas mais claras, ocorreu um fenômeno comunicacional importante:</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>4.1 A consolidação da narrativa anti-pobre</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Programas sociais passaram a ser fortemente associados a “compra de votos”, mesmo sem evidências estruturais disso.<br>A figura do beneficiário foi estigmatizada como “preguiçoso”, “vagabundo”, “dependente”.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>4.2 A polarização aumentou a distorção moral</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Com a ascensão de Lula e a ampliação de programas sociais, atacar o pobre virou forma indireta de atacar a esquerda.<br>Assim, a crítica deixou de ser econômica e virou <strong>identitária</strong>.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>4.3 A internet amplificou preconceitos</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Memes, vídeos e desinformação reforçaram a ideia de que beneficiar o pobre é “esmola” ou “privilégio”, e não política pública.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>4.4 Ao mesmo tempo, críticos silenciavam sobre privilégios políticos</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Como esses privilégios atingem tanto direita quanto esquerda, eram menos explorados para mobilizar grupos políticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Resultado:<br><strong>Criou-se uma cultura política que aplaude benefícios a quem está no topo e condena ajuda a quem está embaixo.</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5. A contradição estruturante: indignação seletiva</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quando alguém se indigna com o pobre que recebe pouco, mas permanece indiferente ao político que recebe muito, essa atitude costuma nascer de:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>viés de mérito</em>: ver pobreza como falha moral;</li>



<li><em>identificação com elites</em>: desejo de ascender, mesmo que simbolicamente;</li>



<li><em>polarização</em>: atacar o “outro lado”, independentemente de argumentos;</li>



<li><em>naturalização do privilégio</em>: “nunca foi diferente mesmo”;</li>



<li><em>estigmas históricos</em>: o pobre é suspeito, o político é intocável.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">É uma contradição que revela mais sobre a psicologia social do que sobre a economia.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão: o problema não é o gasto — é o alvo</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil investe pouco em quem mais precisa e muito em quem menos precisa.<br>A assistência social ajuda diretamente famílias vulneráveis e movimenta a economia.<br>As regalias políticas, ao contrário, mantêm uma elite distante, com custos altos e retorno quase nulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O silêncio diante dos privilégios e o barulho diante da ajuda aos pobres mostra que o debate público não é sobre contas públicas — é sobre <strong>ideologia, identidade e velhos preconceitos</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto a sociedade não tratar o privilégio político como problema e a assistência como solução, continuará presa a uma lógica desigual, atrasada e profundamente incoerente.</p>
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		<title>A Democracia Coroada: o Império como modelo de equilíbrio político</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 12:12:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ação Monárquica]]></category>
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					<description><![CDATA[⏱️ Tempo estimado: 5 minutos ⏱️ Você está lendo há 00:00 João Camilo de Oliveira Torres e a redescoberta da monarquia constitucional brasileira Publicado originalmente em 1957, A Democracia Coroada, de João Camilo de Oliveira Torres, é uma das obras mais lúcidas e originais do pensamento político brasileiro. Longe de...]]></description>
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<h3 class="wp-block-heading"><em>João Camilo de Oliveira Torres e a redescoberta da monarquia constitucional brasileira</em></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Publicado originalmente em 1957, <em>A Democracia Coroada</em>, de <strong>João Camilo de Oliveira Torres</strong>, é uma das obras mais lúcidas e originais do pensamento político brasileiro. Longe de ser um simples tratado histórico, o livro apresenta uma interpretação filosófica e institucional do <strong>Império do Brasil</strong> como uma experiência singular de <strong>democracia monárquica</strong> — uma forma de governo que conciliava liberdade, ordem e representação sob o manto da Coroa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Torres, o grande mérito do sistema imperial foi justamente ter criado <strong>um equilíbrio entre autoridade e liberdade</strong>, algo que as repúblicas latino-americanas, fundadas sobre ideais abstratos e importados, jamais conseguiram alcançar.<br>Enquanto nossos vizinhos mergulhavam em ditaduras, golpes e populismos, o Brasil viveu, sob D. Pedro II, o período mais estável e civilizado de sua história política.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O poder moderador: a chave da harmonia</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O conceito central da obra é o <strong>Poder Moderador</strong>, descrito não como um instrumento de autoritarismo, mas como o <strong>eixo regulador da democracia monárquica</strong>.<br>Torres interpreta o Moderador — inspirado na doutrina de Benjamin Constant e adaptado à realidade brasileira — como o poder que assegura o funcionamento independente dos demais: Legislativo, Executivo e Judiciário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ele, <strong>o Imperador não governava, mas impedia que os outros governassem mal</strong>. Sua função era garantir o equilíbrio das instituições, nomear gabinetes capazes, dissolver o Parlamento quando necessário e agir como árbitro supremo da nação — acima das paixões partidárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o autor, esse papel era possível porque o monarca <strong>não era um político de carreira, mas a encarnação da continuidade do Estado</strong>. O trono, portanto, representava a unidade nacional diante da fragmentação dos interesses regionais e partidários.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A verdadeira democracia</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">João Camilo sustenta que o Império brasileiro foi, em essência, <strong>uma democracia coroada</strong> — uma forma de governo representativo em que a autoridade era limitada pela Constituição e legitimada pela participação do povo.<br>Ele refuta o mito republicano de que o regime imperial seria aristocrático ou antipopular: ao contrário, lembra que <strong>as eleições, a liberdade de imprensa e o Parlamento eram realidades consolidadas já no século XIX</strong>, em contraste com a instabilidade crônica das repúblicas sul-americanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A monarquia brasileira, para Torres, não era um resquício do passado, mas <strong>uma construção moderna</strong>, que soube adaptar os princípios do liberalismo europeu à nossa realidade social e cultural.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Crítica ao liberalismo e à república</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos pontos mais fortes do livro é sua crítica ao <strong>liberalismo abstrato</strong>, que tentou transplantar modelos estrangeiros para um país de tradição orgânica e comunitária.<br>Para Torres, o liberalismo que inspirou a Primeira República era <strong>individualista, anticristão e desconectado da realidade nacional</strong>, ao passo que a monarquia imperial se apoiava em valores de continuidade, dever e serviço público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A república, ao romper com a legitimidade tradicional, abriu espaço para a <strong>política dos interesses e dos grupos</strong>, transformando o Estado em instrumento de poder pessoal e não de bem comum.<br>Daí a tese central do autor: <strong>a queda da monarquia não representou progresso, mas o início da decadência política brasileira</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A lição de João Camilo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que um elogio nostálgico do passado, <em>A Democracia Coroada</em> é uma advertência.<br>Torres convida o leitor a repensar a política nacional à luz daquilo que o Brasil perdeu: a noção de que o poder deve servir ao povo, mas não ser refém dele.<br>A monarquia, em sua visão, <strong>reunia o princípio da autoridade legítima e o da liberdade responsável</strong>, formando um regime de equilíbrio raro — onde o rei reina, mas não governa; e o povo participa, mas não usurpa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, num tempo em que a república se mostra esgotada em escândalos e crises sucessivas, a leitura de <em>A Democracia Coroada</em> recupera uma ideia essencial: <strong>a verdadeira democracia não é a tirania da maioria, mas a harmonia entre os poderes sob uma autoridade moral e estável</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conclusão</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">João Camilo de Oliveira Torres ofereceu ao Brasil uma reflexão madura sobre a política e o poder.<br>Seu livro não é um manifesto reacionário, mas <strong>um tratado de prudência e realismo político</strong>.<br>Ao mostrar que o Império brasileiro foi capaz de unir democracia e monarquia, ele propõe uma visão alternativa ao caos partidário moderno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em tempos de desencanto com as instituições, <em>A Democracia Coroada</em> nos recorda que a verdadeira modernidade pode estar não em romper com o passado, mas em <strong>reconhecer que a Coroa, quando limitada pela Constituição, pode ser o mais democrático dos regimes.</strong></p>



