Monarquistas não aderiram aos protestos em apoio ao Príncipe

Certas situações passam despercebidas para muitos comentaristas políticos. O desinteresse em ver a força da monarquia, muitas vezes atingindo até mesmo monarquistas entusiastas, parece que não afeta pessoas desligadas ou descoladas da grande mídia. O artigo abaixo reproduzido nos mostra, apesar do deboche com que foi escrito, a força que a palavra do Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança tem. Essa força foi notada. Essa força foi comentada. Essa força foi publicada! Saibamos ser ecos fieis das palavras de Dom Luiz e da nossa Família Imperial do Brasil, para atuarmos em consonância com elas e assim mudar este País.

Monarquistas não aderiram aos protestos em apoio ao Príncipe | Jayme Serva
20jun2013---milhares-de-pessoas-seguem-em-protesto-no-centro-do-recife-pe-nesta-quinta-feira-contra-o-servico-de-transporte-publico-alem-de-outras-reivindicacoes-seguDeu no Yahoo! – Dom Luiz de Orléans e Bragança, herdeiro presumido do trono do Brasil, fez divulgar nota em que recomendava a todos os monarquistas que não participassem das manifestações das ruas.

Dom Luiz é firme: “a prudência impõe aos monarquistas absterem-se de qualquer participaçao em tais manifestações”. Como até ontem não se viram faixas conclamando o povo a derrubar a república e restaurar o império, fica claro que o chamamento do príncipe foi integralmente atendido por suas bases de apoio. Ao contrário do que aconteceu com as demais lideranças do país, que tomaram 1 chapéu de seus liderados, dom Luiz logrou o impensável: 100% de obediência.

Dada a importância dessa proeza, já se ventila por aí que as principais lideranças do país se articulam para convocar o herdeiro de dom Pedro 2o. e bisneto da Princesa Isabel para a relevante missão: deter os crescentes movimentos populares e mandar os manifestantes para casa. Afinal, se ele conseguiu adesão absoluta de sua turma, o que não conseguirá com os demais?

Fala-se ainda de arestas a aparar, como a exigência de alguns radicais (sempre há os radicais) de que o príncipe vá à TV portando a coroa imperial. João Santana teria recomendado apenas o cetro, deixando em aberto o uso ou não do manto. Uma pequena rusga teve início quando um membro da família imperial quis impor que, durante o pronunciamento, o nome do príncipe aparecesse completo na legenda. Teria sido demovido por Santana, com a alegação de que ou aparecia o príncipe ou aparecia o nome – Dom Luís Gastao Maria José Pio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Orléans e Bragança e Wittelsbachocuparia a tela toda.

Negociam-se agora os últimos detalhes. Enquanto isso, todos os monarquistas permanecem em casa, o que, como se vê, tem esvaziado significativamente as manifestações.

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