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		<title>Senado analisa sugestão para Brasil voltar a ser monarquia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MauroMonarquista]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Sep 2025 11:02:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ação Monárquica]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">Esse assunto tem movimentado as redes sociais e gerado dúvidas, porque muitas postagens apresentam informações imprecisas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para entender melhor: a Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado está analisando uma sugestão legislativa (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/165546" rel="noreferrer noopener" target="_blank">SUG 9/2024</a>) que propõe a convocação de um plebiscito em 2026 sobre a restauração da monarquia parlamentarista no Brasil. A proposta surgiu no portal e-Cidadania, após reunir mais de 30 mil apoios populares — bem acima dos 20 mil necessários para ser analisada como sugestão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O autor defende que o sistema republicano presidencialista é ineficiente, e que um regime monárquico parlamentarista permitiria maior autonomia dos partidos eleitos. Ele cita os exemplos de países como Espanha, Inglaterra e Dinamarca, que adotam esse modelo com baixos índices de corrupção e maior investimento público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso seja aprovada, a sugestão será transformada em projeto de lei, que deverá ser aprovado pelo Senado e pela Câmara, para então ser convertido em Proposta de Emenda à Constituição (PEC). Uma vez aprovada, a PEC irá à promulgação, passando a valer o novo texto constitucional. Somente depois disso é que serão tomadas as providências para mudar a forma de governo. Há, portanto, muitas etapas a serem vencidas para que o Brasil volte a ser uma monarquia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Plebiscito e desinformação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa não é a primeira vez que surge uma proposta de mudança da forma e do sistema de governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil foi uma monarquia entre 1822 e 1889, da Independência até a Proclamação da República. Desde então, o país adota o sistema presidencialista, com exceção de um breve período parlamentarista entre 1961 e 1963.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 1993, foi realizado plebiscito nacional, previsto na Constituição de 1988. O resultado manteve a república (66%) e o presidencialismo (56%). A monarquia recebeu 10% dos votos. A alta abstenção e muitos votos nulos mostraram pouco interesse dos brasileiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A campanha de dois meses teve muita desinformação, apesar de ainda nem existir redes sociais naquela época.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O plebiscito ocorreu após o impeachment de Collor, com Itamar Franco no governo. As campanhas usaram o impeachment como argumento para mudar o sistema de governo, mas não esclareceram bem a população. A desinformação foi tanta que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) precisou explicar a votação na TV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais sobre esse episódio histórico na reportagem &#8220;<a href="/noticias/especiais/arquivo-s/ha-30-anos-brasil-foi-as-urnas-decidir-se-teria-rei-e-primeiro-ministro" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Há 30 anos, Brasil foi às urnas decidir se teria rei e primeiro-ministro</a>&#8220;, publicada pela Agência Senado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www12.senado.leg.br/verifica/materias/2025/senado-analisa-sugestao-para-brasil-voltar-a-ser-monarquia"><strong>Senado Verifica</strong></a></p>
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